EVENTO INTERNACIONAL PARA JOVENS CIENTISTAS COM INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ O DIA 30
Fonte: Coordenação Comunicação FAPESC


Seis estudantes de até 20 anos de idade serão escolhidos para representar o Brasil na Alemanha, em abril de 2006, na 13ª Conferência Internacional de Jovens Físicos - ou International Conference of Young Scientists (ICYS). Para isso basta se inscrever até o dia 30 deste mês. Quem é bom pesquisador e gosta de Ciência, tem uma grande chance de ser ym dos seis brasileiros escolhidos.

A ICYS consiste numa competição individual em pesquisa científica, que abrange as áreas de Física, Matemática, Ciências da Computação, Ciências Ambientais, Engenharia e Ciências da Vida. Ela foi criada em 1993 por representantes da Universidade Eötvös Loránd, de Budapeste, Hungria, e da Universidade Federal de Minsk, da Bielo-Rússia, com o objetivo de desenvolver nos estudantes não-universitários de até 20 anos as habilidades da pesquisa científica, abrindo novas possibilidades para aprofundarem seus conhecimentos em Ciência.

Como funciona

Para participar cabe ao estudante, de escola pública ou particular, escolher um tema relativo a um dos tópicos acima e preparar um relatório, de preferência que traga algum fato novo ou algum enfoque diferenciado. Esses trabalhos serão avaliados por uma equipe de pesquisadores e professores. Os seis melhores receberão medalhas de ouro e serão escolhidos para representar o Brasil na competição que se realizará na Alemanha em 2006.

"Este tipo de competição é muito importante para ensinar aos estudantes a realizar uma pesquisa própria, apresentar e discutir seus próprios resultados, preparar um relatório sobre a pesquisa realizada e apresentá-lo publicamente em língua estrangeira, em vez de apenas procurar uma solução para um problema proposto", informa o professor Ozimar Pereira, coordenador da ICYS no Brasil.

O nível de competitividade da Conferência tem crescido muito ultimamente. Nos últimos anos, os países participantes foram Alemanha, Bielo-Rússia, Brasil, Cingapura, Eslováquia, Estados Unidos, Finlândia, Geórgia, Grécia, Holanda, Hungria, Índia, Indonésia, Iugoslávia, Macedônia, Polônia, República Tcheca, Romênia, Rússia e Ucrânia.

A ICYS foi criada em 1993 por professores da Universidade de Minsk (Bielo-Rússia) e da Universidade de Budapeste (Hungria) com o objetivo de estimular o pensamento crítico e investigativo entre os estudantes do ensino médio. Ao participar da ICYS, ele segue os passos da criação científica: escolhe temas e assuntos, formula hipóteses e problemas, faz extensas pesquisas bibliográficas, elabora experimentos, coleta e analisa dados e confronta teorias e tira conclusões.

13ª Conferência Internacional de Jovens Físicos. Inscrições: até 30 de novembro, pelo site: Valores: R$ 40 para escolas particulares (cooperativas ou com fins lucrativos) e R$ 20 para escolas públicas (incluindo fundações e o Sesi).


FAPESC LANÇA EDITAL DE PESQUISAS PARA REDUÇÃO DOS GASES DE EFEITO ESTUFA (GEE)
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones: (48) 9113-3365 ou 3215-1244


Florianópolis (03.11.2005) – Na próxima segunda-feira (07), às 14 horas, a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – FAPESC, tornará público o Edital de Seleção de Projetos de Redução dos Gases de Efeito Estufa (GEE). É o primeiro edital do gênero no Estado e destina-se a pesquisadores de instituições de ensino ou pesquisa da administração pública direta ou privada, autárquica ou fundacional, organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPs) e associações civis sem fins econômicos. Os projetos, em três linhas de pesquisa, poderão ser apresentados até dia 20 de janeiro de 2006. Os projetos aprovados receberão investimentos de R$ 1 milhão da FAPESC, além de contrapartidas.

O Edital, de número 02/2005, será lançado pelo Governador Luiz Henrique da Silveira, com a presença do Secretários Estadual da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, de Presidente da FAPESC, Rogério Portanova, dirigentes e representantes de instituições de pesquisa e do Governo ligadas a defesa do meio-ambiente, universidades e entidades do setor produtivo. O objetivo do edital é apoiar financeiramente projetos de pesquisa, no Estado de Santa Catarina, que visem à redução dos gases de efeito estufa por meio do incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico regional e da melhoria da qualidade ambiental.

Serão apoiados projetos em três linhas de pesquisa:
1) Apoio a projetos que visem à redução da emissão dos gases de efeito estufa e à conversão de metano (CH4) em gás carbônico (CO2). Esta Esta linha de pesquisa apoiará projetos que visem à redução das emissões dos gases causadores de efeito estufa, tais como: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O) e compostos de flúor;
2) Apoio a projetos que contribuam para redução do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera por meio do Seqüestro de Carbono. Esta linha Esta linha de pesquisa apoiará projetos científicos, tecnológicos e/ou de inovação que visem à redução do dióxido de carbono (CO2) atmosférico por meio de sua captura. A captura do dióxido de carbono (CO2) ou o Seqüestro de Carbono, como foi conceitualmente estabelecido no Protocolo de Quioto em 1997, é uma das alternativas mitigadoras das mudanças climáticas globais.
3) Apoio a projetos que visem a capacitação de recursos humanos em Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Esta linha de pesquisa apoiará projetos que visem a formação de recursos humanos em Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A elaboração de projetos cumprindo as fases do processo MDL com a finalidade de submetê-lo à validação pelos órgãos certificadores e a difusão do conhecimento em Mecanismos de Desenvolvimento Limpo são exemplos de propostas a serem contempladas.

Os projetos selecionados serão contratados no dia 10 de abril de 2006 e o prazo de vigência das pesquisas se estenderá até 03 de abril de 2007. Os valores a serem financiados variam entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, no máximo.

FINANCIAMENTO DE PESQUISAS FORTALECERÁ SISTEMA DE C&T NA ÁREA DA SAÚDE NO ESTADO
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones: (48) 9113-3365 ou 3215-1244

(Florianópolis, 24.10.2005) – Na próxima quinta-feira (dia 27), às 14 horas, no auditório da FAPESC, serão assinados contratos para financiamento de mais 37 pesquisas em várias regiões, cujos projetos foram selecionados através de edital do Programa Gestão Compartilhada em Ciência e Tecnologia em Saúde no Estado de Santa Catarina. Estarão presentes os Secretários Estaduais de Saúde, Dado Schremm, de Educação, Ciência e Tecnologia, professor Diomário de Queiroz, do presidente da Fapesc, professor Rogério Portanova, reitores e pro-reitores de universidades, além dos pesquisadores selecionados.

Este programa foi implantado em Santa Catarina em 2003, pela Fundação de Apoio a Pesquisas Científicas e Tecnológicas de Santa Catarina – FAPESC, em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde e com o Ministério da Saúde, através do Departamento de Ciência e Tecnologia em Saúde – DECIT. Foram lançados dois editais para seleção de pesquisas na área, em 2003 e 2004. O primeiro edital financiou 21 projetos de 117 propostas, num total de R$ 600 mil, sendo R$ 360 mil do Ministério da Saúde/UNESCO. O edital de 2004 selecionou os 37 projetos que serão contratados, de um total de 101 apresentados. Serão aplicados R$ 1 milhão e 500 mil, dividido em três partes iguais de R$ 500 mil da FAPESC, da Secretaria Estadual da Saúde e do Ministério da Saúde (através do CNPq).

O presidente da FAPESC, Rogério Portanova, adiantou que esse programa permite “aprimorar políticas públicas em saúde por meio do desenvolvimento de pesquisas necessárias à compreensão/solução de problemas e fortalecimento da gestão da ciência e tecnologia em saúde no Estado de Santa Catarina”. As pesquisas selecionadas no segundo edital relacionam pesquisas nas seguintes áreas ou temas: 1.qualificação da atenção à saúde; 2. saúde mental; 3. saúde da mulher; 4. ações programáticas em saúde; 5. atenção a grupos populacionais específicos; 6. controle de doenças infecciosas, não-infecciosas e outros agravos à saúde; 6. produção, qualidade e acesso de insumos estratégicos; 7. gestão descentralizada do SUS; 8. saúde, ambiente, trabalho e biossegurança; e 8. intersetorialidade e promoção da saúde


Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197).
Fones: (48) 9113-3365 ou 3215-1244

Relação dos projetos selecionados por região

Ernani Tiaraju de Santa Helena 

Adesão ao tratamento farmacológico de pacientes com hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus atendidos no Programa de Saúde da Família de Blumenau, SC.

Qualificação da atenção à saúde

Alto Vale

Caio Maurício Mendes de Cordova 

Padronização e implantação do diagnóstico laboratorial da Tuberculose em amostras biológicas e da detecção de cepas resistentes às drogas utilizadas no tratamento por métodos de biologia molecular

Qualificação da atenção à saúde

Alto Vale

Mercedes Gabriela Ratto Reiter 

Leite Materno em Banco de Leite Humano: Qualidade e Segurança Alimentar

Ações programáticas em saúde

Alto Vale

Paulo Maurício Selig 

Sistema de Informação para Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde

Intersetorialidade e promoção da saúde

Grande Fpolis

Marcio Alvarez da Silva 

Expansão ex vivo de células tronco hematopoiéticas de placenta/cordão umbilical para reconstituição terapêutica

Produção, qualidade e acesso de insumos estratégicos

Grande Fpolis

Maria Cecília Menks Ribeiro 

Avaliação citogenética e molecular de neoplasias hematológicas – utilização da classificação proposta pela OMS

Controle de doenças infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde

Grande Fpolis

Luiz Alberto Peregrino Ferreira 

Mortalidade materna em adolescentes:epidemiologia e prevenção

Saúde da mulher

Grande Fpolis

Mario Steindel 

Caracterização biológica e epidemiológica do foco de Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) no município de Piçarras, Santa Catarina

Controle de doenças infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde

Grande Fpolis

Eliana Elisabeth Diehl 

Medicamentos no contexto local indígena Guarani (Litoral de Santa Catarina)

Atenção a grupos populacionais específicos

Grande Fpolis

Raimes Moraes 

PROQUALY - Família de Equipamentos para Avaliação da Qualidade de Equipamentos Médico-Assistenciais

Intersetorialidade e promoção da saúde

Grande Fpolis

Ilíada Rainha de Souza 

Câncer de mama: estudos moleculares da biologia tumoral e polimorfismos genéticos em mulheres de Santa Catarina

Saúde da mulher

Grande Fpolis

Helio Roesler 

Desenvolvimento e aplicação de sistemas de tratamento da marcha para portadores de necessidades especiais

Atenção a grupos populacionais específicos

Grande Fpolis

Francisco de Assis Guedes de Vasconcelos  

Diagnóstico de obesidade e determinação do tipo de distribuição de gordura em idosos de Florianópolis, SC.

Atenção a grupos populacionais específicos

Grande Fpolis

Grace T M Dal Sasso 

Bases para o desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas na área da Saúde para o Estado de Santa Catarina.

Produção, qualidade e acesso de insumos estratégicos

Grande Fpolis

Ana Maria Borges de Sousa 

Vida e cuidado: Monitoramento das práticas hospitalares destinadas ao atendimento das crianças vítimas de violência sexual na região da grande Florianópolis/SC.

Qualificação da atenção à saúde

Grande Fpolis

Ari Digiácomo Ocampo Moré 

Resistência Mecânica de Fixações Ligamentares do Joelho

Intersetorialidade e promoção da saúde

Grande Fpolis

Terezinha Regina Giordani Serrano 

O impacto da adoção de práticas inovadoras de gestão no contexto do Sistema Único de Saúde: estudo de caso da gestão fundacional no CEPON

Gestão descentralizada para o SUS

Grande Fpolis

Emilia Addison Machado Moreira 

Levantamento da situação da condição bucal e sua relação com o estado nutricional de deficientes semi institucionalizados das APAES de Florianópolis e São José.

Ações programáticas em saúde

Grande Fpolis

Letícia Scherer Koester 

Avaliação do perfil farmacocinético de carbamazepina veiculada em nanoemulsões após administração intravenosa em cães

Produção, qualidade e acesso de insumos estratégicos

Grande Fpolis

Águeda Lenita Pereira Wendhausen 

Conselhos Gestores e Saúde: empoderamento e impacto na gestão pública

Gestão descentralizada para o SUS

Litoral Norte

Márcio Vieira Angelo 

Estudo do Fluxo de Pacientes com Demanda de Internação Psiquiátrica, na Região da 17a. Secretaria do Desenvolvimento Regional

Saúde mental

Litoral Norte

Norberto Luiz Cabral 

Determinantes, perfil e assistência à saúde dos eventos cérebro-vasculares em Joinville no período de 2005 a 2007 – estudo de coorte.

Controle de doenças infecciosaas, não infecciosas e outros agravos da saúde

Litoral Norte

Elizabeth Navas Sanches 

Organização e Trabalho: Padrões de Comprometimento dos Profissionais que atuam no Programa de Saúde da Família

Gestão descentralizada para o SUS

Litoral Norte

Anita Maria da Rocha Fernandes 

Sistema para análise de dados em mastologia

Saúde da mulher

Litoral Norte

Elisete Navas Sanches Próspero 

Estudo longitudinal dos riscos nutricionais em lactentes nascidos com baixo peso e peso insuficiente no município de Itajaí- SC, Brasil.

Ações programáticas em saúde

Litoral Norte

Alan Índio Serrano 

Estudo epidemiológico das mortes violentas auto-infligidas nos municípios catarinenses, visando possibilidades de prevenção e atendimento no âmbito do SUS

Saúde mental

Litoral Norte

Gladys Amelia Vélez Benito 

Modelagem dos processos das competências dos profissionais de saúde para a consolidação do sus/ programa/estratégia de saúde da família

Gestão descentralizada para o SUS

Litoral Norte

Ruth Terezinha Kehrig 

Organizações que aprendem saúde - um modo de gerenciar a mudança do modelo de atenção à saúde: pesquisa-ação em município de pequeno e médio porte

Gestão descentralizada para o SUS

Meio-Oeste Catarinense

Angelica Francesca Maris 

Identificação de disfunções genéticas em indivíduos com recorrência familiar para retardo mental e distúrbios associados.

Saúde mental

Meio-Oeste Catarinense

Maria Elisabeth Kleba da Silva 

Capacidade assistencial da rede de serviços do Sistema Único de Saúde na região do Pólo de Educação Permanente em Saúde do Oeste de Santa Catarina

Gestão descentralizada para o SUS

Oeste Catarinense

Rosemeri Maurici da Silva 

Influência da qualidade das amostras de escarro no rendimento da reação em cadeia da polimerase (PCR) para o diagnóstico da tuberculose pulmonar.

Controle de doenças infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde

Sul Catarinense

Ana Claudina P. Serratine 

Análise bacteriológica da água dos equipos odontológicos instalados nas clínicas do Curso de Odontologia da UNISUL

Saúde, ambiente, trabalho e biossegurança

Sul Catarinense

Marcelo Tomás de Oliveira 

Atendimento Odontológico pela Técnica Restauradora Atraumática (ART) associado ao emprego de um novo gel removedor de cárie dental como alternativa a pacientes que não tenham acesso ao atendimento ambulatorial no sistema único de saúde-SUS

Ações programáticas em saúde

Sul Catarinense

Josimari Telino de Lacerda 

Diferenciais intra-urbanos em municípios de médio e pequeno porte em Santa Catarina: preditores de cárie dentária

Controle de doenças infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde

Sul Catarinense

Janine Moreira 

A Reforma Psiquiátrica, o processo de desinstitucionalização e o atendimento ao sofredores psíquicos: os serviços substitutivos de saúde mental do Sul Catarinense

Saúde Mental

Sul Catarinense

Claudia Roberta de Castro Moreno 

Tubarão Município/Saudável: diagnóstico das condições de saúde da população do município de Tubarão, SC.

Intersetorialidade e promoção da saúde

Sul Catarinense

Karen Glazer Anselmo Peres 

Avaliação da concentração de açúcares e do pH em medicamentos pediátricos na forma líquida: novo campo de atuação para o sistema de vigilância sanitária.

Intersetorialidade e promoção da saúde

Sul Catarinense



Workshop sobre propriedade intelectual mostra experiências da YISSUM/ISRAEL E DE SÃO PAULO
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones: (48) 9113-3365 ou 3215-1244


Florianópolis (24.10.2005) - A Fundação de Apoio a Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado de Santa Catarina – FAPESC e o Departamento de Propriedade Intelectual da Universidade Federal de Santa Catarina – DPI/UFSC, promoverão, no dia 27 (quinta-feira), um workshop enfocando o tema “Inovação, Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia”. O evento marcará o lançamento do Programa de Gestão da Propriedade Intelectual – PROGEPI/FAPESC, que beneficiará pesquisadores, institutos de pesquisa, instituições de ensino superior e empresas de tecnologia em todo o Estado.
O Workshop, das 9 às 12 horas, no auditório da FAPESC, contará com a presença de uma das maiores autoridades internacionais no assunto, Doutora Renee Ben-Israel, Vice-Presidente de Propriedade Intelectual da Yissum* - Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel, e o Doutor Ricardo Bérgamo, Diretor do Núcleo de Patenteamento e Licenciamento de Tecnologias – NUPLITEC, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP. A palestras serão em português e a participação dos interessados é gratuita. Inscrições pelos endereços: dpi@reitoria.ufsc.br ou daniela.abreu@fapesc.rct-sc.br ou fones: (48) 3331-9628 e 3215-1236.
Sumário das exposições:
A Yissum é referência internacional na área de transferência de tecnologias resultantes de projetos universitários, sendo uma grande geradora de recursos e de novas tecnologias no mercado. Supera, inclusive, a Universidade de Harward, nos Estados Unidos. Em sua palestra, Renèe Bem-Israel falará sobre: a Universidade Hebraica e a Yissum; Objetivos e dilemas universitários; Projetos e orçamentos; Perspectiva estratégica da Universidade/Yissum; Modus operandi; Modelos de negócios e características; Exemplos práticos. A vinda da palestrante foi viabilizado através do , professor Luiz Otávio Pimentel, Diretor do Departamento de Propriedade Intelecual da UFSCRenèe Bem-Israel é responsável pelo gerenciamento de PI a nível mundial da Yissum, conselheira das atividades de patenteamento pelo desenvolvimento de estratégias para a proteção do conhecimento por meio da PI, interação e gerenciamento de negócios com parceiros, prospecção de inventos e patentes e acordos a nível inter-institucional.
O Nuplitec da FAPESP é um Programa criado em maio de 2000 em decorrência da necessidade de proteger a propriedade intelectual e licenciar os inventos resultantes de pesquisas financiadas pela Fundação, no Estado de São Paulo. O advogado Ricardo Bérgamo falará sobre como o Nuplitec foi constituído e que tipos de orientação e de auxílios oferece aos pesquisadores.

Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones: (48) 9113-3365 ou 3215-1244

Santa Catarina terá Programa de Gestão da Propriedade intelectual - PROGEPI
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones: (48) 9113-3365 ou 3215-1244

Florianópolis (22.10.2005) - O objetivo básicos do Programa, inédito no Estado, é implementar um sistema de trabalho integrado nas áreas da propriedade intelectual e da transferência de tecnologias protegidas com institutos de pesquisa, instituições de ensino superior e empresas envolvidas com CT&I em Santa Catarina. Envolve um plano de educação e sensibilização nas organizações e na sociedade sobre a importância, os objetivos e princípios de gestão da propriedade intelectual. Esse processo educativo destina-se aos níveis diretivo, gerencial, coordenadores, responsáveis técnicos e pesquisadores, segundo confirmou o Presidente da FAPESC, professor Rogério Portanova.

