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EVENTO INTERNACIONAL PARA JOVENS CIENTISTAS COM INSCRIÇÕES
ABERTAS ATÉ O DIA 30
Fonte: Coordenação Comunicação FAPESC |
Seis estudantes
de até 20 anos de idade serão escolhidos para representar
o Brasil na Alemanha, em abril de 2006, na 13ª Conferência
Internacional de Jovens Físicos - ou International Conference
of Young Scientists (ICYS). Para isso basta se inscrever
até o dia 30 deste mês. Quem é bom pesquisador e gosta de
Ciência, tem uma grande chance de ser ym dos seis brasileiros
escolhidos.
A
ICYS consiste numa competição individual em pesquisa científica,
que abrange as áreas de Física, Matemática, Ciências da Computação,
Ciências Ambientais, Engenharia e Ciências da Vida. Ela foi
criada em 1993 por representantes da Universidade Eötvös Loránd,
de Budapeste, Hungria, e da Universidade Federal de Minsk,
da Bielo-Rússia, com o objetivo de desenvolver nos estudantes
não-universitários de até 20 anos as habilidades da pesquisa
científica, abrindo novas possibilidades para aprofundarem
seus conhecimentos em Ciência.
Como funciona
Para participar cabe ao estudante, de escola pública ou particular,
escolher um tema relativo a um dos tópicos acima e preparar
um relatório, de preferência que traga algum fato novo ou
algum enfoque diferenciado. Esses trabalhos serão avaliados
por uma equipe de pesquisadores e professores. Os seis melhores
receberão medalhas de ouro e serão escolhidos para representar
o Brasil na competição que se realizará na Alemanha em 2006.
"Este tipo de competição é muito importante para ensinar aos
estudantes a realizar uma pesquisa própria, apresentar e discutir
seus próprios resultados, preparar um relatório sobre a pesquisa
realizada e apresentá-lo publicamente em língua estrangeira,
em vez de apenas procurar uma solução para um problema proposto",
informa o professor Ozimar Pereira, coordenador da ICYS no
Brasil.
O
nível de competitividade da Conferência tem crescido muito
ultimamente. Nos últimos anos, os países participantes foram
Alemanha, Bielo-Rússia, Brasil, Cingapura, Eslováquia, Estados
Unidos, Finlândia, Geórgia, Grécia, Holanda, Hungria, Índia,
Indonésia, Iugoslávia, Macedônia, Polônia, República Tcheca,
Romênia, Rússia e Ucrânia.
A
ICYS foi criada em 1993 por professores da Universidade de
Minsk (Bielo-Rússia) e da Universidade de Budapeste (Hungria)
com o objetivo de estimular o pensamento crítico e investigativo
entre os estudantes do ensino médio. Ao participar da ICYS,
ele segue os passos da criação científica: escolhe temas e
assuntos, formula hipóteses e problemas, faz extensas pesquisas
bibliográficas, elabora experimentos, coleta e analisa dados
e confronta teorias e tira conclusões.
13ª Conferência Internacional de Jovens Físicos. Inscrições:
até 30 de novembro, pelo site: Valores:
R$ 40 para escolas particulares (cooperativas ou com fins
lucrativos) e R$ 20 para escolas públicas (incluindo fundações
e o Sesi).
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FAPESC LANÇA EDITAL DE PESQUISAS PARA REDUÇÃO DOS GASES DE
EFEITO ESTUFA (GEE)
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones:
(48) 9113-3365 ou 3215-1244 |
Florianópolis (03.11.2005) – Na próxima segunda-feira (07),
às 14 horas, a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e
Tecnológica do Estado de Santa Catarina – FAPESC, tornará
público o Edital de Seleção de Projetos de Redução dos Gases
de Efeito Estufa (GEE). É o primeiro edital do gênero no
Estado e destina-se a pesquisadores de instituições de ensino
ou pesquisa da administração pública direta ou privada,
autárquica ou fundacional, organizações da sociedade civil
de interesse público (OSCIPs) e associações civis sem fins
econômicos. Os projetos, em três linhas de pesquisa, poderão
ser apresentados até dia 20 de janeiro de 2006. Os projetos
aprovados receberão investimentos de R$ 1 milhão da FAPESC,
além de contrapartidas.
O
Edital, de número 02/2005, será lançado pelo Governador Luiz
Henrique da Silveira, com a presença do Secretários Estadual
da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz,
de Presidente da FAPESC, Rogério Portanova, dirigentes e representantes
de instituições de pesquisa e do Governo ligadas a defesa
do meio-ambiente, universidades e entidades do setor produtivo.
O objetivo do edital é apoiar financeiramente projetos de
pesquisa, no Estado de Santa Catarina, que visem à redução
dos gases de efeito estufa por meio do incentivo ao desenvolvimento
científico e tecnológico regional e da melhoria da qualidade
ambiental.
Serão apoiados projetos em três linhas de pesquisa:
1) Apoio a projetos que visem à redução da emissão dos gases
de efeito estufa e à conversão de metano (CH4) em gás carbônico
(CO2). Esta Esta linha de pesquisa apoiará projetos que visem
à redução das emissões dos gases causadores de efeito estufa,
tais como: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso
(N2O) e compostos de flúor;
2) Apoio a projetos que contribuam para redução do dióxido
de carbono (CO2) na atmosfera por meio do Seqüestro de Carbono.
Esta linha Esta linha de pesquisa apoiará projetos científicos,
tecnológicos e/ou de inovação que visem à redução do dióxido
de carbono (CO2) atmosférico por meio de sua captura. A captura
do dióxido de carbono (CO2) ou o Seqüestro de Carbono, como
foi conceitualmente estabelecido no Protocolo de Quioto em
1997, é uma das alternativas mitigadoras das mudanças climáticas
globais.
3) Apoio a projetos que visem a capacitação de recursos humanos
em Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Esta linha de
pesquisa apoiará projetos que visem a formação de recursos
humanos em Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A elaboração
de projetos cumprindo as fases do processo MDL com a finalidade
de submetê-lo à validação pelos órgãos certificadores e a
difusão do conhecimento em Mecanismos de Desenvolvimento Limpo
são exemplos de propostas a serem contempladas.
Os
projetos selecionados serão contratados no dia 10 de abril
de 2006 e o prazo de vigência das pesquisas se estenderá até
03 de abril de 2007. Os valores a serem financiados variam
entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, no máximo.
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FINANCIAMENTO
DE PESQUISAS FORTALECERÁ SISTEMA DE C&T NA ÁREA DA SAÚDE
NO ESTADO
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones:
(48) 9113-3365 ou 3215-1244
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(Florianópolis, 24.10.2005) – Na próxima
quinta-feira (dia 27), às 14 horas, no auditório da FAPESC,
serão assinados contratos para financiamento de mais 37 pesquisas
em várias regiões, cujos projetos foram selecionados através
de edital do Programa Gestão Compartilhada em Ciência e Tecnologia
em Saúde no Estado de Santa Catarina. Estarão presentes os
Secretários Estaduais de Saúde, Dado Schremm, de Educação,
Ciência e Tecnologia, professor Diomário de Queiroz, do presidente
da Fapesc, professor Rogério Portanova, reitores e pro-reitores
de universidades, além dos pesquisadores selecionados.
Este programa foi implantado em Santa Catarina em 2003, pela
Fundação de Apoio a Pesquisas Científicas e Tecnológicas de
Santa Catarina – FAPESC, em parceria com a Secretaria Estadual
da Saúde e com o Ministério da Saúde, através do Departamento
de Ciência e Tecnologia em Saúde – DECIT. Foram lançados dois
editais para seleção de pesquisas na área, em 2003 e 2004.
O primeiro edital financiou 21 projetos de 117 propostas,
num total de R$ 600 mil, sendo R$ 360 mil do Ministério da
Saúde/UNESCO. O edital de 2004 selecionou os 37 projetos que
serão contratados, de um total de 101 apresentados. Serão
aplicados R$ 1 milhão e 500 mil, dividido em três partes iguais
de R$ 500 mil da FAPESC, da Secretaria Estadual da Saúde e
do Ministério da Saúde (através do CNPq).
O
presidente da FAPESC, Rogério Portanova, adiantou que esse
programa permite “aprimorar políticas públicas em saúde por
meio do desenvolvimento de pesquisas necessárias à compreensão/solução
de problemas e fortalecimento da gestão da ciência e tecnologia
em saúde no Estado de Santa Catarina”. As pesquisas selecionadas
no segundo edital relacionam pesquisas nas seguintes áreas
ou temas: 1.qualificação da atenção à saúde; 2. saúde mental;
3. saúde da mulher; 4. ações programáticas em saúde; 5. atenção
a grupos populacionais específicos; 6. controle de doenças
infecciosas, não-infecciosas e outros agravos à saúde; 6.
produção, qualidade e acesso de insumos estratégicos; 7. gestão
descentralizada do SUS; 8. saúde, ambiente, trabalho e biossegurança;
e 8. intersetorialidade e promoção da saúde
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197).