Segundo a Coordenadora do Programa na FAPESC, Daniela de Abreu Santos, o PROGEPI tem como política de ação, para 2006, a capacitação de recursos humanos com efeito multiplicador, a implementação da Rede Estadual de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia, bem como o fomento de pesquisas acadêmicas no âmbito do Observatório Catarinense da Propriedade Intelectual, previstos pelo Programa.
Em 2007, as ações implementadas serão fortalecidas e aprofundadas e será priorizado o fomento à difusão da efetiva proteção e ao licenciamento de novas tecnologias em Santa Catarina. Tais ações demandam um sistema de informações, consulta ao estado de técnica e gestão da propriedade intelectual e comercialização de tecnologia. “A partir disso, será possível uma transformação institucional da FAPESC, potencializando sua vocação e função social enquanto gestora de recursos financeiros para CT&I” informou. Também frisou que “pela difusão da cultura e pela efetiva proteção por meio da propriedade intelectual dos conhecimentos gerados no Estado, pode-se alcançar o retorno social dos investimentos públicos, pela exploração de seus resultados, rumo ao desenvolvimento sócio-econômico sustentado”.

Comunicação Social da FAPESC. (48) 3215-1244 ou 9113-3365


Biguaçú Inaugurou Incubadora de Tecnologia com Apoio da FAPESC
Fonte: Randolfo Decker - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Biguaçú, SC ( 13.10.2005) – O Centro de Inovação e Tecnologia de Biguaçú – CITeB, incubadora de empresas de base tecnológica, foi instalada no município com o apoio do Governo do Estado, através da Fundação de Apoio à Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado de Santa Catarina – FASPESC. O empreendimento contou com parceria de outras instituições: Prefeitura Municipal de Biguaçú, Associação Comercial e Industrial local, Sociedade Educacional de Santa Catarina-SOCIESC e a Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI. A solenidade inaugural contou com a presença de gerentes e Coordenadores da FAPESC, representantes das entidades parceiras e do Secretário de Estado de Educação, Ciência e Tecnologia, professor Antônio Diomário de Queiroz.

Com 250 metros quadrados de área construída e capacidade de reunir 10 empresas de base tecnológica (cerca de 50 estão inscritas esperando a seleção), essa é a primeira incubadora nova, selecionada e oiada através do Edital FAPESC nº 002/2004. Mais dois empreendimentos idênticos estão sendo instalados nos municípios de Itajaí e Brusque. Cada uma recebeu R$ 70 mil da Fundação para concretizar os projetos. O Edital foi lançado no ano passado, uma parceria entre FAPESC e SEBRAE/SC, prevendo investimentos de R$ 800 mil, no total. Foram selecionadas e serão apoiadas mais duas (02) incubadoras em fase de consolidação (FUNOESC-Videira e UNIPLAC-Lages). Outra incubadora, sediada pela FURB-Blumenau, foi selecionada para capacitação de gestores, segundo confirmou o coordenador de projetos desse edital, engenheiro Gerson Bortoluzzi, da FAPESC. Adiantou que o SEBRAE apoiará outras sete incubadoras já consolidadas, como a SOFTVILLE e MIDville (Joinville), UNOCHAPECÓ (Chapecó), TECNOVALE (Joaçaba), CELTA , GENESS e ACATE (Florianópolis).

O gerente da Incubadora de Biguaçú, João Braz da Silva, informou que CITeB, em termos de infra-estrutura, conta com recepção comum às empresas que funcionarão no local, auditório e sala de videoconferências, além de tecnologias como Internet de banda larga e telefonia. Apoio como recepcionista, Office-boy e assessoria contábil, financeira, comercial, jurídica e de recursos humanos. Testes e ensaios em laboratórios serão realizados nas entidades parceiras e em empresas locais. Além de outros serviços ofertados, como pesquisa e desenvolvimento de produtos e de profissionais, as empresas incubadas terão apoio no relacionamento e acesso às entidades de fomento à pesquisa e desenvolvimento tecnológico, como universidades, centros de pesquisa (estaduais e nacionais), FAPESC, FINEP, ANPROTEC, entre outras instituições.

Inicialmente, a incubadora de Biguaçú, em pleno funcionamento, vai gerar 30 postos de trabalho diretos e três mil indiretos na região, principalmente fornecedores de serviços e produtos. Poderão se instalar somente empresas com produtos e/ou serviços inovadores e com uso de tecnologia de ponta, com condições de se desenvolverem de forma sustentável.

Fonte: Coordenação de Comunicação Fapesc. Contato: (48) 3215 – 1244 , com Randolfo Decker ou Moacir Loth.


Portanova lança idéia da Biobrás, na Câmara dos Deputados
Fonte: Randolfo Decker - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


A Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira (5) uma sessão em homenagem à 2º Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A solenidade foi aberta pelo deputado Inocêncio Oliveira, que destacou a importância do tema para o conhecimento da população e para o desenvolvimento do País. "É importante que a Câmara como Casa do desenvolvimento nacional prestigie iniciativas tão importantes".
Durante a sessão, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) lançaram um carimbo em homenagem à Semana. O secretário-executivo do (MCT), Luis Fernandes Rabelo, compareceu à cerimônia e disse que a parceria levará a todo o Brasil a imagem do projeto, que é tão importante para popularizar a ciência no País.

No seu discurso, Luis Fernandes agradeceu o apoio da Câmara na aprovação de projetos e disse que na atual sociedade do conhecimento não existe a possibilidade de desenvolvimento sem medidas efetivas que apoiem a ciência e a tecnologia.
O secretário para Inclusão Social do MCT, Rodrigo Rollemberg, também compareceu ao evento e afirmou que os institutos do Ministério durante toda a Semana estão de portas abertas, com o objetivo de aproximar a ciência da população brasileira, sendo um instrumento transformador da realidade social.

O Presidente da FAPESC, Rogério Portanova, representando o Conselho Nacional de Secretários de Ciência e Tecnologia apresentou o Projeto Sistêmico Integrado do Conselho, que fortalece o Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação, numa perspectiva de descentralização para a inclusão científica e tecnológica incluindo os municípios. Destacou, ainda, a importância da II Semana de Ciência e Tecnologia e a iniciativa deste evento no Congresso Nacional, valorizando o Congresso como o maior laboratório para a cidadania. Ressaltou as circunstâncias que vivemos como sociedade do conhecimento, num contexto de sociedade de risco, que por certo exige ética, moral e moralidade bastante desenvolvida e adequada para o nosso tempo, em que trabalhamos empenhados e com responsabilidade para ampliar a autonomia, a independência e a soberania do Brasil. Analisou a relevância das Políticas e Programas do MCT, destacando como abragente e integrador do ponto vista das políitcas públicas o Programa de Biodiesel e lançou a proposta de criação da BIOBRAS, empresa brasileira responsável para o desenvolvimento do mercado, nacional e internacional, da produção de biocombustíveis brasileiros, a exemplo da criação da Petrobrás em 1953 e da Petrobrás, na década de 60, estimulado pelo movimento "O petróleo é nosso".

Ainda nesta data, a Frente Plurissetorial em Defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação reuniu-se às 15h, no Auditório Freitas Nobre e realizou as palestras O panorama da água no Brasil e A educação científica no Brasil. Quinta-feira (6), às 9h30, haverá uma audiência pública, no Plenário 13, no Anexo II, para discutir o papel dos Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) como agentes de inclusão social.

Projetos da PITCE recebem R$ 343 milhões dos Fundos Setoriais neste ano, apenas neste ano, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), aportou R$ 343,3 milhões em recursos não-reembolsáveis em ações da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE). São R$ 120 milhões para 11 chamadas públicas e R$ 223,3 milhões para nove encomendas, contemplando um total de 973 projetos.

O balanço foi apresentado na tarde de hoje (5) pelo secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luis Fernandes, e pelo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Odilon Marcuzzo do Canto. "Desde o início das discussões sobre a política industrial, estamos concentrando esforços em inovação e focamos mais de 60% dos recursos disponíveis dos fundos setoriais para ações da PITCE", explicou Luis Fernandes.

Em 2004, para atender 913 projetos, fruto também de 11 chamadas públicas e nove encomendas, os investimentos destinados diretamente à Política Industrial somaram R$ 243 milhões. A concessão de crédito para projetos de inovação em empresas totalizam, em 2005, R$ 650 milhões em recursos reembolsáveis, dos quais 80% também se destinam a projetos prioritários da Política Industrial. O maior beneficiário é setor de bens de capital, com um total de 41% dos recursos.

A carteira de projetos ainda em análise na Finep envolve outros R$ 900 milhões, dos quais R$ 350 milhões deverão ser liberados até o final do ano.

"Os números mostram que estamos finalmente entendendo que não existe desenvolvimento industrial sem investimentos em tecnologia e aporte no conhecimento", declarou Odilon Marcuzzo.

Apoio financeiro
A Finep apóia financeiramente projetos voltados para o desenvolvimento científico, tecnológico e inovador de empresas e instituições de pesquisa, com recursos reembolsáveis e não-reembolsáveis. O apoio financeiro não-reembolsável é feito com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), formado em sua maior parte com recursos dos Fundos Setoriais.
Os financiamentos reembolsáveis, viabilizados por meio do Programa de Incentivo à Inovação nas Empresas Brasileiras (PROINOVAÇÃO), são realizados com recursos próprios ou decorrentes de fontes como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND). As condições de financiamento, nesses casos, são mais atrativas que as vigentes no mercado, hoje em torno de 4,75% ao ano.

Empresas de bens de capital como Marcopolo, Weg, Randon e Lupatech receberam financiamento de R$ 150 milhões. A Brascan Energética, distribuidora de energia e o Operador Nacional de Sistema (ONS) tiveram financiamento de quase R$ 40 milhões a projetos que devem impactar a matriz energética brasileira.

No setor de fármacos e medicamentos a Eurofarma Laboratórios Ltda. recebeu aporte de R$ 11 milhões para substituir cinco medicamentos. A Cristália produtos Químicos e Farmacêuticos recebeu financiamento de R$ 9,2 milhões para desenvolver produtos que substituam as importações.

Incubadoras
Além disso, com recursos próprios ou provenientes do FNDCT, a Finep auxilia empresas inovadoras por meio do aporte de verbas em fundos de capital de risco e do apoio à incubadoras de empresas e parques tecnológicos. Através da Incubadora de Fundos Inovar, a Finep já comprometeu cerca de R$ 80 milhões em nove fundos de capital de risco. A expectativa é que, nos próximos três anos, sejam beneficiadas cerca de 100 empresas de tecnologia.
No âmbito da renúncia fiscal, pelo terceiro ano consecutivo, a Finep protocolou pleitos à subvenção econômica das empresas executoras de Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI) ou Programas de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário (PDTA). Este prazo foi estabelecido conforme o Artigo 7º da Portaria nº 862, de 27 de novembro de 2003, do Ministério da Ciência e Tecnologia. O incentivo é proveniente de uma cota do Fundo Setorial Verde-Amarelo e o valor total para este ano é de R$ 2,8 milhões.
Em 2003, o valor destinado à subvenção foi de R$ 9,3 milhões para oito empresas. Em 2004, foram destinados R$ 8,7 milhões para seis empresas e, em 2005, a demanda é de R$ 75,3 milhões para 18 empresas.

(Com colaboração de Vera Marina - Assessoria de Comunicação da Finep)
Assessoria de Imprensa do MCT, Brasilia, 05/10/2005.

Incubadora na Serra é realidade
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Instalada na Uniplac, a Incubadora Empresarial MIDILages (Microdistrito de Base Tecnológica de Lages), que terá função fundamental e estratégica para o desenvolvimento da Serra Catarinense, já é uma realidade.

Transformando idéias e conhecimentos em produtos e serviços tecnologicamente inovadores, o MIDILages, a exemplo das demais incubadoras e parques tecnológicos, segundo o presidente da Fapesc, Rogério Portanova, contou com a participação de parceiros locais, estaduais e nacionais.

Homenageado no lançamento, Portanova destacou, agora que o MIDILages entrou em funcionamento, o papel das incubadoras para o desenvolvimento regional e sustentado. “As incubadoras geram oportunidades de emprego e renda nas regiões, mantendo o equilíbrio social e econômico nas comunidades locais”, sustentou.

SC opta por geração de energia sustentável
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Estado se associa ao Programa Nacional de Sistemas Células e Combustível

A Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, através da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica (Fapesc), está gestando o Programa Catarinense de Energia Limpa e Renovável. A iniciativa do presidente da Fapesc, Rogério Portanova, ganhou impulso agora com a realização de uma reunião técnica nacional, em Florianópolis, em torno do Programa Brasileiro de Sistemas Células a Combustível (“equipamentos capazes de converter a energia química de certos combustíveis em energia elétrica”).

Na reunião fechada realizada na Fapesc, que definiu estratégias e linhas de ação do Programa, participaram 30 pessoas, representando universidades, empresas, Governo e ONGs. O Programa prevê a implantação de quatro ou cinco redes de pesquisa e desenvolvimento. Santa Catarina reivindica a condição de ser uma espécie de sub-rede do programa nacional. Segundo o professor Antônio Rogério Souza (Fapesc), que coordenou a reunião, “o Estado quer assumir a integração das redes”.

O desafio é promover ações integradas e cooperadas que viabilizem o desenvolvimento da tecnologia de sistemas células a combustível, incluindo a produção, o armazenamento e a distribuição do hidrogênio.

Esta forma de gerar energia, explica Souza, dispensa a combustão e, além de mais eficiente, é bem menos poluente do que os equipamentos atualmente usados.

O Programa Nacional é mais centrado na questão da economia de energia. O programa catarinense avança no sentido de também promover a geração direta de energia limpa.

Envolvendo os centros tecnológicos, o Senai, a UFSC, a Udesc, o Sistema Acafe, a Epagri e toda a rede científica e tecnológica pública e privada, o Programa Catarinense de Energia Limpa priorizará, entre as fontes energéticas, o biogás, o carvão mineral, o gás natural e a biomassa. “Isso sempre na perspectiva da geração limpa, ou seja, gerar hidrogênio para células a combustível”, lembrou o presidente da Fapesc, Rogério Portanova, mentor do projeto catarinense.

O Programa, reforça Portanova, exigirá um esforço conjugado para desenvolver tecnologias de geração de energia a partir de fontes limpas, visando privilegiar o desenvolvimento sustentado de Santa Catarina.

A Fapesc está iniciando o planejamento estratégico, devendo lançar os editais de pesquisa do Programa ainda até o final do ano.

Antônio Rogério Souza adianta que o Estado pretende desenvolver dois protótipos. Um seria no sistema móvel (um carro, por exemplo). O outro, no sistema estacionário, deverá ser uma casa. Os protótipos poderão ser integrados ao megaprojeto Sapiens parque, previsto para ser instalado no norte da Ilha de SC. A idéia, por exemplo, é utilizar a novidade energética para o futuro centro administrativo daquele empreendimento de base tecnológica.

O presidente da Fapesc, Rogério Portanova, mantém aceso na mente o “apagão” e alerta que “o maior desafio que se avizinha diz respeito justamente à produção de energia”. Ao justificar a associação do Estado ao Programa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), argumenta que é necessário avançar na produção de hidrogênio através de seus variados procedimentos. “A conseqüência deste processo é uma brutal economia nos impactos ambientais, uma vez que o hidrogênio é abundante e não polui a atmosfera”, sustenta.

O pesquisador está convicto de que esta alternativa “pode mudar por completo a forma como o Brasil encara a sua matriz energética”.

O Programa Brasileiro de Sistemas Células a Combustível (Procac) foi oficialmente instituído em 2002 pelo MCT. Mas faz parte, na verdade, da Política Brasileira de Hidrogênio, concebida pelo Ministério de Minas e Energia.

A busca de SC e do Brasil é por “novas tecnologias para a geração de energia limpa que façam uso mais eficiente dos recursos naturais e renováveis, evitando prejuízos ao meio ambiente”.

O Programa, que exige conhecimentos, parcerias e grupos multidisciplinares (física, engenharias, eletroquímica, combustível a hidrogênio, sistemas de eletrólise etc), abarca uma variedade de recursos fósseis, renováveis e também gerados a partir da eletricidade.

De acordo com os seus idealizadores, o Programa Catarinense pode ser uma solução para SC e uma alternativa para o País.

Contatos e entrevistas com:

Rogério Portanova – (48) 215-1212 / 9962-2083; e
Antônio Rogério Souza – (48) 9612-4680.

Política para manejo sustentável do pinheiro brasileiro
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


SC está debatendo a estruturação de uma política sustentável de manejo dos remanescentes naturais da floresta com araucárias. Para isso, é consensual a necessidade da continuidade das atividades do Inventário Florístico Florestal, atualmente gerenciado pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Para esta finalidade, conforme adiantou o presidente da Fapesc, Rogério Portanova, foram orçados R$ 2,2 milhões.

A discussão mobilizou cerca de 50 pesquisadores do Estado, em Lages, durante o Seminário de Manejo Sustentável da Araucária e do Xaxim, organizado pela Assembléia Legislativa. A Fapesc esteve representada pelas coordenadoras de Projetos, Adriana Dias e Márcia Patrícia Hoeltgebaum, e pelo diretor de política agropecuária, Zenório Piana. O evento contou também com representantes da Fatma, Epagri, Udesc, Ministério Público Federal, além de agricultores e lideranças da comunidade local.

De acordo com Adriana Dias, a Fapesc vai responsabilizar-se pelos resultados técnico-científicos que “sustentarão as políticas de conservação e manejo das espécies ameaçadas ou não da mata atlântica catarinense”.

Outras informações com Zenório Piana, Adriana Dias e Márcia Patrícia Hoeltgebaum, na Fapesc, pelos fones (48) 215-1212 e 215-1213.

Ciência acessível
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


A UFSC abriu dia 14 no Campus, em Florianópolis, a 5ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex). São 120 estandes, 1870 painéis de pesquisas, 600 experiências de iniciação científica e 5.300 vagas preenchidas nos cursos e oficinas.

O reitor Lúcio Botelho destacou a contribuição da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia e da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica (Fapesc).

Também elogiou a integração da Secretaria de Educação de Florianópolis e agradeceu ainda a compreensão do movimento grevista, representado pelo Sintufsc, /Apufsc e DCE. “A Sepex é hoje um elo necessário da universidade com a sociedade”, concluiu.

Governador assinou convênio com o MCT para Tratamento de Dejetos Suínos em SC
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Aprovados R$ 700.000,00 para controle ambiental

O primeiro resultado da reunião do Fórum Catarinense Permanente para o Controle da Poluição Ambiental por Dejetos Suínos, realizada em Fraiburgo, o governador do Estado Luiz Henrique da Silveira, assinou convênio com o Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT no valor de R$ 700 mil, para implantação de um programa de validação de tecnologias para o manejo, tratamento e valorização dos dejetos suínos em Santa, visando o controle ambiental nas regiões afetadas.
Desse montante, R$ 450 mil serão repassados pelo MCT e R$ 250 mil serão liberados pela Fundação de Apoio a Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – FAPESC. O projeto vai beneficiar pequenos e médios produtos suínos. Dentre as instituições beneficiadas com os recursos estão a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI, a Universidade Federal do Estado de Santa Catarina - UFSC, a Universidade do Oeste do Estado de Santa Catarina - UNOESC e a Empresa Brasileira Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA.
O presidente da FAPESC, Rogério Portanova, confirmou que o projeto prevê a realização de estudos e pesquisas para validação de tecnologias de manejo, tratamento, armazenamento e valorização de dejetos suínos na recuperação do meio ambiente e na disseminação da informação. “A poluição ambiental por dejetos suínos em Santa Catarina é um dos maiores problemas do setor agropecuário catarinense e faz-se necessário enfrentá-lo com ações concretas de pesquisa e extensão rural”, frisou.

Na reunião do Fórum realizado em Fraiburgo, a EPAGRI sugeriu quatro linhas de ação para resolver o problema: 1) tecnologias adequadas; 2) definição de políticas e medidas legais; 3) incentivos e instrumentos econômicos e; 4) educação para redução da poluição por dejetos. Em relação a primeira ação, a FAPESC tem muito a contribuir já que um de seus objetivos é conceder recursos financeiros para projetos de ciência, tecnologia e inovação, segundo o diretor de pesquisa agropecuária da Fundação, Dr. Zenório Piana. Nos últimos anos a FAPESC também vinha apoiando outro projeto (Arranjo Produtivo), com o mesmo objetivo, envolvendo também a empresa Perdigão, UFSC, UNOESC, EMBRAPA e EPAGRI/FUNDAGRO. beneficiando pequenos e medidos produtores das regiões Oeste e Sul de Santa Catarina.