Fones: (48) 9113-3365 ou 3215-1244
Relação dos projetos
selecionados por região
| Ernani Tiaraju de
Santa Helena |
Adesão ao tratamento
farmacológico de pacientes com hipertensão arterial
e/ou diabetes mellitus atendidos no Programa de Saúde
da Família de Blumenau, SC. |
Qualificação da
atenção à saúde |
Alto Vale |
| Caio Maurício Mendes
de Cordova |
Padronização e implantação
do diagnóstico laboratorial da Tuberculose em amostras
biológicas e da detecção de cepas resistentes às drogas
utilizadas no tratamento por métodos de biologia molecular |
Qualificação da
atenção à saúde |
Alto Vale |
| Mercedes Gabriela
Ratto Reiter |
Leite Materno em
Banco de Leite Humano: Qualidade e Segurança Alimentar |
Ações programáticas
em saúde |
Alto Vale |
| Paulo Maurício Selig |
Sistema de Informação
para Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde |
Intersetorialidade
e promoção da saúde |
Grande Fpolis |
| Marcio Alvarez da
Silva |
Expansão ex vivo
de células tronco hematopoiéticas de placenta/cordão
umbilical para reconstituição terapêutica |
Produção, qualidade
e acesso de insumos estratégicos |
Grande Fpolis |
| Maria Cecília Menks
Ribeiro |
Avaliação citogenética
e molecular de neoplasias hematológicas – utilização
da classificação proposta pela OMS |
Controle de doenças
infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde |
Grande Fpolis |
| Luiz Alberto Peregrino
Ferreira |
Mortalidade materna
em adolescentes:epidemiologia e prevenção |
Saúde da mulher |
Grande Fpolis |
| Mario Steindel |
Caracterização biológica
e epidemiológica do foco de Leishmaniose Tegumentar
Americana (LTA) no município de Piçarras, Santa Catarina |
Controle de doenças
infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde |
Grande Fpolis |
| Eliana Elisabeth
Diehl |
Medicamentos no
contexto local indígena Guarani (Litoral de Santa
Catarina) |
Atenção a grupos
populacionais específicos |
Grande Fpolis |
| Raimes Moraes |
PROQUALY - Família
de Equipamentos para Avaliação da Qualidade de Equipamentos
Médico-Assistenciais |
Intersetorialidade
e promoção da saúde |
Grande Fpolis |
| Ilíada Rainha de
Souza |
Câncer de mama:
estudos moleculares da biologia tumoral e polimorfismos
genéticos em mulheres de Santa Catarina |
Saúde da mulher |
Grande Fpolis |
| Helio Roesler |
Desenvolvimento
e aplicação de sistemas de tratamento da marcha para
portadores de necessidades especiais |
Atenção a grupos
populacionais específicos |
Grande Fpolis |
| Francisco de Assis
Guedes de Vasconcelos |
Diagnóstico de obesidade
e determinação do tipo de distribuição de gordura
em idosos de Florianópolis, SC. |
Atenção a grupos
populacionais específicos |
Grande Fpolis |
| Grace T M Dal Sasso |
Bases para o desenvolvimento
de um Sistema de Informações Geográficas na área da
Saúde para o Estado de Santa Catarina. |
Produção, qualidade
e acesso de insumos estratégicos |
Grande Fpolis |
| Ana Maria Borges
de Sousa |
Vida e cuidado:
Monitoramento das práticas hospitalares destinadas
ao atendimento das crianças vítimas de violência sexual
na região da grande Florianópolis/SC. |
Qualificação da
atenção à saúde |
Grande Fpolis |
| Ari Digiácomo Ocampo
Moré |
Resistência Mecânica
de Fixações Ligamentares do Joelho |
Intersetorialidade
e promoção da saúde |
Grande Fpolis |
| Terezinha Regina
Giordani Serrano |
O impacto da adoção
de práticas inovadoras de gestão no contexto do Sistema
Único de Saúde: estudo de caso da gestão fundacional
no CEPON |
Gestão descentralizada
para o SUS |
Grande Fpolis |
| Emilia Addison Machado
Moreira |
Levantamento da
situação da condição bucal e sua relação com o estado
nutricional de deficientes semi institucionalizados
das APAES de Florianópolis e São José. |
Ações programáticas
em saúde |
Grande Fpolis |
| Letícia Scherer
Koester |
Avaliação do perfil
farmacocinético de carbamazepina veiculada em nanoemulsões
após administração intravenosa em cães |
Produção, qualidade
e acesso de insumos estratégicos |
Grande Fpolis |
| Águeda Lenita Pereira
Wendhausen |
Conselhos Gestores
e Saúde: empoderamento e impacto na gestão pública |
Gestão descentralizada
para o SUS |
Litoral Norte |
| Márcio Vieira Angelo |
Estudo do Fluxo
de Pacientes com Demanda de Internação Psiquiátrica,
na Região da 17a. Secretaria do Desenvolvimento Regional |
Saúde mental |
Litoral Norte |
| Norberto Luiz Cabral |
Determinantes, perfil
e assistência à saúde dos eventos cérebro-vasculares
em Joinville no período de 2005 a 2007 – estudo de
coorte. |
Controle de doenças
infecciosaas, não infecciosas e outros agravos da
saúde |
Litoral Norte |
| Elizabeth Navas
Sanches |
Organização e Trabalho:
Padrões de Comprometimento dos Profissionais que atuam
no Programa de Saúde da Família |
Gestão descentralizada
para o SUS |
Litoral Norte |
| Anita Maria da Rocha
Fernandes |
Sistema para análise
de dados em mastologia |
Saúde da mulher |
Litoral Norte |
| Elisete Navas Sanches
Próspero |
Estudo longitudinal
dos riscos nutricionais em lactentes nascidos com
baixo peso e peso insuficiente no município de Itajaí-
SC, Brasil. |
Ações programáticas
em saúde |
Litoral Norte |
| Alan Índio Serrano |
Estudo epidemiológico
das mortes violentas auto-infligidas nos municípios
catarinenses, visando possibilidades de prevenção
e atendimento no âmbito do SUS |
Saúde mental |
Litoral Norte |
| Gladys Amelia Vélez
Benito |
Modelagem dos processos
das competências dos profissionais de saúde para a
consolidação do sus/ programa/estratégia de saúde
da família |
Gestão descentralizada
para o SUS |
Litoral Norte |
| Ruth Terezinha Kehrig |
Organizações que
aprendem saúde - um modo de gerenciar a mudança do
modelo de atenção à saúde: pesquisa-ação em município
de pequeno e médio porte |
Gestão descentralizada
para o SUS |
Meio-Oeste Catarinense |
| Angelica Francesca
Maris |
Identificação de
disfunções genéticas em indivíduos com recorrência
familiar para retardo mental e distúrbios associados. |
Saúde mental |
Meio-Oeste Catarinense |
| Maria Elisabeth
Kleba da Silva |
Capacidade assistencial
da rede de serviços do Sistema Único de Saúde na região
do Pólo de Educação Permanente em Saúde do Oeste de
Santa Catarina |
Gestão descentralizada
para o SUS |
Oeste Catarinense |
| Rosemeri Maurici
da Silva |
Influência da qualidade
das amostras de escarro no rendimento da reação em
cadeia da polimerase (PCR) para o diagnóstico da tuberculose
pulmonar. |
Controle de doenças
infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde |
Sul Catarinense |
| Ana Claudina P.
Serratine |
Análise bacteriológica
da água dos equipos odontológicos instalados nas clínicas
do Curso de Odontologia da UNISUL |
Saúde, ambiente,
trabalho e biossegurança |
Sul Catarinense |
| Marcelo Tomás de
Oliveira |
Atendimento Odontológico
pela Técnica Restauradora Atraumática (ART) associado
ao emprego de um novo gel removedor de cárie dental
como alternativa a pacientes que não tenham acesso
ao atendimento ambulatorial no sistema único de saúde-SUS |
Ações programáticas
em saúde |
Sul Catarinense |
| Josimari Telino
de Lacerda |
Diferenciais intra-urbanos
em municípios de médio e pequeno porte em Santa Catarina:
preditores de cárie dentária |
Controle de doenças
infecciosas, não infecciosas e outros agravos da saúde |
Sul Catarinense |
| Janine Moreira |
A Reforma Psiquiátrica,
o processo de desinstitucionalização e o atendimento
ao sofredores psíquicos: os serviços substitutivos
de saúde mental do Sul Catarinense |
Saúde Mental |
Sul Catarinense |
| Claudia Roberta
de Castro Moreno |
Tubarão Município/Saudável:
diagnóstico das condições de saúde da população do
município de Tubarão, SC. |
Intersetorialidade
e promoção da saúde |
Sul Catarinense |
| Karen Glazer Anselmo
Peres |
Avaliação da concentração
de açúcares e do pH em medicamentos pediátricos na
forma líquida: novo campo de atuação para o sistema
de vigilância sanitária. |
Intersetorialidade
e promoção da saúde |
Sul Catarinense |
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Workshop sobre propriedade intelectual mostra experiências
da YISSUM/ISRAEL E DE SÃO PAULO
Fonte: Comunicação Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones:
(48) 9113-3365 ou 3215-1244 |
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Florianópolis (24.10.2005) - A Fundação de Apoio a Pesquisas
Científicas e Tecnológicas do Estado de Santa Catarina – FAPESC
e o Departamento de Propriedade Intelectual da Universidade
Federal de Santa Catarina – DPI/UFSC, promoverão, no dia 27
(quinta-feira), um workshop enfocando o tema “Inovação, Propriedade
Intelectual e Comercialização de Tecnologia”. O evento marcará
o lançamento do Programa de Gestão da Propriedade Intelectual
– PROGEPI/FAPESC, que beneficiará pesquisadores, institutos
de pesquisa, instituições de ensino superior e empresas de
tecnologia em todo o Estado.
O Workshop, das 9 às 12 horas, no auditório da FAPESC, contará
com a presença de uma das maiores autoridades internacionais
no assunto, Doutora Renee Ben-Israel, Vice-Presidente de Propriedade
Intelectual da Yissum* - Universidade Hebraica de Jerusalém,
em Israel, e o Doutor Ricardo Bérgamo, Diretor do Núcleo de
Patenteamento e Licenciamento de Tecnologias – NUPLITEC, da
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP.