Contatos: Dr. Zenório Piana. Fones: (48) 215-1230 ou 9931-0777

Ciência e sociedade
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está dando um exemplo concreto ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) de como se pode difundir e popularizar a ciência, a tecnologia e a inovação.

Novamente com efetivo auxílio da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc), a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão está coordenando a organização da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), que, aliás, já conquistou um lugar no calendário.

Mostrando num momento crucial, isto é, de greve das universidades federais, a riqueza e a importância vital da sua produção social, cultural, científica e tecnológica para a sociedade, a Universidade catarinense coloca à disposição do público, no período de 14 a 17 de setembro, no campus da Trindade, em Florianópolis, cem estandes e 1.280 painéis sobre projetos desenvolvidos pela comunidade universitária (docentes, servidores e estudantes), além de 602 experiências de iniciação científica. (Eis aqui uma excelente oportunidade para dizer ao povo a que vem a universidade e justificar as razões do movimento paredista).

Ainda no campo da democratização e divulgação do conhecimento, a Editora da UFSC (EdUFSC) inseriu no evento a segunda edição da Feira do Livro Universitário, que já conta com a presença de 11 editoras brasileiras. Enriquece também a Sepex a presença dos 800 participantes do XXIII Seminário de Extensão da Região Sul (Seurs), reunindo as universidades públicas de SC, RS e PR.

Integrando as comemorações dos 45 anos da UFSC, a Sepex, que espera a presença de 40 a 50 mil pessoas, é, também, um aquecimento para a 58ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em Florianópolis no período de 16 a 21 de julho de 2006. Mais uma vez o público estimado deve ultrapassar os 40 mil. (O presidente da SBPC, Ennio Candotti, acaba de fazer uma visita de reconhecimento ao Campus).

Mas a Sepex é, sobretudo, uma prévia para o Governo Federal que programou para outubro ( 3 a 9) a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia ( http://semanact2005.mct.gov.br ), que deverá “espalhar” CT&I em mil municípios brasileiros, mobilizando, para tanto, universidades, museus, escolas, governos, entidades, imprensa e, evidentemente, a população.

Sepex, Seurs, Semana de Ciência e Tecnologia, Reunião Anual da SBPC, enfim, pauta não faltará aos meios de comunicação social. Popularizar a ciência não parece tão distante. A produção científica existe em quantidade e qualidade no Brasil. E o público gosta de ler, ver e ouvir sobre ciência!

Jornalismo científico? Como diria José Hamilton Ribeiro, ex-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC), achamos que jornalismo basta!

Fatma concede Licença Ambiental ao Projeto Sapiens Parque
Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação


O governador Luiz Henrique anuncia quarta-feira (14), às 10h, a liberação da Licença Ambiental Prévia concedida pela Fatma para o empreendimento Sapiens Parque, no Norte de Florianópolis. A licença é a confirmação de viabilidade ambiental do Projeto e, sua divulgação, marca o início do Sapiens Parque.

Está previsto para os próximos 30 dias o início dos projetos executivos de implantação do Parque, visando a obtenção da Licença Ambiental de Instalação (LAI). A primeira obra confirmada será a reforma do Casarão da antiga colônia penal, que servirá como sede da Sapiens S.A. durante a primeira etapa, denominada Fase Zero, de implantação do Parque.

O Sapiens Parque tem o objetivo de fortalecer os setores econômicos de Florianópolis como o turístico, de serviços e tecnologia, dando prioridade às questões como o meio ambiente e o bem estar da sociedade. Com isso, está planejada uma série de empreendimentos públicos e privados, como arena multiuso, parque natural, centro de serviços para comunidade, centro de eventos e de convivência, hotéis, museus, centros gastronômicos e de compras, centros de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico. Além de empresas e organizações não governamentais que em conjunto irão atuar no desenvolvimento da região.

A implantação total do Sapiens Parque prevê cinco fases que serão realizadas ao longo dos próximos 15 anos. Os resultados finais incluem a geração de 30 mil empregos diretos, dos quais cerca de 18 mil são de nível superior, R$ 1,5 bilhão de investimentos privados, R$ 1,3 bilhão de receitas anuais. O Projeto será implantado em uma área de 4,5 milhões m² pertencente à CODESC e ao Governo do Estado, localizada em Florianópolis, no norte da ilha, a 25km de distância do centro da cidade. O Sapiens Parque abrange os balneários de Canasvieiras, Cachoeira do Bom Jesus e Vargem do Bom Jesus.

O Projeto tem a parceria do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Esporte e Turismo, Prefeitura Municipal de Florianópolis, Universidade Federal de Santa Catarina e Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (FAPESC).

Sul quer investimentos em áreas estratégicas da CT&I
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

Esta foi uma das propostas da Carta de Florianópolis, aprovada no encerramento da Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia & Inovação, O texto final do documento, que lista as propostas que a Região Sul tem para o setor, será levado para discussão na 3ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que o MCT promove em Brasília, nos próximos dias 16, 17 e 18 de novembro.

Mais de 220 pesquisadores, empresários e representantes de organizações governamentais e não-governamentais reuniram-se durante a terça-feira, dia 9, em 16 grupos de trabalho para discutir como a C&T e a inovação podem ser usadas como estratégia para o desenvolvimento do país.As especificidades regionais e as propostas do Sul para o setor foram debatidas dentro de quatro grandes temas: Geração de Riqueza, Inclusão Social, Cooperação de Interesse Regional e Gestão e Regulamentação.

Entre as propostas estão a criação de fundos de apoio à CT&I, o desenvolvimento de um fundo setorial de CT&I para inclusão social com recursos oriundos do sistema financeiro e o estímulo a formação de ecoparques – grupos de empresas baseadas no conceito de Ecologia Industrial.

A Região Sul reivindicou ainda um maior espaço no cenário nacional, priorizando investimentos nas suas áreas estratégicas, como carvão, agricultura, suinocultura e madeira. Os participantes querem também editais que valorizem as instâncias municipais e regionais na avaliação das propostas, incluindo a chancela das mesmas, representadas por um conselho de CTI local, a exemplo do que ocorre através do sistema de Coredes (Conselhos Regionais de Desenvolvimento) no RS e que a Reforma Universitária leve em consideração as especificidades do desenvolvimento local e regional.

Ainda segundo a Carta, é necessário estabelecer mecanismos que valorizem a produção de artigos, dissertações e teses voltados à solução de problemas locais/regionais, com reflexos concretos nas carreiras dos pesquisadores, e na avaliação das instituições a que estão vinculados, criando incentivos à criação de Conselhos Municipais de CTI e estabelecendo políticas que privilegiem o apoio a Sistemas Setoriais de Inovação (SSI) voltados ao agronegócio, sobretudo de cunho familiar.

O documento tirado hoje quer ainda privilegiar políticas voltadas ao desenvolvimento social de forma a garantir a qualidade de vida local com sustentabilidade ambiental, e garantir que as políticas em CTI que visem o estímulo ao desenvolvimento local tenham a flexibilidade necessária para serem adaptadas à diversidade de ambientes territoriais a que venham ser aplicadas.

Outra reivindicação é a de que haja uma flexibilização dos aspectos trabalhistas associados as atividades vinculadas a CTI, reforma tributária com políticas de incentivos a novos empreendimentos de base tecnológica e programas de incentivo progressivos para empresas participantes de programas formais de CT&I.
É fundamental priorizar os impactos sociais e peculiaridades regionais na avaliação de projetos de CTI.A Carta de Florianópolis pede igualmente um programa de divulgação agressiva dos resultados obtidos na participação das empresas em programas de CTI, (modelos bem-sucedidos de casos empresariais e arranjos institucionais), via feiras, anúncios, matérias, e apoio financeiro a programas com atores, em projetos associativos envolvendo universidades, empresas, ONGs e outros setores.

Pelo documento é essencial divulgar e multiplicar ações bem sucedidas de C&T e Inovação no âmbito da inclusão social, já realizadas pelas IES; incentivar a manutenção e a implantação dos mais diversos tipos de incubadoras, como política de apoio a empreendimentos, pautada no planejamento estratégico, contextualizada nas demandas locais e regionais; realizar um diagnóstico das potencialidades existentes dos setores produtivos e elaborar um prognóstico para médio (10 anos) e longo prazos (20 anos).

SC busca em Brasília parcerias para educação e ciência
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

Diomário e Portanova pretendem ampliar espaço político e abrir novos canais junto aos órgãos de fomento

O secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Diomário de Queiroz, e o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de SC (Fapesc), Rogério Portanova, estão em Brasília para participar da assinatura de convênios e integrar os trabalhos da reunião conjunta do Fórum Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência e Tecnologia e do Fórum Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa. Diomário entrega três projetos para o ministro da Educação, Fernando Haddad, com vistas ao fortalecimento do ensino médio. Marca presença também na assinatura de convênio do Programa de Desenvolvimento do Ensino Médio (Promed), que prevê recursos da ordem R$ 6 milhões para SC.

Na qualidade de Diretor Regional Sul do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), o presidente da Fapesc relatará as preocupações e prioridades da Região Sul. Rogério Portanova fará um relatório completo da Conferência Regional Sul de CT&I, cujas 180 propostas aprovadas já se encontram divulgadas no site da Fapesc ( www.fapesc.rct-sc.br/crcti ). Apresentará também material sobre a repercussão junto à imprensa e à sociedade. As atividades do Fórum serão desenvolvidas nos dias 1º e 2 de setembro no auditório do Carlton Hotel. Ontem(31), Diomário e Portanova prestigiaram a inauguração da sede do Consecti no edifício da Agência Espacial Brasileira.

O atual presidente do Consecti é o secretário de Ciência e Tecnologia da Bahia, professor Rafael Lucchesi. Já o Fórum das Fundações de Amparo é coordenado pelo presidente da Fundação Araucária do Paraná, Jorge Bounassar Filho.

A Fapesc terá uma boa oportunidade para ampliar as suas parcerias com o Governo Federal. A programação prevê, por exemplo, um debate sobre “Parcerias com os estados em 2006” . Fará parte da mesa de trabalhos o novo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Odilon Marcuzzo do Canto, um amigo de SC e ex-colega do professor Diomário de Queiroz no tempo em que integravam a direção da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

O ministro do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que não pôde comparecer à Conferência Regional organizada por Rogério Portanova em Florianópolis, agora garantiu presença nos Fóruns.

O presidente do CNPq, Erney Camargo, antecipará uma panorâmica sobre as parcerias com os estados. Será apresentada igualmente uma “proposta de aliança em prol do empreendedor brasileiro”.

Com mediação do presidente do Consecti, Rafael Lucchesi, será debatido o tema “INPI e as Redes de Propriedade Intelectual”. Estará na mesa o secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Roberto Jaguaribe.

Após o relatório de atividades do Consecti, a Comissão Especial de Assuntos Parlamentares, coordenada pela secretária de CT&I de Goiás, Raquel Alessandri, apresentará plano de atuação política junto às assembléias legislativas e ao Congresso Nacional. E Aldair Rizzi, do Paraná, desenvolverá o Plano de Trabalho da Comissão Especial para a Reforma Universitária.

Sob a coordenação de Jorge Bounassar Filho, o Fórum das Fundações fará uma avaliação das parcerias desenvolvidas com o Governo Federal. A Embrapa terá, durante a reunião, a oportunidade de divulgar os resultados do “Programa do Genoma da Banana”.

A Rede Comunitária de Educação e Pesquisas será mostrada pelo Consecti e pelo diretor geral da Rede Nacional de Pesquisa (RNT), professor Nelson Simões.

Para concluir os trabalhos, haverá uma avaliação das Conferências Regionais pelo MCT. O presidente da Fapesc, Rogério Portanova, fará o relato da Conferência Regional Sul, que ofereceu 180 sugestões para enriquecer a III Conferência Nacional, prevista para novembro em Brasília. Pelo MCT participam da avaliação o coordenador geral da III Conferência Nacional, Carlos Aragão; o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, Evandro Mirra; e o coordenador das Conferências Regionais, Gonzalo Enriqez.

Outras informações com Diomário de Queiroz (48) 9969-1045; e Rogério Portanova (48) 9962-2083.

Pesquisadora participa de livro lançado pelo Banco Mundial
Fonte: Randolfo Decker/Assessoria de Comunicação- FAPESC

O Banco Mundial acaba de publicar edição em inglês do livro “Higher Education em Latin América: The International Diomension”.

Fruto de um projeto de pesquisa financiado pelo referido banco, para o qual foram convidados experts em internacionalização de Educação Superior da América Latina e Europa, o livro, com 387 páginas, tem a pesquisadora Sônia Pereira Laus, da UDESC – Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina, como autora do capítulo referente a Internacionalização da Educação Superior no Brasil. A professora já tem oito artigos sobre o tema em publicações internacionais.

Com lançamento oficial das versões em inglês e espanhol prevista para o mês de outubro, na Colômbia, e da versão em francês pela OCDE, em 2006, a autora brasileira está em busca de uma editora para lançar sua versão em português.

Contatos:

Randolfo (48) 215-1239
Sônia Pereira Laus. Fones (48) 231-1624/ 9983-4950
E-Mail: r4sl@udesc.br

Fapesc incentiva pesquisa já a partir do ensino médio
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

Programa de Iniciação Científica atende 140 alunos e soma investimentos de R$ 134 mil

A Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc) estimula o interesse pela pesquisa já na juventude. Para isso, está desenvolvendo, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Programa de Iniciação Científica Júnior. O desenvolvimento das atividades é acompanhado diretamente pela gerente de Ensino Médio da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Maike Ricci.

Iniciado no segundo semestre de 2003, o programa está beneficiando 140 alunos do ensino médio da Rede Pública Estadual. Somando recursos de R$ 134.400,00, oriundos de convênio com o CNPq, a bolsa paga mensalmente R$ 80,00 por um período de um ano.

Segundo a coordenadora de Projetos da Fapesc, Maria Zilene Cardoso, responsável pelo edital, foram recebidos 172 solicitações de bolsas. Desse total, 140 foram recomendadas “por atenderem os critérios do edital e apresentarem mérito científico”, conforme análise de comissão técnica. O programa conta com o apoio da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia. Foi, aliás, uma das “meninas dos olhos” do ex-secretário Jacó Anderle, falecido recentemente.

O presidente da Fapesc, professor Rogério Portanova, vê na iniciativa a possibilidade de criar uma cultura científica nos vários níveis de ensino. “Esse contato com o pesquisador e o trabalho em laboratório preparam o aluno para a universidade, onde a atividade científica é uma realidade”, salienta Portanova.

O secretário Diomário de Queiroz, ex-presidente da Fapesc, defende uma aproximação estreita da educação com a pesquisa. “A ciência, a tecnologia e a inovação devem permear todos os campos da educação”, afirma. Para Diomário, o estudante deve tomar gosto pela ciência bem antes de chegar ao ensino superior. “Aqui entra o papel fundamental do professor e da escola”, alerta.

Neste ano os bolsistas receberão um reajuste de 25%, ou seja, o valor das bolsas passará de R$ 80,00 para R$ 100,00 mensais. Também existe a expectativa de ampliar o número de beneficiados.

O MCT está anunciando novos investimentos no programa de Iniciação Científica Júnior. Direcionado ao ensino médio, além de prever reajustes, o número de beneficiados deve passar de três mil para cinco mil alunos no País.

Segundo o MCT, o objetivo é “sensibilizar os jovens, sobretudo carentes, para a atividade científica”.

O presidente do CNPq, Erney Camargo, sublinha que a iniciativa “aproxima o jovem do processo de aquisição científica e ajuda a desmistificar a cultura acadêmica”.

O Ministério também prevê melhorias no Programa de Iniciação Científica para graduação (Pibic), que hoje atende mais de 22 mil estudantes brasileiros e cujas bolsas somam R$ 56 milhões, oriundos do CNPq, contemplando diretamente 172 instituições de ensino superior.

Mais informações:

Rogério Portanova – (48) 9962-2083 e 215-1212;

Maria Zilene Cardoso – (48) 215-1206;

Maike Ricci – (48) 9969-3740 e 221-6161.

Grande Florianópolis terá APL eletroeletrônico
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

Evento que começa hoje (23) discute a formação de um Arranjo Produtivo Local para alavancar indústria de eletroeletrônica da região.

A Grande Florianópolis abriga um complexo com cerca de 600 empresas relacionadas à área de eletroeletrônica que geram aproximadamente 6.000 empregos diretos. Somente as 42 empresas instaladas na incubadora CELTA faturam R$ 40 milhões por ano. Existe na região oferta de mão–de-obra qualificada para atender essa indústria – são 30 instituições de ensino superior que oferecem 31 cursos das áreas técnicas relacionadas e outros 32 cursos de nível técnico – e um laboratório modelo no desenvolvimento de placas eletrônicas em pequenas séries, o LABelectron (Laboratório de Desenvolvimento e Teste de Processos e Produtos Eletrônicos), instalado e operado pela Fundação CERTI, com investimento da empresa ALCATEL, através da Lei de Informática.

Estas características fazem da Grande Florianópolis um dos principais pólos de eletrônica do Brasil. O desenvolvimento do APL (Arranjo Produtivo Local) Eletroeletrônico na região será um dos temas do EVENTECH 2005, que começa hoje (23) na sede do LABelectron, em Florianópolis. A proposta é criar as condições para o desenvolvimento do pólo produtivo de empresas do setor de eletroeletrônica que poderão gerar negócios na ordem de R$ 285 milhões dentro de 10 anos, quando o cluster estiver em sua fase madura. A formação do APL na região será tema a apresentação do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, Walter José Gallina e do Superintendente de Negócios da Fundação CERTI, José Eduardo Fiates, hoje(23) às 18h45.

O presidente da CIANET Networking, Norberto Dias, empresa que já foi incubada no CELTA e atua no segmento de eletroeletrônica, avalia que o desenvolvimento do APL na região será muito positivo para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Estado. Além disso, a sinergia obtida entre as empresas que fazem parte do arranjo deverá tornar os produtos catarinenses mais competitivos no mercado mundial. “Nossas exportações podem dar um salto com a ajuda do APL”, afirma.


Ampliação prevê R$ 20 milhões de investimento

Um dos projetos relacionados à formação do APL será apresentado durante o EVENTECH, o LABelectron Nucleador. Trata-se de um projeto de ampliação da atual infra-estrutura, competência técnica e prestação de serviços do LABelectron. O laboratório é o único em Santa Catarina que envolve a prototipagem e montagem de placas de circuitos eletrônicos no modelo de desenvolvimento cooperativo. Hoje já são 35 empresas que utilizam a infra-estrutura do LABelectron para alavancar sua produção. O Laboratório atinge a marca de 25 milhões de componentes inseridos e a produção de 600 mil placas produzidas em pequenas séries.

O LABelectron Nucleador prevê investimentos na ordem de R$ 20 milhões nos próximos 2,5 anos. O projeto já têm assegurados R$ 5 milhões de recursos vindos do Governo Federal, através da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e do Governo de Santa Catarina.

“O projeto tem o objetivo de implementar na região Sul do Brasil um empreendimento modelo para contribuir no desenvolvimento da eletrônica e da microeletrônica brasileira, com potencial para multiplicação do modelo em outras regiões do país”, afirma o Diretor Executivo do Centro de Metrologia e Inovação em Processos da Fundação CERTI, Günther Pfeiffer.


Evento discutirá novas tecnologias

O EVENTECH, que começa hoje(23) e se estende até o dia 25, tem como objetivo principal apresentar o estado da arte em eletrônica e microeletrônica, caracterizar principais tecnologias em Design e Manufatura de Placas Eletrônicas e apresentar tendências tecnológicas na área. Na programação estão especialistas de universidades e centros tecnológicos de referência nacional e internacional, a exemplo do CENPRA - Centro de Pesquisas Renato Archer do Ministério da Ciência e Tecnologia - Campinas, do Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, das Universidades Técnicas de Dresden - inserida em um dos maiores centros de concentração em microeletrônica da Europa, e da Universidade Técnica de Ilmenau, conhecida pelo seu avanço tecnológico na área da Nanotecnologia, ambas na Alemanha.

O público alvo do EVENTECH são as empresas dos setores de eletroeletrônica, tecnologia da informação, comunicação e informática, além de gestores da área de P&D, especialistas da comunidade acadêmica, representantes de entidades setoriais e gestores de programas governamentais de incentivo e fomento à inovação. O evento terá a participação de 16 entidades na programação, incluindo institutos de pesquisa nacionais e internacionais.

Estão programadas reuniões de trabalho, mesa redonda sobre meios de alavancagem da cadeia eletroeletrônica, assinaturas de convênios de cooperação técnico-científicas, II Seminário Técnico LABelectron, Mostra Virtual de Produtos e Tecnologias, Open House, visitas orientadas e a inauguração do LADEPE – Laboratório de Desenvolvimento de Produtos, um laboratório na área de desenvolvimento de placas eletrônicas dentro do LABelectron. O evento acontece na sede do LABelectron, em Florianópolis.

O que é um APL: Segundo a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores), Arranjos Produtivos Locais são iniciativas organizadas envolvendo empresas de um mesmo setor ou cadeia produtiva, localizadas numa determinada localidade, que buscam se diferenciar do mercado por meio de ações coletivas inovadoras. A formação de um APL prevê algumas ações para buscar o desenvolvimento de forma sistematizada das empresas envolvidas: Estruturação de agências de desenvolvimento e fomento, projetos de infra-estrutura, como centros de manufatura de uso compartilhado, laboratórios de teste e certificação de produtos, escritórios de promoção e comercialização, núcleos de capacitação e treinamento, mecanismos sistematizados de importação e exportação.

Serviço:


EVENTECH 2005

Quando: de 23 a 25 de agosto

Onde: Sede do LABelectron. Rua José de Anchieta, s/n (atrás do (atrás do Dimas Automóveis/Escola de Aprendizes da Marinha). Balneário Estreito, Florianópolis.

Abertura: dia 23, às 14h.

Confira a programação completa no site: http://www.lasarcerti.com.br/eventech/

UFSC implanta pólos de ensino a distância em seis cidades do Estado
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

Medida beneficia principalmente professores da rede pública

Foram assinados esta semana na UFSC os convênios e editais para a implantação de seis pólos de ensino a distância nas cidades de Araranguá, Criciúma, Lages, Laguna, Tubarão e Turvo e para o processo seletivo aos cursos de Licenciatura em Matemática e Física. Participaram da assinatura, além dos prefeitos envolvidos, o reitor Lúcio Botelho, o vice Ariovaldo Bolzan, o secretário municipal de Educação, Rodolfo Pinto da Luz, o deputado federal Jorge Boeira, do PT, e o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de SC (Fapesc), Rogério Portanova, que representou o governador Luiz Henrique da Silveira e o secretário de Estado da Educação, Antônio Diomário de Queiroz.

As inscrições estão abertas até 29 de agosto e devem ser feitas no site www.ead.ufsc.br . As provas (Português, Matemática, Física e Redação) serão realizadas dia 18 de setembro, às 14 horas, nas cidades onde estão instalados os pólos. Em cada um deles, serão instalados espaços administrativos, didáticos e de infra-estrutura de apoio ao ensino. O início das aulas está previsto para o dia 10 de outubro.
O candidato precisa especificar na inscrição o pólo no qual deseja estar vinculado, onde deverá freqüentar os encontros presenciais, receber o auxílio dos tutores e realizar as provas. São 250 vagas, 80% das quais destinadas a professores da rede pública e 20 por cento para a comunidade.

Para o prefeito de Lages, Raimundo Colombo, esta é uma excelente oportunidade para o Estado se desenvolver de forma mais uniforme. “Nós apostamos muito nisso”, ratificou Colombo. Já o ex-reitor da UFSC e atual secretário municipal de Educação, Rodolfo Pinto da Luz, acha que a universidade federal encontrou uma forma criativa de se expandir e ampliar o seu leque de atuação. “Foi muito trabalho até chegar a esse ponto”, sintetizou o vice-reitor da UFSC, Ariovaldo Bolzan.
“As pessoas não têm a noção exata da dimensão do ensino a distância a partir da UFSC, considerada a ponta desse processo”, salientou o presidente da Fapesc, Rogério Portanova. Segundo ele, esse é um momento histórico, mas que não tira a importância da luta de se trazer mais uma universidade federal para Santa Catarina.
O deputado Jorge Boeira, do PT, autor da emenda reivindicando os recursos para o projeto, lembrou que esse é um trabalho coletivo e um processo irreversível. Com ele fez coro o reitor Lúcio Botelho, para quem é necessário se pensar o País de forma conjunta. “A educação é um legado de nossa geração”, arrematou o reitor. “E não existe forma de se crescer sem ciência e tecnologia”.

Florianópolis sedia o Eventech 2005
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

A Fundação CERTI, em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica – Fapesc -, promove de 23 a 25 de agosto o EVENTECH 2005, com o objetivo de disseminar tecnologia referencial em design e montagem de Placas Eletrônicas e apresentar tendências tecnológicas na área. O evento acontece na sede do LABelectron, em Florianópolis. O laboratório é o único em Santa Catarina no desenvolvimento cooperativo que envolve a prototipagem e montagem de placas de circuitos eletrônicos.

O público alvo do EVENTECH são as empresas dos setores de eletroeletrônica, tecnologia da informação, comunicação e informática, além de gestores da área de P&D, especialistas da comunidade acadêmica, representantes de entidades setoriais e
gestores de programas governamentais de incentivo e fomento à inovação. O evento terá a participação de 16 entidades na programação, incluindo institutos de pesquisa nacionais e internacionais, como o Institute of Circuit Technology and Electronics da Universidade Técnica de Ilmenau e o Center of Microtechnical Manufacturing da Universidade Técnica de Dresden, ambos da Alemanha.

Estão programadas reuniões de trabalho, mesa redonda sobre meios de alavancagem da cadeia eletroeletrônica, assinaturas de convênios e projetos de investimentos, II Seminário Técnico LABelectron, Mostra Virtual de Produtos e Tecnologias, Open House, visitas orientadas e a inauguração do LADEPPE - Laboratório de Desenvolvimento de Placas e Produtos Eletrônicos, um laboratório na área de desenvolvimento de placas eletrônicas dentro do LABelectron.

Confira a programação completa e faça sua inscrição no site www.certi.org.br
Informações com Mariana Baima/Aline Cabral Vaz pelos fones (48) 234.7453 / 9981.9828 / 9971.8446.


Sul quer investimentos em áreas estratégicas
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

Proposta está contida na Carta de Florianópolis, aprovada durante a Conferência de Ciência,Tecnologia & Inovação.
A íntegra do documento pode ser acessada aqui: http://www.fapesc.rct-sc.br/crcti/resulta.html

Maior espaço da Região Sul no cenário nacional, priorizando investimentos nas áreas estratégicas, como carvão, agricultura, suinocultura e madeira e políticas voltadas ao desenvolvimento social de forma a garantir a qualidade de vida local com sustentabilidade ambiental.

Essas foram algumas das propostas da Carta de Florianópolis, aprovada no final da Conferência Regional de Ciência, Tecnologia e Inovação – Regional Sul, realizada nos dias 9 e 10 na Ilha de Santa Catarina. O texto final será levado para discussão na 3ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que o Ministério da Ciência e Tecnologia promove em Brasília, nos dias 16, 17 e 18 de novembro.

Mais de 220 pesquisadores, empresários e representantes de organizações governamentais e não-governamentais reuniram-se em grupos de trabalho para discutir como a ciência, a tecnologia e a inovação podem ser usadas como estratégia para o desenvolvimento do país. As especificidades regionais e as propostas do Sul para o setor foram debatidas dentro de quatro grandes temas: Geração de Riqueza, Inclusão Social, Cooperação de Interesse Regional e Gestão e Regulamentação. Entre as propostas estão a criação de fundos de apoio à CT&I, o desenvolvimento de um fundo setorial de CT&I para inclusão social com recursos oriundos do sistema financeiro e o estímulo a formação de ecoparques - grupos de empresas baseadas no conceito de Ecologia Industrial.

Os participantes querem também editais que valorizem as instâncias municipais e regionais na avaliação das propostas, incluindo a chancela das mesmas, representadas por um conselho de CTI local, a exemplo do que ocorre através do sistema de Coredes (Conselhos Regionais de Desenvolvimento) no RS e que a Reforma Universitária leve em consideração as especificidades do desenvolvimento local e regional.

Ainda segundo a Carta, é necessário estabelecer mecanismos que valorizem a produção de artigos, dissertações e teses voltados à solução de problemas locais/regionais, com reflexos concretos nas carreiras dos pesquisadores, e na avaliação das instituições a que estão vinculados, criando incentivos à criação de Conselhos Municipais de CTI e estabelecendo políticas que privilegiem o apoio a Sistemas Setoriais de Inovação - SSI - voltados ao agronegócio, sobretudo de cunho familiar.

Outra reivindicação é a de que haja uma flexibilização dos aspectos trabalhistas associados as atividades vinculadas a CTI, reforma tributária com políticas de incentivos a novos empreendimentos de base tecnológica e programas de incentivo progressivos para empresas participantes de programas formais de CT&I. É fundamental priorizar os impactos sociais e peculiaridades regionais na avaliação de projetos de CTI.

A Carta de Florianópolis pede igualmente um programa de divulgação agressiva dos resultados obtidos na participação das empresas em programas de CTI, (modelos bem-sucedidos de casos empresariais e arranjos institucionais), via feiras, anúncios, matérias, e apoio financeiro a programas com atores, em projetos associativos envolvendo universidades, empresas, ONG's e outros setores.

Pelo documento é essencial divulgar e multiplicar ações bem sucedidas de Ciência, Tecnologia e Inovação no âmbito da inclusão social, já realizadas pelas IES; incentivar a manutenção e a implantação dos mais diversos tipos de incubadoras, como política de apoio a empreendimentos, pautada no planejamento estratégico, contextualizada nas demandas locais e regionais; realizar um diagnóstico das potencialidades existentes dos setores produtivos e elaborar um prognóstico para médio (10 anos) e longo prazos (20 anos).

Conferência de CT&I mostra que recursos para o setor devem ser descentralizados
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC

A descentralização dos recursos de Ciência, Tecnologia e Inovação e a criação de incentivos para o desenvolvimento de unidades de Pesquisa & Desenvolvimento de empresas de médio e grande porte em ambientes apropriados de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos, foram as principais propostas surgidas no grupo que debateu “P&D nas Empresas do Sul e a Cultura de Geração de Riqueza por meio de CT&I”, durante a Conferência de Ciência, Tecnologia e Inovação – Regional Sul, em Florianópolis.

De acordo com o coordenador do grupo, José Eduardo Fiates, do CERTI/Amprotec, os participantes da mesa procuraram debater as adaptações e melhorias possíveis nas grandes políticas públicas do setor com o objetivo de preparar melhor o setor de CT&I para interagir com a área empresarial e incentivar a própria iniciativa privada a investir em P&D.

Para Fiates, a descentralização dos recursos permitiria uma operação mais ágil e a criação de unidades de P&D em incubadoras e parques tecnológicos ajudaria a “inocular o vírus da CT&I em empresas mais conservadoras, por exemplo”. Outro ponto discutido foi a Lei de Inovação, que está em fase de regulamentação. Segundo Fiates, é fundamental que, “quando forem definidos os incentivos e subvenções para empresas, seja dada ênfase ao aspecto de mercado para prospecção de oportunidades de negócio de CI&I, e não somente às questões relativas à P&D”. Além disso, de acordo com Fiates, é necessário, por meio da Lei de Inovação, valorizar do ponto de vista profissional o acadêmico que desenvolve atividades técnicas e de cooperação com o setor privado, e não considerar apenas a produção de papers.

A Regional Sul é o terceiro dos cinco encontros preparatórios para a 3ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que será realizada nos próximos dias 16, 17 e 18 de novembro, em Brasília. Neste ano, a Conferência discutirá como a ciência, a tecnologia e a inovação tecnológica podem contribuir para o desenvolvimento sustentado do país e terá a missão de convencer a sociedade de que a CT&I deve ser adotada como estratégia para o crescimento brasileiro.

Outras informações(inscrições etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br ; fone (48) 223-5279.

Conferência de ciência e tecnologia apresenta Carta de Florianópolis hoje
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



Documento mostra resultados dos debates e as propostas de ações para a Região

Acontece em Florianópolis, no Hotel Cambirela, a Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia e Inovação, que definirá ações prioritárias para o desenvolvimento de C,T&I na Região. A abertura contou com representantes dos três Estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul –, que atuam tanto nos setores produtivo e acadêmico, quanto nos setores governamental e não-governamental.

O secretário geral da Conferência Nacional, Carlos Alberto Aragão também representou o ministro Sérgio Rezende no discurso de abertura do evento. Aragão reafirmou, como tem feito nas outras Conferências Regionais, que esses encontros ocorrem para convencer a sociedade de que Ciência, Tecnologia e Inovação devem ser adotadas como estratégia de desenvolvimento sustentável do país. "Uma boa gestão e a busca da inovação tecnológica são elementos necessários para a competitividade internacional do Brasil", aponta Aragão, que assumiu a diretoria científica da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos. Pensando na aplicação de C,T&I como forma de progresso para o Rio Grande do Sul, o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Kalil Cehbe Neto, vem trabalhando fortemente para ter, em breve, uma prospecção de C,T&I para os próximos dez anos. "Só sobrevive hoje quem inova, acreditando no desenvolvimento do país", afirma. Essa prospecção será fruto do Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Sul, que deverá ser lançado em outubro deste ano. Segundo Kalil, a Secretaria de Ciência e Tecnologia tornou-se estratégica no governo Germano Rigotto (PMDB-RS), pois adotou como linhas de ação a inclusão social, o desenvolvimento econômico e tecnológico, modernização e diminuição das desigualdades regionais.

A sede da Conferência Sul, Florianópolis (SC), foi representada pelo secretário de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, Diomário Queiroz, que substituiu o governador Luiz Henrique da Silveira na abertura. "A Ciência é fundamental para a formação dos futuros pesquisadores do país". Diomário justificou sua afirmação reiterando a parceria entre C&T e Educação, que define o perfil da secretaria da qual faz parte. "Precisamos aprimorar essa conjuntura política favorável – com o ministro Sérgio Rezende, no Ministério da Ciência e Tecnologia, e com Odilon Marcuzzo do Canto, na presidência da Finep – para traduzirmos nossas competências em programas ousados de Ciência e Tecnologia", completa Diomário.

Os 16 grupos de discussão que compõem a Conferência finalizam seus trabalhos hoje à tarde, quando devem apresentar a Carta de Florianópolis. No documento, estarão os resultados dos debates e as propostas de ações para a Região, que serão levados para a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia, a ser realizada em Brasília, de 16 a 18 de novembro. Também participaram da abertura o representante da Finep de SC e do PR, Rodrigo Coelho, o secretário executivo da ABIPTI, Lynaldo Cavalcanti, o presidente da Fapesc, Rogério Portanova, o presidente da Fundação Araucárias, Jorge Bounassar e o secretário executivo da Conferência Regional Sul, Edgar Lanzer.

Outras informações(inscrições etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br ; fone (48) 223-5279.

Começa amanhã a Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia & Inovação
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



Evento reúne os Estados do Sul dias 9 e 10 em Florianópolis.

A ciência, a tecnologia, a educação e a inovação são estratégicas para o desenvolvimento social, econômico, político e cultural do País. Isso será demonstrado nos debates pautados para a Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia & Inovação, confirmada para amanhã(09) e para o dia 10 no hotel Cambirela, na Capital catarinense. O novo ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, que aposta nos investimentos no setor como saída para a melhoria da qualidade de vida em todas as regiões do Brasil, será representado por Odilon Marcuzzo Canto, novo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

A Conferência Regional Sul é preparatória para a III Conferência Nacional que acontecerá em Brasília nos dias 16, 17 e 18 de novembro. Promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a organização tem a parceria da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc), da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (ABIPTI), além dos Fóruns dos Secretários Estaduais de Ciência e Tecnologia e das Fundações de Amparo à Pesquisa. Cinco conferências regionais antecedem a Conferência Nacional: Manaus, Belo Horizonte, Florianópolis, Recife, Campo Grande. Os debates englobam questões como inclusão social, geração de riqueza, cooperação e interesse regional, e gestão e regulamentação do conhecimento.

Ao final dos debates temáticos e como resultado dos Grupos de Trabalho, segundo informa o presidente da Fapesc e diretor Regional Sul do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Concectc), Rogério Portanova, será produzido a Carta de Florianópolis. Após a aprovação da Carta, serão escolhidos os delegados da Região Sul para a Conferência Nacional.

Fontes:

Fapesc – (48) 215-1212;
Rogério Portanova (presidente da Fapesc: (48) 215-1213 e (48) 9962-2083
Edgar Augusto Lanzer (48) 215-1210
Márcia Patrícia Hoeltgebaum (48) 215-1221)
Antônio Diomário de Queiroz (48) 9969-1045, e-mail: diomario@sed.sc.gov.br
Secretário Geral da Conferência, Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, e-mail: aragão@if.ufrj.br – MCT
Assessoria: Berta Marchiori, fones (61) 2107 – 9300 e (61) 2107-9337 e-mail: berta@informe.jor.br
Raquel Wandelli – Assessora de Comunicação da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia – (48) 221-6161 e (48) 9989-6900.
Outras informações(inscrições etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br
fone (48) 223-5279


SC desenvolve a maior rede de inclusão digital do País
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



Acesso à Internet se aproxima de 100% da população

O Governo Luiz Henrique, através da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc), ligada à Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, coordena e mantém o maior e mais eficiente programa de inclusão digital do País. Implantado pioneiramente no início dos anos 90, beneficia pela Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia (RCT) mais de 20% da população de 5,5 milhões de habitantes do Estado. Ou seja, a RCT alcançou, em 2005, a meta de 1.110.000 usuários. Como as famílias catarinenses possuem, em média, cinco membros, uma pessoa de cada família tem acesso à Internet. Significa que a RCT pode estar chegando a 100% da população.

Ao anunciar os avanços da inclusão digital, o presidente da Fapesc, professor Rogério Portanova, sublinhou a prioridade dada à educação, à ciência, à tecnologia e à inovação. “Com a expansão da RCT, cumprimos um dos objetivos básicos da filosofia do governo de buscar, cada vez mais, a promoção da cidadania por intermédio da inclusão digital e social”, assinalou. Além de abarcar todo o ensino superior, permitindo o intercâmbio dos pesquisadores, a RCT cobre hoje praticamente toda a Rede Pública Estadual de Educação. De um universo de 1.331 escolas, 1.146 encontram-se com registro na RCT. Desse total, 989 escolas já foram conectadas e 157 estão com processo de conexão em andamento. Segundo Portanova , “só aí temos 900 mil pessoas atendidas, contemplando estudantes, professores e funcionários”.

Os coordenadores da RCT, professores Carlos Inácio Zanchin e Julíbio Ardigo, ratificam a preocupação com a educação. Lembram, por exemplo, que “2004 pode ser considerado o ano das escolas públicas na RCT”. Foram 500 novas escolas, isto é, mais de duas conexões por dia útil. O secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, na época dirigindo a Fapesc (antiga Funcitec), entende que a inclusão digital permite, através da informação, proporcionar as condições para a transformação social. “A inovação social e o acesso às novas tecnologias precisam, necessariamente, criar impacto social, mudando a vida das pessoas para melhor”, completou. A RCT, na sua opinião, está atingindo o objetivo da sua criação: “vem viabilizando a inclusão social, via inclusão digital, do cidadão na sociedade da informação e do conhecimento”. Como a Internet é hoje ferramenta fundamental para pesquisa e troca de informações entre pesquisadores e instituições, a RCT tornou-se indispensável para o trabalho da comunidade científica do Estado. Diomário, reafirmando o papel científico da RCT, lembra que o problema inclui mais de 140 mil universitários, o que equivale a 90% do contingente.