A palestras serão em português e a participação dos interessados
é gratuita. Inscrições pelos endereços: dpi@reitoria.ufsc.br
ou daniela.abreu@fapesc.rct-sc.br ou fones: (48) 3331-9628
e 3215-1236.
Sumário das exposições:
A Yissum é referência internacional na área de transferência
de tecnologias resultantes de projetos universitários, sendo
uma grande geradora de recursos e de novas tecnologias no
mercado. Supera, inclusive, a Universidade de Harward, nos
Estados Unidos. Em sua palestra, Renèe Bem-Israel falará sobre:
a Universidade Hebraica e a Yissum; Objetivos e dilemas universitários;
Projetos e orçamentos; Perspectiva estratégica da Universidade/Yissum;
Modus operandi; Modelos de negócios e características; Exemplos
práticos. A vinda da palestrante foi viabilizado através do
, professor Luiz Otávio Pimentel, Diretor do Departamento
de Propriedade Intelecual da UFSCRenèe Bem-Israel é responsável
pelo gerenciamento de PI a nível mundial da Yissum, conselheira
das atividades de patenteamento pelo desenvolvimento de estratégias
para a proteção do conhecimento por meio da PI, interação
e gerenciamento de negócios com parceiros, prospecção de inventos
e patentes e acordos a nível inter-institucional.
O Nuplitec da FAPESP é um Programa criado em maio de 2000
em decorrência da necessidade de proteger a propriedade intelectual
e licenciar os inventos resultantes de pesquisas financiadas
pela Fundação, no Estado de São Paulo. O advogado Ricardo
Bérgamo falará sobre como o Nuplitec foi constituído e que
tipos de orientação e de auxílios oferece aos pesquisadores.
Comunicação
Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones: (48) 9113-3365
ou 3215-1244
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Santa Catarina terá Programa de Gestão da Propriedade
intelectual - PROGEPI
Fonte: Comunicação
Fapesc/Randolfo Decker (JP/MT n° 197). Fones: (48) 9113-3365
ou 3215-1244 |
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Florianópolis (22.10.2005) - O objetivo básicos do Programa,
inédito no Estado, é implementar um sistema de trabalho integrado
nas áreas da propriedade intelectual e da transferência de
tecnologias protegidas com institutos de pesquisa, instituições
de ensino superior e empresas envolvidas com CT&I em Santa
Catarina. Envolve um plano de educação e sensibilização nas
organizações e na sociedade sobre a importância, os objetivos
e princípios de gestão da propriedade intelectual. Esse processo
educativo destina-se aos níveis diretivo, gerencial, coordenadores,
responsáveis técnicos e pesquisadores, segundo confirmou o
Presidente da FAPESC, professor Rogério Portanova.
Segundo a Coordenadora do Programa na FAPESC, Daniela de Abreu
Santos, o PROGEPI tem como política de ação, para 2006, a
capacitação de recursos humanos com efeito multiplicador,
a implementação da Rede Estadual de Propriedade Intelectual
e Transferência de Tecnologia, bem como o fomento de pesquisas
acadêmicas no âmbito do Observatório Catarinense da Propriedade
Intelectual, previstos pelo Programa.
Em 2007, as ações implementadas serão fortalecidas e aprofundadas
e será priorizado o fomento à difusão da efetiva proteção
e ao licenciamento de novas tecnologias em Santa Catarina.
Tais ações demandam um sistema de informações, consulta ao
estado de técnica e gestão da propriedade intelectual e comercialização
de tecnologia. “A partir disso, será possível uma transformação
institucional da FAPESC, potencializando sua vocação e função
social enquanto gestora de recursos financeiros para CT&I”
informou. Também frisou que “pela difusão da cultura e pela
efetiva proteção por meio da propriedade intelectual dos conhecimentos
gerados no Estado, pode-se alcançar o retorno social dos investimentos
públicos, pela exploração de seus resultados, rumo ao desenvolvimento
sócio-econômico sustentado”.
Comunicação
Social da FAPESC. (48) 3215-1244 ou 9113-3365
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| Biguaçú Inaugurou Incubadora de Tecnologia com Apoio
da FAPESC
Fonte: Randolfo Decker - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Biguaçú, SC (
13.10.2005) – O Centro de Inovação e Tecnologia de Biguaçú
– CITeB, incubadora de empresas de base tecnológica, foi instalada
no município com o apoio do Governo do Estado, através da
Fundação de Apoio à Pesquisas Científicas e Tecnológicas do
Estado de Santa Catarina – FASPESC. O empreendimento contou
com parceria de outras instituições: Prefeitura Municipal
de Biguaçú, Associação Comercial e Industrial local, Sociedade
Educacional de Santa Catarina-SOCIESC e a Universidade do
Vale do Itajaí – UNIVALI. A solenidade inaugural contou com
a presença de gerentes e Coordenadores da FAPESC, representantes
das entidades parceiras e do Secretário de Estado de Educação,
Ciência e Tecnologia, professor Antônio Diomário de Queiroz.