A RCT é conceitualmente uma atividade cidadã. Sua estratégia, adotada desde a sua concepção, em 1998, compreende conexões não comerciais à Internet. Inclui, prioritariamente, escolas, universidades, laboratórios, centros e instituições de pesquisa, incubadoras, unidades de educação e saúde, hospitais, bibliotecas, museus e casas de cultura. “A condição é que todos possibilitem o acesso público à Internet, ou seja, escancarem as portas da informação para a população”, adverte o presidente da Fapesc, Rogério Portanova. Há três meses à frente da Fundação, na reunião de avaliação com a equipe e coordenadores de Projetos criou a expectativa de incluir na rede as comunidades pesqueiras do Estado, a exemplo do que já ocorre com os pequenos produtores rurais. “A informação é essencial para o pescador, inclusive para mantê-lo na atividade”.

Os registros de conexão via RCT apontam um crescimento superior a 2.200% desde a sua fundação. Só no ano passado o avanço foi de 80%. Os coordenadores ressaltam que “esta evolução se consolida não somente como um aumento do número de conexões efetuadas, mas, principalmente, pela qualidade dos serviços prestados que ocorreu em conseqüência da ampliação da banda dos circuitos principais e com a modernização da rede”. Os investimentos para o funcionamento da rede superam hoje R$ 1 milhão por mês.

A RCT tem corroborado, efetivamente, para o êxito da política de descentralização e interiorização do Governo Luiz Henrique. O secretário Diomário de Queiroz explica que a RCT “tem, ao longo de sua existência, especialmente no atual governo, capitalizado cada vez mais suas conexões de modo a chegar a todas as regiões do Estado”. Hoje as 30 Secretarias de Desenvolvimento Regional estão conectadas. As necessidades e novas demandas vêm sendo atendidas com a ampliação da banda de conexão, informam os técnicos da Fapesc.

A RCT está presente hoje nos 278 municípios do Estado de SC. O Ministério da Ciência e Tecnologia tem afirmado que a revitalização da CT&I é o caminho possível para o desenvolvimento regional e nacional. Coincide aí a política científica e tecnológica colocada em prática pelo Governador Luiz Henrique com a proposta do Governo Lula: priorizar a desconcentração científica e promover a regionalização da CT&I como saída para um crescimento mais justo e harmonioso.

Na linha da descentralização, o presidente da Fapesc, Rogério Portanova, respaldado pela filosofia da RCT, promete priorizar e caminhar para a desconcentração científica: “Vamos acabar com as panelinhas. Vamos abrir oportunidades para novos doutores. Iremos ao interior”. A RCT, de acordo com o diretor de Administração da Fapesc, Vlademir Piacentini, faz a ponte para a viabilização da política de descentralização do governo do Estado.

No ano passado, o hoje jornalista Felipe Bächtold resgatou, para concluir o curso de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina, a história da RCT. Na sua grande reportagem, intitulada “O Sistema Público de Internet de SC: Pioneirismo e Inclusão Digital”, confirma que a RCT é um “modelo de rede acadêmica no País”. A reportagem, que se assemelha aos originais de um livro, mostra o feito de um grupo de pesquisadores que conseguiu “convencer” diversas instituições sobre a importância da nova tecnologia. O atual coordenador da RCT, Carlos Zanchin, ouvido na reportagem, realça o sentido cidadão da rede: “inclusão digital é uma forma de inclusão social. Não basta levar água e esgoto às pessoas mais pobres; é preciso também levar informação”.

Mais informações:

- com os coordenadores da RCT Carlos Inácio Zanchin: (48) 215-1223 e Julíbio David Arigo (48) 231-9301;
- com o presidente da Fapesc, Rogério Portanova: (48) 215-1212 / 9962-2083;
- com o secretário de Estado de Educação, Ciência e Tecnologia, Diomário de Queiroz: (48) 221-6140 / 9969-1045;
- com o diretor de Administração, Vladimir Piacentini: (48) 215-1202;

SC sedia Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia & Inovação
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



Evento reúne os Estados do Sul dias 9 e 10 em Florianópolis. Ministro do MCT, Sérgio Rezende, mantém compromisso de Eduardo Campos e agenda participação na Conferência.

A ciência, a tecnologia, a educação e a inovação são estratégicas para o desenvolvimento social, econômico, político e cultural do País. Isso será demonstrado nos debates pautados para a Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia & Inovação, confirmada para os dias 9 e 10 de agosto no hotel Cambirela, na Capital catarinense. O evento deverá contar com a participação do novo ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, que aposta nos investimentos no setor como saída para a melhoria da qualidade de vida em todas as regiões do Brasil.

A Conferência Regional Sul é preparatória para a III Conferência Nacional que acontecerá em Brasília, no período de 24 a 27 de outubro. Promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a organização tem a parceria da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc), da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (ABIPTI), além dos Fóruns dos Secretários Estaduais de Ciência e Tecnologia e das Fundações de Amparo à Pesquisa. Cinco conferências regionais preparam a conferência nacional: Manaus (já realizada), Belo Horizonte (em andamento), Florianópolis, Recife, Campo Grande. Os debates centrarão força em questões como inclusão social, geração de riqueza, cooperação e interesse regional, e gestão e regulamentação do conhecimento.

Ao final dos debates temáticos e como resultado dos Grupos de Trabalho, segundo informa o presidente da Fapesc e diretor Regional Sul do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Concectc), Rogério Portanova, será produzido um documento intitulado Carta de Florianópolis. Após a aprovação da Carta, serão escolhidos os delegados da Região Sul para a Conferência Nacional.

A abertura da Conferência Regional está marcada para as 9 horas do dia 9 de agosto, no Cambirela, em Florianópolis. Estão confirmados o ministro Sérgio Rezende e os governadores e secretários de CT&I do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na seqüência, serão iniciadas as atividades dos 16 grupos de trabalho. A Plenária final acontecerá no dia 10, das 8h30min ao meio dia, e referendará os delegados a Brasília e a Carta de Florianópolis.

Nomeado pelo MCT, o secretário da III Conferência Nacional, o físico Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, explica que o papel estratégico da CT&I para o desenvolvimento será demonstrado, em Florianópolis, através da análise de exemplos de sucesso, de obstáculos e gargalos existentes na região; da definição de prioridades, políticas públicas e novos investimentos para a região e, sobretudo, pela formulação de propostas concretas para disponibilizar conhecimento e resultados de pesquisa para alavancar o crescimento regional.

Representando a Fapesc na organização da Conferência, o diretor Científico e Tecnológico, Edgar Augusto Lanzer, chama a atenção para o valor agregado aos produtos e serviços pelo conhecimento. “Ciência, Tecnologia e Inovação, conforme provam os exemplos de sucesso, são imprescindíveis e suficientes para o desenvolvimento nacional”, frisou. Reportando-se aos objetivos da Conferência, o secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Diomário de Queiroz, defende o impacto social da inovação tecnológica, considerando, neste sentido, fundamental a aproximação e a parceria da universidade, do setor produtivo e do governo. “Digo isso já pensando no espírito da nova Lei de Inovação Tecnológica”, assinalou. A Conferência, ainda de acordo com o programa, estimulará e divulgará “projetos regionais mobilizadores que utilizem CT&I como ferramenta para o desenvolvimento regional”.

Para o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (Brasília), Evandro Mirra, as conferências deixam explicitado tudo que a ciência, a tecnologia e a inovação podem fazer pelo Brasil. “As conferências regionais são parte essencial da estratégia e da mobilização, de agregação de valor à Conferência Nacional, mas já são em si um momento de uma extrema validade nesse processo complexo”, disse. Em depoimento à Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (ABIPTI), sustentou que “as conferências regionais assumem um papel decisivo, porque antecipam os debates, universalizando mais esses espaços”. As conferências, pensa Mirra, ganham importância adicional no contexto da nova Lei de Inovação Tecnológica e da nova Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior.

O ministro Sérgio Rezende, substituindo Eduardo Campos, que voltou ao Congresso para reforçar a base de apoio do Governo Lula, exerceu, à frente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) papel importante na valorização da atividade científica nos Estados, aproximando a academia e as empresas no desafio do desenvolvimento local. Rezende tem clareza da importância política e estratégica das conferências, o que fica evidente quando afirma que “as políticas nacionais de CT&I estão no Plano Plurianual (PPA), que, mesmo sendo um dispositivo legal do governo, foi construído com a participação de toda a sociedade”. As Conferências têm, paralelamente, o desafio de mudar a visão e o pouco compromisso do empresariado.

Por exemplo, segundo Rezende, apenas 10% das indústrias brasileiras investem em P&D. Em depoimento à ABIPTI, o ex-presidente da Finep foi enfático: “O que a gente tem de fazer é criar incentivos especiais para quem quer investir em P&D, mas sem deixar morrer de fome quem está fazendo pesquisa de bom nível”. Para os dirigentes da ABIPTI, Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque (secretário executivo) e Ivan Rocha Neto (adjunto), “a interação entre entidades de P&D, universidades e setores produtivos locais é indispensável ao desenvolvimento”. Para eles, o desenvolvimento regional e social passa obrigatoriamente pelas instituições de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. “Políticas de ciência, tecnologia e inovação não podem ser pensadas distante do contexto social, afinal, elas terão impacto para esta e para as futuras gerações”, avisam.

Em entrevista na Unicamp (Inovação), o secretário da Conferência Nacional nomeado pelo MCT, Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, garantiu que as conferências regionais vão ratificar que a ciência, a tecnologia, a educação e a inovação são simplesmente essenciais para o desenvolvimento sustentável do País. Os temas escolhidos, realça, são próprios dos países desenvolvidos, onde se gera e distribui riqueza via inclusão social. Sustenta que deve-se pensar o futuro “cuidando-se de áreas estratégicas”. Ou seja: “Um país desenvolvido tem esquema estável de regulamentação e de gestão do conhecimento que produz. As invés de tolher iniciativas em ciência, tecnologia e inovação, facilita o processo. As conferências, em síntese, partem do pressuposto de que vamos encontrar uma solução brasileira para permitir que a educação, a ciência, a tecnologia e a inovação levem o País ao desenvolvimento”. A Conferência, acrescenta, provará que a CT&I fará a ponte para o desenvolvimento. Eis o grande desafio. “O País ainda produz poucas patentes. Em contrapartida, já é responsável por cerca de 1,5 % da produção acadêmica internacional nas revistas especializadas”, informou. No depoimento à Inovação (Unicamp), advertiu que é preciso agregar o conhecimento científico e tecnológico: entrar com a inovação, isso será o diferencial”. Aragão vislumbra por esse caminho renda e emprego.

A fundamentação teórica dos organizadores pretende buscar base científica nos debates temáticos dos Grupos de Trabalho. No tema “Geração de Riqueza”, serão debatidos, entre outros assuntos, “modelos de inserção de CT&I no desenvolvimento municipal e regional”; “P&D nas empresas do Sul e a cultura de geração de riquezas por meio de CT&I”;” projetos mobilizadores regionais e apoio a empresas de base tecnológica”. No que tange à “inclusão social”, os debates abarcam “educação, emprego e renda: o trabalhador e a inovação”, “cidadania”, “habitação e segurança” e “saúde e meio ambiente”. No tema “Cooperação e interesse regional”, os enfoques estão voltados para “recursos naturais”, “energia”e “cooperação internacional, nacional e regional”. A temática “Gestão e Regulamentação” abrange os grupos de trabalho sobre “Marcos regulatórios”, “indicadores, avaliação e instrumentos de gestão” e “financiamento à CT&I”.

Os coordenadores dos Grupos de Trabalho já estão escolhidos (confira nomes e programação na página www.fapesc.rct-sc.br/crcti/programa.html ). Estão confirmados, por exemplo, o professor Diomário de Queiroz para coordenar o Grupo de Trabalho sobre “Educação”, o professor Rogério Portanova no GT que debate “Recursos Naturais”, o professor Luiz Otávio Pimentel (UFSC), “Marcos regulatórios”, e José Eduardo Fiates abordando “P&D nas empresas do Sul e a Cultura de Geração de Riqueza por meio de CT&I”).

Serviço

Fontes:

Fapesc – (48) 215-1212; e-mail, www.fapesc.rct-sc.br/crcti/programa.html
Rogério Portanova - presidente da Fapesc: (48) 215-1213 e (48) 9962-2083
Edgar Augusto Lanzer (48) 215-1210
Márcia Patrícia Hoeltgebaum (48) 215-1221
Antônio Diomário de Queiroz (48) 9964-1045
Secretário da Conferência, Carlo Alberto Aragão de Carvalho Filho, e-mail: aragão@if.ufrj.br – MCT –
Assessoria: Berta Marchiori, fones (61) 2107 – 9300 e (61) 2107-9337, e-mail: berta.marchiori@gmail.com e berta@informe.jor.br e larissa@informe.jor.br .

Raquel Wandelli – Assessora de Comunicação da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia – (48) 221-6161 e (48) 9989-6900.

Outras informações(inscrições etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br ; fone (48) 223-5279

SC realiza seminário pioneiro sobre Créditos de Carbono
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



Iniciativa da Fapesc já é conseqüência do Protocolo de Kyoto

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Santa Catarina – FAPESC, ligada à Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, promove no dia 26 de agosto, no Hotel Castelmar, em Florianópolis, o 1º Seminário Catarinense de Mercado de Créditos de Carbono. A programação prevê debates sobre o Protocolo de Kyoto, aspectos legais e operacionais, mecanismo de desenvolvimento limpo, fontes alternativas de energia e bolsa de mercado de créditos de carbono, entre outros tópicos. O evento deve contar com a participação de 400 pessoas. Os palestrantes são nomes reconhecidos no País e no exterior.

O diretor de Pesquisa Agropecuária da Fundação, engenheiro agrônomo Zenório Piana, explica que Créditos de Carbono são certificados que autorizam o direito de poluir. “O princípio é simples: as agências de proteção ambiental reguladoras emitem certificados autorizando emissões de toneladas de dióxido de enxofre, monóxido de carbono e outros gases poluentes”.

As empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades. Cada bônus, cotado em US$, equivale a uma tonelada de poluentes. Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecidas por lei, é obrigado a comprar certificados das empresas mais bem sucedidas. O sistema tem a vantagem de permitir que cada empresa estabeleça seu próprio ritmo de adequação às leis ambientais. Estes certificados podem ser comercializados através das Bolsas de Valores e de Mercadorias.

“Os Créditos de Carbono já estão sendo comercializados com antecedência no mercado mesmo ainda não existindo uma regulamentação de preços. Cada tonelada métrica de carbono vale de 3,00 a 5,00 dólares americanos”, informa Piana. Os investimentos estão estimados em R$ 6,5 bilhões para os próximos dez anos, envolvendo, desde já, empresas, bancos e governos da Europa, Japão e Canadá.

Segundo Piana, Santa Catarina deverá estruturar atividades voltadas ao estímulo de projetos ligados às mudanças climáticas, tendo uma componente forte nos mercados de comercialização de créditos de carbono. A iniciativa tem o objetivo de aproveitar as potencialidades em matéria de projetos que tenham alto impacto sobre as componentes do desenvolvimento humano sustentável e que reduzam e removam gases de efeito estufa, ao mesmo tempo trazendo recursos e implantando tecnologias limpas. Ele citou como alternativas catarinenses o plantio de florestas e a questão do controle de dejetos suínos no oeste e no sul do Estado.

A iniciativa do presidente da Fapesc, Rogério Portanova, tem vários parceiros: o CREA/SC, Epagri, UFSC/CCA, Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Rural, através da Projeto Microbacias2, AgCert, Fiesc, Ministério da Ciência e Tecnologia,

Contatos com Piana pelos fones 9931-0777 ou 215-1227. Mais informações no site http://www.fapesc.rct-sc.br/semercar

Mudanças ampliam responsabilidades da Fapesc
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



Novos nomes compõem direção da Fundação

Com a reforma administrativa, a fundação de Ciência e Tecnologia (Funcitec) e o Fundo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária (Fepa) viraram Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc). A mudança mexeu com a estrutura. Integrada à Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, a Fapesc tem um presidente, três diretores e um procurador jurídico.

A Fapesc hoje é presidida pelo professor da UFSC Rogério Portanova, doutor em Sociologia e Antropologia Política pela Universidade de Paris VIII. O diretor de Pesquisa Agropecuária é o engenheiro agrônomo Zenório Piana, doutor em Agronomia na área de Fitotecnia pela USP.

Na Procuradoria Jurídica tomou posse o advogado Mauro F. de Figueiredo. Ele assumiu o lugar de Marco Antônio Azambuja, que optou integrar o quadro do prefeito da Capital, Dário Berger.

Da estrutura anterior, são remanescente os diretores de Administração e de Pesquisa Científica e Tecnológica, respectivamente, os professores Vladimir Álvaro Piacentini e Edgar Augusto Lanzer, ambos ligados à comunidade científica do Estado.

Reestruturada internamente, a Fapesc está ultimando o texto do seu novo Estatuto. A supervisão, contudo, permanece com o secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz.

No momento, quitando as dívidas com os editais de pesquisa, a Fundação está se preparando para novos investimentos, priorizando principalmente a descentralização e a desconcentração científica e tecnológica do Estado.

Segundo Portanova, que está no cargo há três meses, as responsabilidades triplicaram com a reestruturação. “Precisamos utilizar ao máximo as potencialidades de cada membro da equipe a favor do coletivo, do conjunto da população”, sublinhou em reunião da avaliação.

Fones da Fapesc – 215-1212, e de Portanova: 9962-2083.

Saída de ministro não altera conferência de CT&I
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



A saída do ministro Eduardo Campos do Ministério da Ciência e Tecnologia não altera o roteiro já definido da Conferência Regional Sul de Ciência e Tecnologia & Inovação, prevista para os dias 9 e 10 de agosto no Hotel Cambirela, em Florianôpolis. A informação ê do presidente da Fapesc – Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina -, Rogério Portanova. A conferência tem como objetivo principal demonstrar como a ciência, a tecnologia e a inovação podem ser usadas como estratégia para promover o desenvolvimento político, econômico e social.

Para Portanova, essa demonstração pressupõe uma análise de exemplos de sucesso, de obstâculos e gargalos na região; definição de prioridades, novas políticas públicas e novos instrumentos regionais e uma formulação de propostas concretas para disponibilizar conhecimento para o desenvolvimento regional. Sobre o novo ministro, Sérgio Rezende, Portanova destaca que ele também fala sobre a necessidade de investimento em pesquisa e desenvolvimento e a importáncia de linhas de crédito para pequenas empresas.
Já o diretor da área científica e tecnológica da Fapesc, Edgar Augusto Lanzer, enfatiza que um dos resultados aguardados da conferência é aproximar os setores acadêmico, empresarial e público (governamental e não governamental) da região Sul e estimular projetos regionais mobilizadores.

Na opinião de Evandro Mirra, presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos(CGEE), as conferências regionais assumem um papel decisivo, porque não sô dão visibilidade a preocupações difusas por toda a parte, como têm de antecipar os espaços de debate, universalizando mais. “As conferências regionais são parte essencial da estratégia de mobilização, de agregação de valor à conferência nacional”.

Entre os principais temas previstos para a conferência, destaque para os debates sobre emprego e renda, modelos de inserção, habitação e segurança, saúde e meio ambiente, recursos naturais e financiamento.

A programação completa pode ser encontrada no site: www.fapesc.rct-sc.br/crcti

Rede de Metrologia fortalece economia de SC
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



O Estado possui 125 laboratórios

Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – Fapesc, Certi, Sebrae e Senai são os sócio-fundadores da nova Rede Catarinense de Metrologia, inaugurada em dezembro do ano passado, formada por laboratórios credenciados pelo Inmetro e outros órgãos oficiais, e vinculada à Sociedade Brasileira de Metrologia.