Com 250 metros quadrados de área construída e capacidade de
reunir 10 empresas de base tecnológica (cerca de 50 estão
inscritas esperando a seleção), essa é a primeira incubadora
nova, selecionada e oiada através do Edital FAPESC nº 002/2004.
Mais dois empreendimentos idênticos estão sendo instalados
nos municípios de Itajaí e Brusque. Cada uma recebeu R$ 70
mil da Fundação para concretizar os projetos. O Edital foi
lançado no ano passado, uma parceria entre FAPESC e SEBRAE/SC,
prevendo investimentos de R$ 800 mil, no total. Foram selecionadas
e serão apoiadas mais duas (02) incubadoras em fase de consolidação
(FUNOESC-Videira e UNIPLAC-Lages). Outra incubadora, sediada
pela FURB-Blumenau, foi selecionada para capacitação de gestores,
segundo confirmou o coordenador de projetos desse edital,
engenheiro Gerson Bortoluzzi, da FAPESC. Adiantou que o SEBRAE
apoiará outras sete incubadoras já consolidadas, como a SOFTVILLE
e MIDville (Joinville), UNOCHAPECÓ (Chapecó), TECNOVALE (Joaçaba),
CELTA , GENESS e ACATE (Florianópolis).
O gerente da Incubadora de Biguaçú, João Braz da Silva, informou
que CITeB, em termos de infra-estrutura, conta com recepção
comum às empresas que funcionarão no local, auditório e sala
de videoconferências, além de tecnologias como Internet de
banda larga e telefonia. Apoio como recepcionista, Office-boy
e assessoria contábil, financeira, comercial, jurídica e de
recursos humanos. Testes e ensaios em laboratórios serão realizados
nas entidades parceiras e em empresas locais. Além de outros
serviços ofertados, como pesquisa e desenvolvimento de produtos
e de profissionais, as empresas incubadas terão apoio no relacionamento
e acesso às entidades de fomento à pesquisa e desenvolvimento
tecnológico, como universidades, centros de pesquisa (estaduais
e nacionais), FAPESC, FINEP, ANPROTEC, entre outras instituições.
Inicialmente, a incubadora de Biguaçú, em pleno funcionamento,
vai gerar 30 postos de trabalho diretos e três mil indiretos
na região, principalmente fornecedores de serviços e produtos.
Poderão se instalar somente empresas com produtos e/ou serviços
inovadores e com uso de tecnologia de ponta, com condições
de se desenvolverem de forma sustentável.
Fonte:
Coordenação de Comunicação Fapesc. Contato: (48) 3215 – 1244
, com Randolfo Decker ou Moacir Loth.
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| Portanova lança idéia da Biobrás, na Câmara dos Deputados
Fonte: Randolfo Decker - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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A Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira (5)
uma sessão em homenagem à 2º Semana Nacional de Ciência e
Tecnologia. A solenidade foi aberta pelo deputado Inocêncio
Oliveira, que destacou a importância do tema para o conhecimento
da população e para o desenvolvimento do País. "É importante
que a Câmara como Casa do desenvolvimento nacional prestigie
iniciativas tão importantes".
Durante a sessão, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)
e a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) lançaram um carimbo
em homenagem à Semana. O secretário-executivo do (MCT), Luis
Fernandes Rabelo, compareceu à cerimônia e disse que a parceria
levará a todo o Brasil a imagem do projeto, que é tão importante
para popularizar a ciência no País.
No seu discurso, Luis Fernandes agradeceu o apoio da Câmara
na aprovação de projetos e disse que na atual sociedade do
conhecimento não existe a possibilidade de desenvolvimento
sem medidas efetivas que apoiem a ciência e a tecnologia.
O secretário para Inclusão Social do MCT, Rodrigo Rollemberg,
também compareceu ao evento e afirmou que os institutos do
Ministério durante toda a Semana estão de portas abertas,
com o objetivo de aproximar a ciência da população brasileira,
sendo um instrumento transformador da realidade social.
O Presidente da FAPESC, Rogério Portanova, representando o
Conselho Nacional de Secretários de Ciência e Tecnologia apresentou
o Projeto Sistêmico Integrado do Conselho, que fortalece o
Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação, numa
perspectiva de descentralização para a inclusão científica
e tecnológica incluindo os municípios. Destacou, ainda, a
importância da II Semana de Ciência e Tecnologia e a iniciativa
deste evento no Congresso Nacional, valorizando o Congresso
como o maior laboratório para a cidadania. Ressaltou as circunstâncias
que vivemos como sociedade do conhecimento, num contexto de
sociedade de risco, que por certo exige ética, moral e moralidade
bastante desenvolvida e adequada para o nosso tempo, em que
trabalhamos empenhados e com responsabilidade para ampliar
a autonomia, a independência e a soberania do Brasil. Analisou
a relevância das Políticas e Programas do MCT, destacando
como abragente e integrador do ponto vista das políitcas públicas
o Programa de Biodiesel e lançou a proposta de criação da
BIOBRAS, empresa brasileira responsável para o desenvolvimento
do mercado, nacional e internacional, da produção de biocombustíveis
brasileiros, a exemplo da criação da Petrobrás em 1953 e da
Petrobrás, na década de 60, estimulado pelo movimento "O petróleo
é nosso".