Segundo o diretor-executivo da Rede, José Ricardo de Menezes, a Rede vai fortalecer os setores produtivos catarinenses, atuando, entre outras coisas, em treinamento, capacitação e busca de financiamentos. Santa Catarina possui 125 laboratórios, dos quais 11 credenciados pelo Inmetro.

Inaugurada em 7 de dezembro de 2004, a Rede é bancada principalmente com recursos do Governo do Estado, através da Fapesc. Possui 31 laboratórios afiliados com mais de 750 serviços metrológicos reconhecidos. Menezes acrescenta ainda que com o intuito de fortalecer o setor, a Rede, em parceria com o Sebrae, disponibiliza às micro e pequenas empresas catarinenses o Bônus Metrologia, programa de incentivo financeiro para o uso de serviços metrológicos, que subsidia até 50 por cento dos custos dos serviços de calibração de equipamentos e padrões, medição de peçcas, ensaios etc.

Contato com Menezes pelos fones 233-0139 e 8414-2444. Informações adicionais no site www.rmsc.org.br, e-mail: rmsc@rmsc.org.br

R$ 1 milhão para o meio ambiente
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



Fapesc destina recursos para pesquisas sobre Mata Atlântica

Continuam abertas na Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – Fapesc – as inscrições para o edital que estabelece parcerias e estimula projetos de pesquisa principalmente na área da Mata Atlântica. As propostas aprovadas receberão investimentos da Fundação no valor global de até R$1.000.000,00 (um milhão de reais). A novidade foi anunciada pelo presidente da entidade, Rogério Portanova.

Os recursos serão liberados a partir de 2006 em parcelas trimestrais para as instituições que cumprirem os requisitos deste edital e que tiverem seus projetos aprovados. Podem participar instituições sem fins lucrativos, especialmente Organizações Não-Governamentais(ONGs) de Santa Catarina com mais de um ano de registro legal e que tenham claramente definido em seus estatutos atividades de pesquisa em ciência e/ou tecnologia e atuação em meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

Os interessados devem especificar nos seus projetos o valor da contrapartida de que dispõem, explicitando suas fontes. O valor da contrapartida deve ser de no mínimo 50% do valor de contrapartida exigido na Chamada 1 - Projetos de Âmbito Local e Regional do Subprograma Projetos Demonstrativos - PDA/MMA - Mata Atlântica. Do valor financiado pela Fapesc, até 60% (sessenta por cento) poderá ser destinado a bens de capital (equipamentos, obras ou instalações, material permanente)

Projetos grandes e médios devem ser apresentados em um envelope fechado, com três vias impressas e uma em CD-Rom até às 18 horas do próximo dia 20. Projetos pequenos podem ser apresentados o dia 20 de julho. Os documentos devem ser entregues diretamente na Fapesc ou enviado por sedex para Rodovia SC 401, KM 01 Parqtec ALFA, módulo 12A, 5º andar, Florianópolis - CEP 88.030-000, sendo considerado válida a data da postagem. A Fapesc divulgará os resultados das propostas aprovadas no site http://www.fapesc.rct-sc.br às 18:00h dos dias 24 de junho de 2005 e 26 de julho de 2005 .

Esclarecimentos e informações adicionais podem ser obtidos diretamente na FAPESC, pelo do telefone (0xx48) 215-1221 ou na internet: http://www.fapesc.rct-sc.br e Endereço Eletrônico: fapesc@fapesc.rct-sc.br

Mais informações na Fapesc com Márcia e Joana, fones (48) 215-1212 e 215-1221, ou ainda com o professor Portanova (9962-2083).

Lei de Inovação é opção para reduzir exclusão social e distribuir renda
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC



O diretor geral da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, enfatizou que a nova Lei de Inovação Tecnológica se configura hoje numa excelente opção para o desenvolvimento econômico e social com distribuição justa de renda e inclusão social.

A afirmação foi feita em Florianópolis durante recente Almoço com Empreendedores, promovido pela Sucesu de Santa Catarina - Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações -, e prestigiado pelo presidente da Fapesc – Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de SC, Rogério Portanova. Compareceram 50 empreendedores da área de Tecnologia da Comunicação, “o que prova o dinamismo e a vitalidade das empresas de base tecnológica na Grande Florianópolis”, observou Portanova.

Ao falar sobre as Perspectivas para Empreendedores e Usuários de Tecnologia da Informação e Comunicação, Diomário foi categórico. “A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente”, ressaltou.

Para o diretor geral da Secretaria da Educação, a inovação é a convergência da história de diversas pessoas para encontrar uma solução de futuro, mas faz uma ressalva: “Só as informações contextualizadas pela realidade local geram conhecimento”.

O ex-presidente da Fapesc destacou ainda a valorização das potencialidades regionais pela pesquisa. “Lá fora, as empresas são concebidas como núcleos de desenvolvimento. Aqui freqüentemente só se atêm à função de fabricação, negligenciando-se a pesquisa e a inovação. O grande problema da empresa brasileira é que geralmente ela é simples reprodutora de conhecimento de alienígenas”.

Citando o ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, Queiroz argumenta que a Lei de Inovação passa a vigorar em um contexto de desafios e esperanças. Com ela, avançam a ciência, a tecnologia e a inovação brasileiras, na perspectiva das maiorias excluídas e da construção de um desenvolvimento soberano, com justiça social”, concluiu.

Fones de contato com Diomário: 9969-1045, 221-6144 e 221-6228.

Suinocultura catarinense aposta em programas de adequação ambiental
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Fapesc inclui a questão do meio ambiente como critério para financiamento de pesquisas

A exemplo do que ocorreu em relação às fecularias no Sul, que assumiram um projeto de saneamento ambiental para permanecer na atividade, o setor de suinocultura da região da AMAUC – Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense – também está promovendo um programa de adequação ambiental. O trabalho envolve produtores, empresas, Fatma, Epagri, UFSC, Cidasc, Casan e prefeituras. Líder nacional no segmento, Santa Catarina tem 54 mil estabelecimentos produtores que emitem, diariamente, 40 mil metros cúbicos de dejetos por dia e somente 10 por cento são tratados.

O Estado, através da Fapesc – Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de SC -, já desenvolve há anos, em parceria, o Arranjo Produtivo Local sobre Tratamento de Dejetos Suínos, que vem beneficiando cerca de cinco mil micro e pequenos produtores no Oeste e no Sul de Santa Catarina.

Os critérios do Termo de Acordo de Ajustamento de Conduta firmado entre o Ministério Público e os agentes envolvidos com a questão da suinocultura, alerta Rogério Portanova, presidente da Fapesc, podem servir de parâmetro para que a Fundação consiga definir, juntamente com o setor e pesquisadores, as linhas prioritárias de pesquisas a serem apoiadas.

Márcia Patrícia Hoeltgebaum, coordenadora de Projetos da Fapesc, esclarece que para o país exportar, a produção deve estar dentro das normas européias de bem-estar animal. Algumas dessas normas estão relacionadas ao controle de mão-de-obra, controle de resíduos químicos (medicamentos), controle e qualidade do meio ambiente e qualidade sanitária. Só a Sadia, por exemplo, abate três mil suínos diariamente.

Segundo informações da Fapesc, dos 3.821 pedidos de licenciamento feitos por proprietários na região, 1276 já foram analisados e 824 autorizados pela Fatma. “O combate à poluição por dejetos de suínos é um tema que vem recebendo uma atenção muito especial do governo do Estado”, reforça Rogério Portanova.

Despoluição e renda na suinocultura

O Arranjo Produtivo Local sobre Tratamento de Dejetos Suínos, apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica - Fapesc, vem beneficiando cerca de cinco mil micro e pequenos produtores no Oeste e no Sul de Santa Catarina.

O Arranjo, que envolve a Epagri, a UFSC, a Unoesc, a Embrapa, a Perdigão, entre outros parceiros, busca, além de resolver a questão da poluição dos rios, desenvolver novas tecnologias exigidas pelo mercado internacional.

De acordo com a Fapesc, ao mesmo tempo em que propicia a redução dos danos ambientais, a pesquisa permitirá a implantação da sustentabilidade na cadeia produtiva de suinocultura. Entre os reflexos econômicos, a direção da Fapesc destaca a diminuição dos custos de produção, o aumento da produtividade e a elevação da renda dos proprietários e agroindústrias. No que se refere ao impacto social, o presidente da Fundação, Rogério Portanova, lembra a melhoria das condições de qualidade de vida população local, a diminuição do êxodo rural e da ampliação do nível de emprego.

Mais informações com Márcia Patrícia Hoeltgebaum, coordenadora de Projetos da Fapesc, pelo fone 215-1221, e Rogério Portanova, presidente da Fapesc, pelos fones 215-1213 ou 9962-2083.

Santa Catarina lança edital para pesquisas sobre a Mata Atlântica
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Programa integra a Semana Mundial do Meio Ambiente

Dentro das comemorações da Semana Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente, a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – Fapesc, lançou hoje (06) um edital para estabelecer parcerias e estimular projetos de pesquisa principalmente na área da Mata Atlântica. Podem participar instituições sem fins lucrativos, especialmente Organizações Não-Governamentais(ONGs) de Santa Catarina com mais de um ano de registro legal e que tenham claramente definido em seus estatutos atividades de pesquisa em ciência e/ou tecnologia e atuação em meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Os projetos aprovados receberão investimentos da Fapesc, no valor global de até R$1.000.000,00 (um milhão de reais). A novidade foi anunciada pelo presidente da Fundação, professor Rogério Portanova.

Os recursos serão liberados a partir de 2006 em parcelas trimestrais para as instituições que cumprirem os requisitos deste edital e que tiverem seus projetos aprovados. No caso de insuficiência de propostas que permitam atender às condições de distribuição, os saldos dos recursos serão alocados em outros programas da Fapesc, que faz parte da estrutura da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia.

Os interessados devem especificar nos seus projetos o valor da contrapartida de que dispõem, explicitando suas fontes. O valor da contrapartida deve ser de no mínimo 50% do valor de contrapartida exigido na Chamada 1 - Projetos de Âmbito Local e Regional do Subprograma Projetos Demonstrativos - PDA/MMA - Mata Atlântica. Do valor financiado pela Fapesc, até 60% (sessenta por cento) poderá ser destinado a bens de capital (equipamentos, obras ou instalações, material permanente)

Projetos grandes e médios devem ser apresentados em um envelope fechado, com três vias impressas e uma em CD-Rom até às 18 horas do próximo dia 20. Projetos pequenos podem ser apresentados o dia 20 de julho. Os documentos devem ser entregues diretamente na Fapesc ou enviado por sedex para Rodovia SC 401, KM 01 Parqtec ALFA, módulo 12A, 5º andar, Florianópolis - CEP 88.030-000, sendo considerado válida a data da postagem. A Fapesc divulgará os resultados das propostas aprovadas no site http://www.fapesc.rct-sc.br às 18:00h dos dias 24 de junho de 2005 e 26 de julho de 2005 .

Esclarecimentos e informações adicionais podem ser obtidos diretamente na FAPESC, com Joana ou Márcia: fone (48) 215-1221, ou ainda com o professor Portanova (9962-2083).

Investimentos em C&T são retomados em Santa Catarina
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Durante assinatura de convênios que asseguraram recursos de R$133,4 mil do Sebrae para a Acate, Fundação Certi e FEESC, o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de SC, Rogério Portanova, acenou com a retomada de investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Lembrou que os passivos estão sendo quitados e que entre as prioridades estão as incubadoras empresariais, os arranjos produtivos locais e as pesquisas nas universidades e empresas. A idéia, segundo ele, é criar renda e emprego com sustentabilidade. Os convênios referem-se ao edital da Fapesc e do Sebrae e são direcionados aos apoio e consolidação de incubadoras e pré-incubadoras. No total, estão previstos R$ 686 mil, beneficiando 14 projetos.

As incubadoras de empresas são mecanismos que estimulam a criação e o desenvolvimento de micro e pequenas empresas (MPEs) industriais, de prestação de serviços, de base tecnológica ou de manufaturas leves, por meio da formação complementar do empreendedor em seus aspectos técnicos e gerenciais, além de facilitarem o processo de inovação tecnológica. “Elas propiciam condições para uma maior e mais eficaz sobrevivência dos empreendimentos no mercado”, acrescenta Portanova.

Segundo ele, as incubadoras juntas geram mais de 1200 empregos diretos e tem um faturamento anual de R$ 60 milhões. “O movimento de incubadoras empresariais em Santa Catarina vem crescendo de forma contínua e consistente nos últimos anos. Já são 16 em operação e mais seis serão implantadas ainda este ano”.

Contatos com Portanova pelos fones 215-1212 ou 9962-2083.

Recursos da Fapesc podem salvar fecularias
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Pesquisas financiadas pela Fapesc buscam preservar atividade econômica no sul do
Estado

No Sul de Santa Catarina existem cerca de 29 indústrias produtoras de polvilho azedo que industrializam hoje cerca de nove mil toneladas de raízes de mandioca, com produção de 6.380 toneladas/ano de polvilho azedo. Estima-se que a atividade gere mais de dois mil empregos diretamente nas unidades familiares de produção e cerca de 130 empregos diretos nas unidades de industrialização do polvilho azedo.

Diante das limitações do tratamento dos seus resíduos, principalmente nas áreas de terrenos arenosos, parte desse parque industrial corre risco de ser inviabilizado. Os resíduos dessas indústrias, quando lançados diretamente nos recursos hídricos, são potencialmente nocivos. A alta carga orgânica, somada à presença de elementos ou compostos como cianetos, confere a estes efluentes, se mal manejados, riscos ambientais consideráveis.

Para salvar o setor, a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc) está liberando recursos da ordem de R$ 183 mil, através do projeto Avaliação de alternativas para o tratamento dos efluentes da indústria do polvilho azedo, que visa solucionar os problemas ambientais causados pela atividade No todo, os investimentos vão atingir R$334.348,56, dos quais R$ 318.427,20 provenientes da Fapesc.

O Programa coincide com uma das prioridades do presidente da Fapesc. Rogério Portanova, que pretende, por exemplo, fazer com que a CT&I produza desenvolvimento econômico sem comprometer o meio ambiente e a qualidade de vida população.

Concentrado nos municípios de São João do Sul, Santa Rosa do Sul, Araranguá, Sombrio, Morro da Fumaça, Treze de Maio e Jaguaruna, o setor gera, por ano, renda no valor aproximado de R$ 16milhões em produto industrializado (polvilho) e R$ 2 milhões em impostos. Este volume de produção, se por um lado gera emprego e renda no meio rural, por outro, acaba também gerando em torno de 290 mil toneladas/ano de efluentes que precisam receber tratamento adequado.
São basicamente três ações de pesquisa: avaliação de impactos no solo e na água sub-superficial de diferentes doses de efluentes da indústria do polvilho azedo aplicados por aspersão; tratamento de efluentes da indústria de fecularias por meio de sistema combinado de oxidação + flotação por ar dissolvido e lixiviação de cianetos de manipueira em colunas: efeitos da mineralogia, matéria orgânica e vegetação.

“As preocupações crescentes da sociedade com as questões ambientais vêm impondo aos diferentes setores produtivos a necessidade de adequações nos seus processos e posturas”, observa o presidente da Fapesc, Rogério Portanova , reportando-se ao projeto. “A indústria do polvilho azedo, produtora de efluentes potencialmente poluidores do meio e situada num espaço geográfico muito susceptível às contaminações já foi alvo de autuações pelos órgãos de fiscalização e, assim, precisa e procura soluções que a tornem compatível com as exigências do presente, acrescenta. Os pesquisadores explicam que os solos arenosos, sobre o qual grande parte das unidades de produção desenvolvem suas atividades, possuem como agravantes principais, baixa capacidade de retenção de elementos e compostos químicos, além de apresentarem o lençol freático muito próximo da superfície.

Portanova adianta que as pesquisas a serem executadas não atenderão somente ao segmento polvilho azedo. Segundo o censo agropecuário de 1995/96, a mandioca ocupa o nono lugar quanto ao valor bruto da produção, entre todos os demais produtos agropecuários do Sul de Santa Catarina, envolvendo quase oito mil famílias rurais somente nessa região. “Se considerarmos a produção estimada para a safra 2005 em toda Santa Catarina , o valor bruto da produção total do Estado correspondente a raiz “in natura” deve chegar a cerca de R$ 97 milhões”, enfatizam os coordenadores do projeto.

As pesquisas vão beneficiar nove unidades produtoras de fécula e de mais de 350 engenhos de farinha. Assim, estima-se ainda que as fecularias produzam, em 2005, entre 12 e 17 mil toneladas de fécula, enquanto os engenhos de farinha algo próximo de 60 mil toneladas do produto. “A fécula está sendo comercializada nos dias de hoje a um preço médio de R$ 900,00 a tonelada e a farinha a R$ 500,00 por tonelada. Embora esses preços sejam considerados baixos para o momento, eles demonstram a força da cultura da mandioca e dos produtos polvilho, fécula e farinha dela derivados”, sintetiza o documento.

Existem ainda possibilidades de utilizar estes efluentes resultantes da indústria do polvilho azedo em outros usos benéficos na forma concentrada ou natural. Um desses usos pode ser o da fertirrigação, ainda mais se considerando a pobreza química e biológica dos solos arenosos sobre o qual está instalada praticamente toda a produção de mandioca destinada a esse produto.

Até hoje no País a forma mais usada para o tratamento desses resíduos é por intermédio de lagoas anaeróbicas/aeróbicas, as quais encontram dificuldades de serem construídas no Sul do Estado, seja pela natureza arenosa do solo ou pela proximidade do lençol freático com a superfície desse. Diante da indisponibilidade de uma alternativa segura para o tratamento desses efluentes, contraposta às preocupações do Ministério Público Estadual e das comunidades, foi criado um grupo de estudo para buscar outras formas de uso e/ou de manejo, resultando daí o projeto que é coordenado pela Epagri com participação da Escola Agrotécnica Federal de Santa Rosa do Sul e da Unesc. O projeto ainda prevê a assessoria da professora Marney Pascoli Cereda, especialista no assunto, aposentada da UNESP-Botucatu mas atuando na Fundação Raízes-SP e em universidades.

Contatos na Fapesc com Karla 221-1245 ou com o presidente da Fapesc, Rogério Portanova, fone 215-1212.

Visão de futuro
Fonte: Diário Catarinense - 06/05/2005

Por: CARLOS LUIZ GANDIN/ Engenheiro agrônomo

Santa Catarina, com sua visão de futuro, novamente sai na frente. É um dos poucos estados do país a dispor de uma Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica, com status de primeiro escalão em sua hierarquia administrativa.
Trata-se da Fapesc, criada a partir da lei complementar 284, de 28 de fevereiro do corrente, com a fusão da antiga Funcitec (Fundação de Ciência e Tecnologia) e do Fepa (Fundo Rotativo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária), incorporando, além da ciência e tecnologia, também a inovação e a educação. Neste contexto, o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado de Santa Catarina vai ser intensificado, impulsionando o aumento da eficiência econômica e da sustentabilidade. Para construir o presente, de olho no futuro, os investimentos nestas áreas (ciência, tecnologia, inovação e educação) ainda são os instrumentos adequados para o desenvolvimento, com inclusão social. Afinal, o modelo catarinense de desenvolvimento pode ser, perfeitamente, construído na perspectiva de um futuro em que a sociedade, com soberania, responsabilidade e consciência nas suas atividades diárias, pode viver em harmonia e integrada ao meio ambiente, exercendo a cidadania social e política, para um futuro melhor.

Seminário Ítalo-Brasileiro sobre Cooperação Científica e Tecnológica
Fonte: Randolfo Decker - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


Nestes dias 18, 19 e 20 de abril, acontece em Florianópolis, o Seminário Ítalo-Brasileiro de Cooperação Científico e Tecnológico. O objetivo do seminário, que acontecerá no centro de eventos da UFSC, é de apresentar a situação atual, trocar experiências e discutir programas que poderão ser desenvolvidos na área de C&T entre os dois governos, mais especificamente entre o Estado de Santa Catarina e instituições da Itália.