Ainda nesta data, a Frente Plurissetorial em Defesa da Ciência,
Tecnologia e Inovação reuniu-se às 15h, no Auditório Freitas
Nobre e realizou as palestras O panorama da água no Brasil
e A educação científica no Brasil. Quinta-feira (6), às 9h30,
haverá uma audiência pública, no Plenário 13, no Anexo II,
para discutir o papel dos Centros Vocacionais Tecnológicos
(CVTs) como agentes de inclusão social.
Projetos da PITCE recebem R$ 343 milhões dos Fundos Setoriais
neste ano, apenas neste ano, a Financiadora de Estudos e Projetos
(Finep), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia
(MCT), aportou R$ 343,3 milhões em recursos não-reembolsáveis
em ações da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio
Exterior (PITCE). São R$ 120 milhões para 11 chamadas públicas
e R$ 223,3 milhões para nove encomendas, contemplando um total
de 973 projetos.
O balanço foi apresentado na tarde de hoje (5) pelo secretário
executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luis
Fernandes, e pelo presidente da Financiadora de Estudos e
Projetos (Finep), Odilon Marcuzzo do Canto. "Desde o início
das discussões sobre a política industrial, estamos concentrando
esforços em inovação e focamos mais de 60% dos recursos disponíveis
dos fundos setoriais para ações da PITCE", explicou Luis Fernandes.
Em 2004, para atender 913 projetos, fruto também de 11 chamadas
públicas e nove encomendas, os investimentos destinados diretamente
à Política Industrial somaram R$ 243 milhões. A concessão
de crédito para projetos de inovação em empresas totalizam,
em 2005, R$ 650 milhões em recursos reembolsáveis, dos quais
80% também se destinam a projetos prioritários da Política
Industrial. O maior beneficiário é setor de bens de capital,
com um total de 41% dos recursos.
A carteira de projetos ainda em análise na Finep envolve outros
R$ 900 milhões, dos quais R$ 350 milhões deverão ser liberados
até o final do ano.
"Os números mostram que estamos finalmente entendendo que
não existe desenvolvimento industrial sem investimentos em
tecnologia e aporte no conhecimento", declarou Odilon Marcuzzo.
Apoio financeiro
A Finep apóia financeiramente projetos voltados para o desenvolvimento
científico, tecnológico e inovador de empresas e instituições
de pesquisa, com recursos reembolsáveis e não-reembolsáveis.
O apoio financeiro não-reembolsável é feito com recursos do
Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
(FNDCT), formado em sua maior parte com recursos dos Fundos
Setoriais.
Os financiamentos reembolsáveis, viabilizados por meio do
Programa de Incentivo à Inovação nas Empresas Brasileiras
(PROINOVAÇÃO), são realizados com recursos próprios ou decorrentes
de fontes como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o
Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND). As condições de financiamento,
nesses casos, são mais atrativas que as vigentes no mercado,
hoje em torno de 4,75% ao ano.
Empresas de bens de capital como Marcopolo, Weg, Randon e
Lupatech receberam financiamento de R$ 150 milhões. A Brascan
Energética, distribuidora de energia e o Operador Nacional
de Sistema (ONS) tiveram financiamento de quase R$ 40 milhões
a projetos que devem impactar a matriz energética brasileira.
No setor de fármacos e medicamentos a Eurofarma Laboratórios
Ltda. recebeu aporte de R$ 11 milhões para substituir cinco
medicamentos. A Cristália produtos Químicos e Farmacêuticos
recebeu financiamento de R$ 9,2 milhões para desenvolver produtos
que substituam as importações.
Incubadoras
Além disso, com recursos próprios ou provenientes do FNDCT,
a Finep auxilia empresas inovadoras por meio do aporte de
verbas em fundos de capital de risco e do apoio à incubadoras
de empresas e parques tecnológicos. Através da Incubadora
de Fundos Inovar, a Finep já comprometeu cerca de R$ 80 milhões
em nove fundos de capital de risco. A expectativa é que, nos
próximos três anos, sejam beneficiadas cerca de 100 empresas
de tecnologia.
No âmbito da renúncia
fiscal, pelo terceiro ano consecutivo, a Finep protocolou
pleitos à subvenção econômica das empresas executoras de Programas
de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI) ou Programas
de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário (PDTA). Este prazo
foi estabelecido conforme o Artigo 7º da Portaria nº 862,
de 27 de novembro de 2003, do Ministério da Ciência e Tecnologia.
O incentivo é proveniente de uma cota do Fundo Setorial Verde-Amarelo
e o valor total para este ano é de R$ 2,8 milhões.