O seminário é promovido pela Embaixada da Itália no Brasil, com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (FAPESC), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), do Instituto Italiano para o Comércio Exterior (ICE), da Fundazione Itália.

Já existe um acordo de cooperação científica e tecnológica em vigor desde 1999, com mais de 130 acordos interinstitucionais firmados entre universidades, instituições de pesquisa e empresas. Entretanto, “este evento visa incrementar essas relações científicas e tecnológicas, implementando novos programas, contribuindo assim para o fortalecimento e o relacionamento cooperativo entre os dois países”, assinalou o secretário executivo do Fórum Ítalo Brasileiro, Mauro Beal.

Estarão presentes no seminário o Embaixador da Itália no Brasil, Michele Valensise, o Cônsul Geral Italiano no Brasil, Mário Trampetti, os reitores da UFSC, Lúcio Botelho, e da Universidade de Parma, Gino Ferretti, os secretários estaduais de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, Jacó Anderle, e da Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, Olavo Bilac Pinto, o Presidente da FAPESC, Rogério Portanova, presidentes e diretores da CAPES, CNPq, do Consiglio Nazionale delle Ricerche – CNR, do Fórum Permanente Ítalo-Brasileiro da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, entre outros.

Conferências e painel

Na segunda-feira, dia 18, às 19 horas acontecerá a solenidade de abertura do evento. Na terça-feira, 19, começa pela manhã a programação sobre as Ações Governamentais no Processo Internacional de Cooperação. Serão realizadas conferências enfocando os temas:
1 – Diritrizes da Cooperação internacional em Ciência e Tecnologia da República federativa do Brasil (Everton Frask Lucero – Chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do MCT);
2 – Transferência de Know-how Tecnológico e Científico para as Micro e Pequenas Empresas Brasileiras (prof. Roberto Massini, do Departamento de Engenharia Industrial da Universidade de Parma, Itália);
3 – O projeto de Recuperação da Baia de Guanabara (prof. Guido Perin, da Universidade de Veneza, Itália).

Após as conferências acontecerá um painel de discussão coordenado pelo professor Nildo Lübke, Chefe de Gabinete dp Vice-Governador do estado do Paraná, com participação de autoridades brasileiras e italianas.

Às 14 horas, dentro da sessão sobre Interação entre Universidades, Empresas e Centros de Pesquisa, serão realizadas apresentações sobre:
1 – Os laboratórios conjuntos do ITESC - pelo Dr. Gian Nicola Barbini, diretor do Instituto de Pesquisas Tecnológicas para a Cerâmica do Conselho Nacional de Pesquisas – Itália e presidente da Associação Européia de Cerâmica;
2 – A cooperação ítalo-brasileira na área de engenharia sanitária – professor Giordano Urbini – Universidade da Insubria, presidente da ANDIS;
3 – A cooperação ítalo-brasileira para o desenvolvimento dos distritos industriais – Professor Giuliano Simonelli, Politénico de Milão.

Inscrições e participação: Profissionais pagarão R$ 50,00 e estudantes R$ 20,00 para participação no Seminário. Mais informações pelo e-mail: italobrasileiro@ag3eventos.com.br ou fone/fax: (48) 238-9646. Florianópolis –SC. Ou na FAPESC, pelo fone: (48) 215-1230, com Randolfo.

 
Governo de SC aposta na Educação e cria parceria com a ONU para a inclusão social
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


O diretor geral da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, entregou à Agência Brasileira de Cooperação, com sede em Brasília, proposta sobre o Sistema Único Descentralizado de Educação Básica em Santa Catarina – Consolidação da Política Regionalizada de Educação de Santa Catarina com Foco na Inclusão Social. Embora pareça um tanto sofisticado, o projeto nada mais é do que uma tentativa de reduzir as desigualdades regionais e sociais de acesso da população catarinense, sobretudo a de baixa renda, a serviços educacionais de qualidade, adequando as ações do Plano Estadual de Educação a uma parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A estratégia preconiza também o envolvimento da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc).

O Plano, que define o ensino fundamental como responsabilidade do poder público, ressalta como prioridades a ampliação da jornada escolar para turno integral, a melhoria do acesso e da qualidade do ensino aos jovens rurais e a garantia da gestão participativa e democrática de todo o processo educacional. “Por isso, os objetivos estabelecidos estão implementados pela estrutura da Secretaria”, explica o secretário da Educação, Jacó Anderle.

Na lista de metas a serem atingidas, Anderle destaca a adequação do ensino noturno às necessidades dos alunos, compatibilizando os horários, as opções programáticas e metodológicas diferenciadas das classes diurnas, distribuição harmônica do tempo, acesso a todos os recursos pedagógicos da escola e currículo significativo para os alunos.

A parceria com a ONU prevê também formas mais flexíveis de organização escolar para a zona rural, bem como a adequada formação dos professores, considerando a especificidade dos alunos e as exigências do meio, elaborando padrões mínimos de infra-estrutura física para o funcionamento correto das instituições da rede de ensino público e privado, respeitando as diversidades regionais e assegurando o atendimento das necessidades educativas.

Jacó Anderle lembra que o projeto, entre outras coisas, visa garantir o acesso e permanência dos alunos na educação pública, a partir de ações como merenda escolar de qualidade e com produtos da região, material escolar, biblioteca informatizada com acervo incluindo as diferentes etnias e raças, além da própria história de Santa Catarina. O Programa busca ainda o cumprimento da política de transporte escolar, cria mecanismos para informatizar em 100% as escolas de ensino fundamental, amplia para nove anos a duração do ensino fundamental obrigatório iniciando aos seis anos de idade, e possibilita a inclusão de pessoas com necessidades especiais nas escolas regulares e autonomia das unidades escolares.

Para a universidade pública, o projeto reserva o financiamento do ensino, pesquisa e extensão, a expansão da rede pública de educação superior presencial, descentralização do ensino superior público e gratuito, atendendo, num prazo de dez anos, no mínimo 40% da população na faixa etária de 18 a 24 anos, e a execução de políticas e projetos de ciência e tecnologia voltados à melhoria da qualidade vida da população.

“A expansão da rede pública de educação superior para todas as microrregiões do Estado e o estabelecimento de um sistema interativo de educação a distância igualmente estão entre as prioridades”, acrescenta o diretor geral da Secretaria, Antônio Diomário de Queiroz. Para ele, as tecnologias educacionais e a educação a distância são percebidas hoje pelo governador como meios de universalização e democratização do ensino.

Queiroz citou algumas ações já desenvolvidas com esse foco. Como exemplo, destacou as 362 salas informatizadas implantadas em escolas públicas (192 municipais e 170 estaduais. “Todas as escolas da rede estadual possuem um kit tecnológico com TV, vídeo, fitas VHS, antena parabólica e receptores para serem utilizados com o Programa TV Escola.

Já Danilo Cunha, que participou da elaboração do documento, acredita que um Projeto Político Pedagógico só se viabiliza com a valorização dos profissionais da educação, suas condições de trabalho, uma jornada adequada à sua carga horária, concentração de aulas em único estabelecimento, compatibilização com as possibilidades do aluno e tempo para atividades complementares.

Informações com Jacó Anderle pelos fones 221-6140 e 221-6142; com Antônio Diomário de Queiroz pelos fones 9969-1045, 221-6228, 221-6026 e 221-6222; e com Danilo Cunha pelos fones 9113-9260, 9961-9360, 221-3225 e 221-3216.

 
FAPESC recebe projetos para o Edital de Intercâmbio de Pesquisadores com a Alemanha
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC


A Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (FAPESC) continua recebendo projetos de pesquisadores catarinenses – doutorandos e doutores - interessados em realizar pesquisas em instituições de ensino superior e de pesquisas na Alemanha. No final do ano passado essa fundação, juntamente com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), lançou o Edital de Intercâmbio de Pesquisadores entre o Estado de Santa Catarina e Alemanha, o primeiro do gênero neste Estado, prevendo a entrega de propostas e de seleção em regime de “fluxo contínuo”.

O edital é fruto de um convênio de cooperação internacional firmado entre FAPESC e o DAAD e tem como objetivo específico o intercâmbio para pesquisas conjuntas, em nível de cooperação, Brasil (Santa Catarina) e a Alemanha, quis sejam:

1) Programa de Intercâmbio Científico de Alto Nível - Destina-se à doutores/professores de instituições universitárias de Santa Catarina e da Alemanha;
2) Programa de Estadia de Curta Duração para Doutorandos - Destinado para doutorandos catarinenses que pretendem realizar pesquisas para suas teses de doutorado na Alemanha.
Poderão concorrer candidatos de IES pertencentes a Associação Catarinense das Fundações Educacionais – ACAFE e da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC). O Edital encontra-se na página: (www.fapesc.rct-sc.br) , com roteiro de informações e formulários.

Como participar

Os projetos devem ser encaminhados a FAPESC (brasileiros)e ao DAAD (alemães) com conhecimento dos coordenadores/orientadores do Brasil e da Alemanha, respectivamente. Tanto a FAPESC quanto o DAAD analisarão os projetos quanto ao mérito (considerando a qualificação e experiência do pesquisador). Caso aprovado em ambas instituições, o projeto será implantado. Os requisitos básicos são: o pesquisador seja doutor ou doutorando, conforme o caso, com publicações em nível nacional e internacional, tenha um convite do pesquisador anfitrião e apresente plano de trabalho. Os pedidos devem ser encaminhados, protocolarmente, com 90 dias de antecedência, no mínimo, da data de viagem ao exterior.

Os itens financiáveis e prazos de duração são, respectivamente, os seguintes:
Programa de intercâmbio científico de alto nível: Passagem aérea e diárias por um período de 3 (três) semanas, no mínimo, a 3 (três) meses, no máximo. A permanência do pesquisador além do período contratado, deverá ser custeada pelo mesmo.

Programa de curta duração para doutorandos: Passagem aérea, mensalidades, seguro-saúde, além da manutenção de Bolsas de Doutoramento na instituição superior a qual o doutorando está vinculado. O período de pesquisa é de 2 (dois) meses, no mínimo, a 6 (seis) meses, no máximo.

Contatos

Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – FAPESC
Rodovia SC – 401, Km 01 – ParTec Alfa, 5º andar
Bairro João Paulo
88030-000 – Florianópolis – SC
Tel: 215-1230 (Randolfo)
Fax: (48) 331-8153

Escritório Regional do DAAD
Rua Pres. Carlos Campos, 417
22231-080 Rio de Janeiro RJ
Tel.(21) 255 33 296
Fax. (21) 255 39 261
h ttp://www.daad.de/rio


Acate completa 19 anos a promovendo tecnologia catarinense
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC

A Acate – Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia completa hoje 19 anos de sua criação, em Florianópolis, no dia 1º de abril de 1986. É uma associação civil privada de empresas de base tecnológica que visa fomentar o desenvolvimento do setor de tecnologia e ponta no Estado de Santa Catarina. Entidade sem fins lucrativos, declarada de utilidade pública nos níveis municipal e estadual, agrega hoje 122 associados, a maior parte empreendimentos de micro, pequeno e médio porte. Inicialmente denominada de Associação Catarinense de Telemática e Eletrônica, foi fundada por um grupo de 10 empreendedores liderados por José Fernando Xavier Faraco, que se tornou o primeiro presidente da Associação.

“Em cerca de duas décadas, o número de empresas tecnológicas associadas à Acate cresceu 12 vezes, o que demonstra o talento, a competência e o dinamismo dos empreendedores catarinenses”, afirma o presidente da entidade, empresário Alexandre d´Avila da Cunha, diretor da Cebra. As principais realizações da Acate, nos últimos 19 anos, foram a criação e manutenção do Condomínio Industrial de Informática no bairro Trindade, em Florianópolis, que abriga atualmente 42 empresas associadas; e a administração da incubadora MIDI Tecnológico, mantida pelo SEBRAE/SC, e que inclui 12 empreendimentos incubados, além de 26 outras empresas que já passaram pela incubadora e se “graduaram”.

As empresas associadas da Acate são especializadas na produção de hardware, software e serviços em áreas como automação comercial e industrial, comunicação/telecomunicações, controle e instrumentação, eletrônica, informática, Internet, mecânica fina, meio ambiente e saneamento, metrologia. A atual diretoria é composta pelo presidente, engenheiro de eletrônica Alexandre d´Avila da Cunha, da Cebra; pelo vice-presidente, analista de sistemas Rui Luiz Gonçalves, da AltoQi; e pelo diretor financeiro, também engenheiro de eletrônica, Annibal Abreu, da Hacon.
Os presidentes das diretorias anteriores foram: de 1986 a 1990, José Fernando Xavier Faraco; de 1990 a 1992, Paulo César Faraco Guimarães; de 1992 a 1994, Norton José da Costa; de 1994 a 1996 e de 1996 a 2000, Roberto Alexandre Carmes; e de 2000 a 2004, Alexandre d´Avila da Cunha.

Faturamento consolidado das empresas cresceu 17,5% em 2004/2003

Uma amostra concluída hoje (31/03) entre 88 associadas da Acate – equivalente a 72% do total de seu quadro associativo – revelou um crescimento de 17,5% no faturamento consolidado das empresas, em 2004, com relação ao total faturado em 2003, que evoluiu de R$ 337,9 milhões para R$ 397,1 milhões. O nível de emprego direto nas 88 empresas participantes da amostra cresceu 11,3%, passando de 2.489 para 2.771. Nos empregos indiretos, o crescimento foi um pouco maior, de 13%, crescendo de 11.022 para 12.463.

A pesquisa identificou também que as 88 associadas da Acate comercializam seus produtos para os seguintes destinos: dentro de Santa Catarina (47,3%), outros Estados do país (46,7%) e exterior (5,9%). Quanto ao nível de formação dos funcionários, 49,75% tem escolaridade superior, e 50,25% tem escolaridade média.

Atividades de fomento inovam e consolidam o setor

Em 2004, a Acate foi uma das entidades que assinaram convênio com a Finep para o desenvolvimento do Projeto Platic - Plataforma de Tecnologia da Informação e Comunicação, juntamente com a Funcitec, as incubadoras Blusoft (de Blumenau) e Softville (de Joinville), as universidades Unisul, Univali e UFSC, e com o IEL/Senai-SC. O Projeto reconheceu oficialmente o arranjo produtivo local de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina.

No mesmo ano, a Acate realizou a primeira edição do Projeto Emprenet (um processo de “pré-incubação” focado no desenvolvimento da visão de negócios de empresas tecnológicas catarinenses), em conjunto com a ENE - Escola de Novos Empreendedores da UFSC, apoio do Sebrae/SC e CNPq e a parceria de instituições de ensino da região. Foi a primeira iniciativa do gênero integrando talentos e recursos da academia, da iniciativa privada e de agentes de fomento.

Outra iniciativa da Associação para o fomento ao setor foi sua atuação junto à Finep para a criação do Programa Juro Zero, do qual participa, como um dos cinco parceiros estratégicos selecionados por edital para executar o programa em diferentes regiões do país. Os recursos serão destinados a empresas que apresentem projetos estimulando sua capacidade inovadora nos aspectos comerciais, de processo ou de produtos/serviços. A Região de Florianópolis está se habilitando como uma das regiões de parceria estratégica da Finep, num esforço integrado da Funcitec, Acate, Celta, Assespro e Sucesu/SC.

O mais avançado laboratório no ambiente acadêmico brasileiro


Em 2003, a Acate participou da implantação, no Departamento de Engenharia Elétrica da UFSC, das novas instalações do MagLab - Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética, o mais avançado laboratório do gênero no ambiente acadêmico brasileiro. O MagLab resultou de uma ação integrada da Acate e UFSC, com financiamento da Finep, dentro Projeto Cectel - Compatibilidade Eletromagnética em Equipamentos de Telecomunicações/Adequação à Resolução 237 da Anatel.

Ações comunitárias e culturais

A ACATE também desenvolveu atividades comunitárias e cidadãs como o Projeto Trindarte, para promover a arte e a cultura como elo entre a comunidade e os empresários do bairro. Participou ainda do Projeto Trindade Verde, visando o plantio de árvores adotadas por empresas associadas. E executou iniciativas como o Banco de Talentos, no qual um grupo de empresas apoiou a Escola de Educação Básica Hilda Theodoro Vieira, fornecendo bolsas de qualificação para alunos carentes.

Atuação institucional e de comunicação


No âmbito institucional, a ACATE mantém ativa participação e interatividade nos níveis municipal, estadual e nacional, integrando conselhos locais como os do ParqTec Alfa, do Celta, das entidades Empresariais da Grande Florianópolis e do Banco do Empreendedor, além de ter cooperado com o Programa Brasil Empreendedor, em Brasília, na Coordenação do Grupo de Incubadoras e Condomínios. Na área de comunicação, a ACATE estimula o relacionamento com a Imprensa e o mercado promovendo a difusão pública de notícias de interesse social e tecnológico, cooperando com o trabalho de jornalistas e veículos do Estado e do País, e mantendo o website [www.acate.com.br].

Publicação documenta os 20 anos do Pólo Tecnológico de Florianópolis

A Acate também está apoiando um projeto editorial iniciado em outubro de 2004 com o objetivo de resgatar a trajetória de criação e amadurecimento do Pólo Tecnológico de Florianópolis nas últimas duas décadas, de 1985 a 2005, e com lançamento previsto para o segundo semestre de 2005. Além de produzir uma radiografia contemporânea do Pólo, o trabalho ajudará a prospectar e apontar tendências e perspectivas para os anos à frente. A iniciativa editorial é da Redactor Comunicação e conta com o apoio oficial da Fapesc (ex-Funcitec) e da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

Foi entre 1984 e 1985 que a Capital do Estado articulou as ações que viriam a dar nascimento de fato ao Pólo Tecnológico de Florianópolis, destacando-se como marco formal a criação da primeira Incubadora Empresarial Tecnológica (pela Fundação Certi) e do primeiro Condomínio Industrial de Informática (pela Acate), em 1986, ambos localizados, então, no bairro universitário Trindade.

Para o diretor da Cebra e presidente da Acate, empresário Alexandre d´Avila da Cunha, “apesar do Pólo Tecnológico de Florianópolis ser uma realidade hoje reconhecida no Brasil e em alguns segmentos do exterior, faltava-nos um documento informativo que apresentasse de forma abrangente e consolidada um retrato histórico e atualizado desse universo do desenvolvimento local e regional, nos auxiliando na promoção institucional e mercadológica das empresas de base tecnológica aqui estabelecidas”.

O projeto editorial sobre os 20 Anos do Pólo Tecnológico de Florianópolis terá como produto final um CD-Rom interativo e uma versão impressa que reunirão a Linha do Tempo do Pólo associada a conteúdos de textos e iconografia já em pesquisa e elaboração sob a coordenação da Redactor. O projeto deverá ser lançado em agosto de 2005, num Seminário especialmente concebido e planejado para debater e difundir o tema na comunidade local e estadual, contando com autoridades e convidados catarinenses e nacionais.

Assessoria de Imprensa da ACATE
Jornalista responsável: Mário Xavier (MTb/RS 4.954)
Fone: (48) 3025-2808
Celular: (48) 8413-3135
E-mail: imprensa@acate.com.br


Florianópolis sedia conferência de tecnologia dos Estados do Sul
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC

Por sugestão do ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, Florianópolis será, de 10 a 12 de agosto, a sede da Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia e Inovação, preparatória ao evento nacional da área que acontece de 24 a 27 de outubro em Brasília. Num encontro com o diretor geral da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, Campos confirmou que fará questão de prestigiar pessoalmente o evento.

Entre os temas que os representantes de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul vão abordar, destaque para discussões sobre geração regional de riqueza, inclusão social, apresentação e discussão dos relatórios dos grupos de trabalho, ciência, tecnologia e inovação e o desenvolvimento da região sul, cooperação e interesse regional, gestão, e regulamentação do setor. No encerramento, os participantes vão elaborar a Carta de Florianópolis e escolher os delegados que irão participar da Conferência Nacional

Os debates da conferência regional vão avaliar também os modelos de inserção de CT&I no desenvolvimento regional, pesquisa nas empresas do Sul, cultura de geração de riqueza por meio de ciência e tecnologia, o papel dos institutos de pesquisa nessa geração, projetos mobilizadores regionais, ambientes de apoio a empresas de base tecnológica, educação, emprego e renda, o trabalhador e a inovação, cidadania, habitação e segurança, saúde e meio ambiente, cooperação internacional e interesse regional, regulamentação e financiamento.

O evento será organizado já sob a nova direção do professor Rogério Portanova à frente da Fapesc, sucessor de Diomário de Queiroz, que na direção da extinta Funcitec coordenou a organização de duas conferências estaduais e dois seminários de ciência e tecnologia, elogiados pelo ministro Eduardo Campos, e que credenciaram Santa Catarina para realizar a conferência regional.

Mais informações pelos fones 215-1212 e 215-1313.

Hora da FAPESC
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


Ao acolher as valiosas sugestões da comunidade científica, formuladas democraticamente em dois seminários e duas conferências estaduais de ciência, tecnologia e inovação, a reforma administrativa do Governo unificou e fortaleceu o Sistema de CT&I de SC.

A Fundação de Ciência e Tecnologia (Funcitec) e o Fundo Rotativo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária (Fepa) transformaram-se na Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Comparada até mesmo à emblemática Fapesp, é um avanço, pois além da ciência, prioriza também a tecnologia, a inovação e a educação.

A reforma cria também o Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Conciti). Presidido pelo governador, e concebido nos moldes do Conselho Nacional, desempenhará o papel estratégico de orientar e articular a política científica e tecnológica.

Como prova da prioridade conferida ao setor, a ciência e a tecnologia reconquistaram o status de primeiro escalão. A Secretaria de Estado da Educação e Inovação passa agora a chamar-se Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia. SC foi pioneiro em 75. Hoje, três décadas depois, era um dos quatro estados sem uma secretaria para a área.

A Fapesc faz justiça à biografia do ex-ministro de Ciência e Tecnologia. Recupera, com outra roupagem e novos conceitos, um projeto de lei que o então deputado Luiz Henrique apresentou, em 1973, à Assembléia Legislativa.

Cabe, por exemplo, à Fapesc investir os recursos destinados à pesquisa científica e tecnológica nos termos do artigo 193 da Constituição Estadual, que prevê a aplicação de 2% da arrecadação líquida de impostos para o setor. Os investimentos devem ocorrer de “forma regionalizada, desconcentrada e vocacionada”.

Integrada à estrutura da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, e mantendo autonomia em relação ao Conciti, a Fapesc terá papel decisivo na consolidação do sucesso da política de descentralização. Adotará, por exemplo, a idéia de CT&I como função de um processo de educação plena, fazendo com que a cultura científica permeie todos os níveis de ensino. Logo, avança na perspectiva de que ciência, tecnologia, educação e inovação precisam, obrigatoriamente, causar impacto social nas comunidades.

A Fapesc soma-se ao esforço empreendido nos últimos dois anos quando a Funcitec, apesar de todas as agruras, multiplicou, em quantidade e qualidade, os investimentos e ações na área. Em síntese, conseguiu, através de projetos, pesquisas, editais, parcerias, convênios, incubadoras, arranjos produtivos locais, parques tecnológicos, inclusão digital e cooperação, esparramar ciência, tecnologia e inovação por toda a SC. Semeou, em outras palavras, as ferramentas para o desenvolvimento sustentado, buscando transformar CT&I em renda, emprego e cidadania. A Funcitec irrigou todas regiões com os benefícios das pesquisas realizadas nos vários campos do conhecimento.

O ex-reitor da UFSC Antônio Diomário de Queiroz deixou a Fundação para permanecer ao lado do secretário Jacó Anderle no cargo de diretor geral de Educação, Ciência e Tecnologia. Assume no seu lugar o professor da UFSC Rogério Portanova. Indicados pelo governador, Jacó, Diomário e Portanova são a garantia de que o processo em andamento de valorização CT&I não sofrerá descontinuidade.

O êxito da Funcitec só foi possível graças ao envolvimento das universidades, do setor produtivo, dos governos, da comunidade e deve-se, sobretudo, ao empenho da equipe e à representatividade do seu Conselho Superior, que soube mostrar o caminho certo para a CT&I em SC.

Chegou a hora da Fapesc!

Grande reportagem mostra que tecnologia digital em SC é inclusão social
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


A Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia (RCT), uma espécie de provedor da Internet financiado pelo governo estadual, é considerada um modelo de rede acadêmica nacional e recentemente foi tema de um trabalho de conclusão do curso de Jornalismo. Nele, o aluno Felipe Bächtold desenvolveu um texto na categoria Grande Reportagem intitulado O Sistema Público de Internet de Santa Catarina: Pioneirismo e Inclusão Digital, no qual resgata o trabalho do grupo de pesquisadores catarinenses que, no início dos anos 90, conseguiu convencer diversas instituições sobre a importância da nova tecnologia, hoje um modelo de inclusão digital para outros Estados e que atinge quase 20 por cento da população catarinense.

Todos os pesquisadores, escreve Felipe, eram guiados por uma vontade comum. “Um grupo que se reuniu com uma necessidade a ser realizada”, diz Julíbio Ardigo, que junto com Edison Melo, Elizabeth Specialsky, Ana Helena Ribas, Marcílio Dias dos Santos, formou o grupo de criação da RCT. Carlos Zanchin, da Funcitec – Fundação de Ciência e Tecnologia, coordenador da rede, resume: “Inclusão digital é uma forma de inclusão social. Não basta levar água e esgoto às pessoas mais pobres; é preciso também levar informação”.

Contatos pelo fone 233-3221

Ciência nas bancas
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


Jornalismo Científico é área em expansão no Brasil e ninguém mais duvida. É fácil comprovar essa informação, mesmo sem a necessidade de qualquer método científico (se me perdoam o trocadilho).

Revistas populares criticadas pelos mais ortodoxos, publicações de renomadas instituições de pesquisa, edições especiais pra comprar, ler e colecionar. Tem de tudo sobre Ciência ali na banca da esquina. É só saber escolher.

Um leitor ainda não iniciado, que pretende despertar um interesse ainda adormecido sobre fatos científicos, pode começar com a área mais popular das publicações científicas.

A mais antiga e tradicional é a Superinteressante, da Editora Abril. Com modificações substanciais nestes últimos anos, a revista subdividiu-se em outras especializadas: Mundo Estranho, para jovens; Revista das Religiões - o mundo da fé; e Aventuras na História - para viajar no tempo. A Super também iniciou a moda de diversificação dos seus produtos: agendas, DVDs, CD-ROM, livros e edições especiais são ouro para os amantes da ciência no seu sentido mais literal - amadores, não profissionais da ciência em busca de divulgação científica.

Outras editoras seguiram esse caminho e incrementaram suas publicações. A antiga Globo Ciência, da Editora Globo, há alguns anos virou Galileu, com direito a produtos associados. Não se pode esquecer, também, da Globo Rural, uma das poucas revistas de sua área com abrangência nacional.

Mas, se você já não se satisfaz com a Ciência para iniciantes, procure bem e vai encontrar a Scientific American Brasil, edição brasileira da mais tradicional revista de divulgação científica, como os próprios editores anunciam. Com textos ainda bem jornalísticos, a publicação traz maior cuidado em relação ao conteúdo científico. A revista tem uma versão eletrônica também muito interessante, com lista de links de outras publicações e sites científicos.

Para ler e colecionar, a Duetto Editorial colocou nas bancas a série Gênios da Ciência, cada número sobre um grande cientista da história - já estão disponíveis DaVinci e Newton a R$ 11,90 cada.

Nesta linha, chega às bancas a revista Pesquisa, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Fapesp. Astrofísica, Biologia, Genocronologia, tem variedade científica para todos nesta publicação, que antes só circulava no meio acadêmico.

Para qualquer idade ou preferência, o jornalismo quer saciar aquela curiosidade científica que nunca nos abandona. É só experimentar.

Fonte: [www.cehcom.univali.br/monitordemidia/paginas/materias.php?id=254]
Autor: Laura Seligman. E-mail: seligman@univali.br

Funcitec estimula universidades particulares a fazer pesquisa
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


As universidades filiadas à Associação de Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina (Ampesc), presidida pelo professor Oswaldo Momm, estão sendo estimuladas a dedicar maior atenção às atividades científicas e tecnológicas. Recado neste sentido foi dado pelo diretor geral da Fundação de Ciência e Tecnologia (Funcitec), Antônio Diomário de Queiroz.

Atualmente acumulando o cargo de secretário adjunto da Educação e Inovação e empenhado no aperfeiçoamento do projeto da reforma universitária do Governo Lula, Diomário apresentou às universidades privadas o potencial do Estado em matéria de ciência, tecnologia e inovação. Destacando as “possibilidades de cooperação”, o diretor relatou aos dirigentes da Ampesc os principais trabalhos e programas em andamento na Funcitec. Citou, entre outros, os editais de pesquisa, os chamados Arranjos Produtivos Locais, as incubadoras tecnológicas, os parques tecnológicos, a Rede de Ciência e Tecnologia(RCT), a futura Rede Integrada de Tecnologia, Informação e Comunicação de SC (Ritic), o Programa de SC Inovação, o intercâmbio internacional, o Sapiens Parque e os programas Juro Zero e de Desenvolvimento Regional.

Diomário também enfatizou o apoio dado pela Funcitec para a realização de cursos, eventos e atividades de extensão. As universidades particulares foram informadas ainda sobre as mudanças estruturais do setor com a criação do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, a transformação da Funcitec e do Fepa (Fundo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária) em Fundação de Amparo à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc) e da mudança do nome da Secretaria de Estado da Educação e Inovação para Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia.

Funcitec se prepara para ser Fapesc
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


Concluída a reforma administrativa do Governo do Estado, a Fundação de Ciência e Tecnologia (Funcitec) está com a máquina azeitada para assumir mais e novas funções com a criação da Fundação de Amparo à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc) que, além da própria Funcitec, incorpora o Fundo Rotativo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária (Fepa). A Funcitec, fazendo o dever de casa, está desenvolvendo um programa de desenvolvimento organizacional. Estas reformas, que vêm no bojo da reestruturação do Estado, prevêem ainda a criação do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação e a mudança do nome da Secretaria de Estado da Educação e Inovação para Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia.

O Programa de Desenvolvimento Organizacional da Funcitec tem a coordenação geral de Renato Mello, doutor pela USP e primeiro pós-doutor pela UFSC. “A Funcitec está, na verdade, se capacitando e se preparando para dar conta das novas tarefas que surgem com a reforma. Além de mais ágil e transparente, deve olhar mais para a atividade-fim, ou seja, deixar de ser uma organização burocrática, para ser, efetivamente, de apoio à pesquisa e ao pesquisador”. De acordo com o diretor administrativo da Funcitec, Vladimir Piacentini, que supervisiona o programa, a modernização é necessária “na perspectiva de que o apoio do governador ao setor será permanente e prioritário”. Luiz Henrique tem de fato dado uma atenção especial à área, considerando-a essencial para o desenvolvimento do Estado.

Renato Mello destaca como importante para profissionalização e agilização do funcionamento da futura Fapesc a criação da figura do gestor em Ciência e Tecnologia. “São executivos do Estado, previstos na reforma do governo, e cujo ingresso se dará por concurso público, isto é, farão parte do quadro permanente”. Ele lembra que estes profissionais existem no Governo Federal e também em alguns estados.

Agilização

O diretor técnico-científico da Funcitec, Edgar Augusto Lanzer, ressaltou que o programa deverá avançar para a informatização do recebimento dos projetos por ocasião, por exemplo, do lançamento dos editais de pesquisa. Ou melhor, o novo sistema operacional irá aperfeiçoar os fluxos de decisão e gestão interna da futura Fapesc.
Além da direção geral do professor Antônio Diomário de Queiroz e do coordenador geral, o Programa de Desenvolvimento Organizacional conta com a consultoria dos professores Fernando F.de Aquino, Jorge de O. Musse e Vladimir A. Piacentini. Aliás os três estão desenvolvendo suas teses de doutorado a partir do trabalho realizado pela Funcitec no atual governo. Também atuam no programa cinco coordenadores de Projetos de Pesquisa da Fundação: Adamô Dal Berto, Cláudia Heusi Silveira, Maria Cristina Hatz, Régis Glonvezynski e Rosálvio Sartortt.

Diomário elogiou o desempenho e a dedicação da equipe, salientando que a política científica vigente tem conquistado a legitimidade da comunidade científica. Acrescentou que o próprio consenso obtido durante a reforma administrativa é resultado do fato de o setor ter ouvido os pesquisadores em dois seminários e duas conferências estaduais. “A Fapesc é a conjugação dos objetivos e propostas da sociedade em torno da ciência, tecnologia, inovação e educação”, complementou.

Legitimidade


O novo modelo interno da Funcitec aponta para uma série de vantagens. Renato Mello elenca pelo menos quatro relevantes: “melhoria no atendimento às atividades-fim; disponibilidade de mecanismos de controle externo; agilidade na operacionalização; e acompanhamento e promoção de projetos e apoios com recursos”. Prevendo a geração de políticas alternativas, o Programa estabelece elaboração de mapas, possibilidades de cenário e simulações de resultados.

O Programa de Desenvolvimento Organizacional da fundação busca, em síntese, “imprimir maior agilidade e transparência no seu funcionamento através da melhoria no atendimento às demandas econômicas, sociais e das comunidades científica e tecnológica distribuídas por todas as regiões do Estado”. Trata-se, então, de um programa de desconcentração científica que atende à política de regionalização do desenvolvimento”, esclarece Diomário.

O diretor administrativo Vladimir Piacentini, reportando-se ao estudo, realça entre os objetivos a concepção de um novo modelo de gestão organizacional interno: a implementação de um modelo inovador de gestão de gestão das relações com a sociedade e com a comunidade científico-tecnológica; e a implantação de uma nova estrutura de gestão da informação e de comunicação”.
O consultor Fernando de Aquino cita como objetivos específicos a economia no uso dos recursos, agilidade e transparência nas aplicações, controle dos projetos e da gestão dos resultados, o que exige uma estrutura mais moderna e racionalizada”.
O coordenador geral conclui informando que dois projetos de desenvolvimento do modelo de gestão organizacional são imprescindíveis. O primeiro destina-se ao diagnóstico da estrutura organizacional. E o segundo está voltado à geração de políticas alternativas para uma nova estrutura.

Entrevistas com Renato de Mello pelos fones (48) 215-1229 e 9989-4225; com Vladimir Piacentini (48) 215-1212; Diomário de Queiroz: 48 (9969-1045) e 221-6228.

Alívio na universidade
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


O ministro Tarso Genro, segundo informa o presidente da Funcitec, Diomário de Queiroz, decidiu prorrogar para o dia 30 de março o prazo para entrega de contribuições ao anteprojeto da Lei da Educação Superior. Solicitação neste sentido foi feita pelo Fórum Catarinense de Política de Educação Superior no último dia 15 quando foi repassado ao MEC documento contendo as sugestões das universidades públicas, privadas e comunitárias do Estado. Santa Catarina foi um dos poucos estados a cumprir o prazo que havia sido fixado pelo Governo Lula.

Presidido pelo secretário Jacó Anderle, o Fórum fez a defesa do reconhecimento na reforma universitária do modelo Acafe, considerado único no País e que, embora cobre mensalidades, tem caráter público e oficial. O vice-presidente do Fórum, Diomário de Queiroz, está estimulando as universidades a manter a mobilização, visando aproveitar a nova data para enriquecer o projeto governamental. Lembrou ainda que o ministro Tarso Genro mostrou-se disposto a ouvir as propostas da sociedade, o que muda a expectativa catarinense em relação ao texto que seguirá ao Congresso em junho ou julho.

SC reivindica melhorias para qualificação do ensino superior
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


Ao entregar em Brasília documento com contribuições de SC para a reforma universitária, o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Educação e Inovação, Antônio Diomário de Queiroz, apresentou ao ministro da Educação, Tarso Genro, três importantes reivindicações para a melhoria da qualidade do ensino superior do Estado. As propostas, na verdade, já tinham sido acordadas anteriormente com o secretário de Educação Superior do MEC, Nelson Maculan Filho, durante reunião em Florianópolis do Fórum Catarinense de Política da Educação Superior, presidido pelo secretário Jacó Anderle.

A primeira reivindicação é no sentido de que o Governo Federal reative o programa de bolsas de pós-graduação dos professores do Sistema Acafe (Associação Catarinense de Fundações Educacionais). “As bolsas foram cortadas pela Capes/MEC em plena realização dos cursos de pós-graduação”, lamenta o presidente da Funcitec, Diomário de Queiroz.

Outra proposta catarinense visa possibilitar às universidades da Acafe o acesso ao portal da Capes. O Fórum defende também o acesso da Acafe ao financiamento público considerando o fato de serem instituições públicas em sem fins lucrativos. Segundo o documento encaminhado ao MEC sobre a reforma universitária, “é preciso salvaguardar a caracterização jurídica destas instituições no que tange ao seu caráter público e oficial, contemplado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)”.

O presidente da Funcitec solicitou ainda a retomada do Plano Sul de Pós-Graduação, que reforça, em conjunto com a Capes e o CNPq, a política de qualificação docente das universidades catarinenses. O programa contará com contrapartida do Governo do Estado, através da Funcitec.

Contato com Diomário pelo fone 9969-1045.


Fórum catarinense entrega sugestões para a reforma universitária de Lula
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC


O diretor geral da Funcitec – Fundação de Ciência e Tecnologia -, futura Fapesc, Antônio Diomário de Queiroz, cumprindo prazo estipulado pelo Governo Federal, entregou ontem(15) ao ministro em exercício do MEC, Fernando Hadad, documento elaborado pelo Fórum Catarinense de Política da Educação Superior, presidido pelo secretário de Estado da Educação, Jacó Anderle, contendo sugestões para subsidiar a redação final do anteprojeto de lei da Reforma Universitária. Hadad se mostrou receptivo e prometeu incorporar as contribuições ao anteprojeto que irá ao Congresso.

O Fórum é composto por SED, Funcitec, UFSC, UDESC, AMPESC, Acafe, UCE, Conselho Estadual de Educação, entre outros. Na avaliação de seus membros, alguns pontos da reforma são positivos, sobretudo naqueles dizem respeito ao fortalecimento das Instituições Federais de Ensino Superior, e reitera a solicitação de prorrogação de prazo para entrega de sugestões.

Sugerem, entre outras coisas, respeito e apoio à diversidade do sistema, permitindo mais flexibilidade, que possibilite maior proximidade e compromisso com as realidades e peculiaridades locais, evitando a uniformização e um modelo único, por meio da construção da unidade na diversidade. Pedem respeito às especificidades do Sistema ACAFE de Santa Catarina, que não foram consideradas na versão preliminar do anteprojeto.

O Fórum reivindica ainda mais consideração das IESs públicas estaduais e municipais no projeto e maior acesso a financiamentos, especialmente para pesquisa e extensão. O documento entregue ao MEC por Diomário especifica que é necessário evitar a interferência no direito de livre iniciativa do setor privado, garantido pela Constituição, substituindo a exigência de recredenciamento das instituições de ensino privadas por um sistema de avaliação efetivo.

Mas o Fórum Catarinense também viu pontos positivos na proposta do Governo Lula, entre eles o restabelecimento do papel do Estado como mantenedor das Instituições Federais de Ensino Superior e regulador do Sistema Federal de Educação Superior, a definição das condições objetivas que permite o efetivo exercício da autonomia, garantida no artigo 207 da Constituição Federal, a participação externa nos Conselhos, garantindo a função social, o PDI, com o respectivo projeto político-pedagógico, a garantia do acesso e permanência nas instituições, assim como ensino de qualidade e o comprometimento do Governo com a qualificação e o fortalecimento da universidade pública.

Outras informações com Diomário: 9969-1045 e 221-6228.