Em 2003, o valor destinado à subvenção foi de R$ 9,3 milhões
para oito empresas. Em 2004, foram destinados R$ 8,7 milhões
para seis empresas e, em 2005, a demanda é de R$ 75,3 milhões
para 18 empresas.
(Com colaboração de Vera Marina - Assessoria de Comunicação
da Finep)
Assessoria de Imprensa do MCT, Brasilia, 05/10/2005.
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| Incubadora na Serra é realidade
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Instalada na Uniplac, a Incubadora Empresarial MIDILages
(Microdistrito de Base Tecnológica de Lages), que terá função
fundamental e estratégica para o desenvolvimento da Serra
Catarinense, já é uma realidade.
Transformando idéias e conhecimentos em produtos e serviços
tecnologicamente inovadores, o MIDILages, a exemplo das demais
incubadoras e parques tecnológicos, segundo o presidente da
Fapesc, Rogério Portanova, contou com a participação de parceiros
locais, estaduais e nacionais.
Homenageado no lançamento, Portanova destacou, agora que o
MIDILages entrou em funcionamento, o papel das incubadoras
para o desenvolvimento regional e sustentado. “As incubadoras
geram oportunidades de emprego e renda nas regiões, mantendo
o equilíbrio social e econômico nas comunidades locais”, sustentou.
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| SC opta por geração de energia sustentável
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Estado se associa ao Programa Nacional de Sistemas Células
e Combustível
A
Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, através
da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica (Fapesc),
está gestando o Programa Catarinense de Energia Limpa e Renovável.
A iniciativa do presidente da Fapesc, Rogério Portanova, ganhou
impulso agora com a realização de uma reunião técnica nacional,
em Florianópolis, em torno do Programa Brasileiro de Sistemas
Células a Combustível (“equipamentos capazes de converter
a energia química de certos combustíveis em energia elétrica”).
Na
reunião fechada realizada na Fapesc, que definiu estratégias
e linhas de ação do Programa, participaram 30 pessoas, representando
universidades, empresas, Governo e ONGs. O Programa prevê
a implantação de quatro ou cinco redes de pesquisa e desenvolvimento.
Santa Catarina reivindica a condição de ser uma espécie de
sub-rede do programa nacional. Segundo o professor Antônio
Rogério Souza (Fapesc), que coordenou a reunião, “o Estado
quer assumir a integração das redes”.
O
desafio é promover ações integradas e cooperadas que viabilizem
o desenvolvimento da tecnologia de sistemas células a combustível,
incluindo a produção, o armazenamento e a distribuição do
hidrogênio.
Esta
forma de gerar energia, explica Souza, dispensa a combustão
e, além de mais eficiente, é bem menos poluente do que os
equipamentos atualmente usados.
O
Programa Nacional é mais centrado na questão da economia de
energia. O programa catarinense avança no sentido de também
promover a geração direta de energia limpa.
Envolvendo os centros tecnológicos, o Senai, a UFSC, a Udesc,
o Sistema Acafe, a Epagri e toda a rede científica e tecnológica
pública e privada, o Programa Catarinense de Energia Limpa
priorizará, entre as fontes energéticas, o biogás, o carvão
mineral, o gás natural e a biomassa. “Isso sempre na perspectiva
da geração limpa, ou seja, gerar hidrogênio para células a
combustível”, lembrou o presidente da Fapesc, Rogério Portanova,
mentor do projeto catarinense.
O
Programa, reforça Portanova, exigirá um esforço conjugado
para desenvolver tecnologias de geração de energia a partir
de fontes limpas, visando privilegiar o desenvolvimento sustentado
de Santa Catarina.
A
Fapesc está iniciando o planejamento estratégico, devendo
lançar os editais de pesquisa do Programa ainda até o final
do ano.
Antônio
Rogério Souza adianta que o Estado pretende desenvolver dois
protótipos. Um seria no sistema móvel (um carro, por exemplo).
O outro, no sistema estacionário, deverá ser uma casa. Os
protótipos poderão ser integrados ao megaprojeto Sapiens parque,
previsto para ser instalado no norte da Ilha de SC. A idéia,
por exemplo, é utilizar a novidade energética para o futuro
centro administrativo daquele empreendimento de base tecnológica.
O
presidente da Fapesc, Rogério Portanova, mantém aceso na mente
o “apagão” e alerta que “o maior desafio que se avizinha diz
respeito justamente à produção de energia”. Ao justificar
a associação do Estado ao Programa do Ministério da Ciência
e Tecnologia (MCT), argumenta que é necessário avançar na
produção de hidrogênio através de seus variados procedimentos.
“A conseqüência deste processo é uma brutal economia nos impactos
ambientais, uma vez que o hidrogênio é abundante e não polui
a atmosfera”, sustenta.
O
pesquisador está convicto de que esta alternativa “pode mudar
por completo a forma como o Brasil encara a sua matriz energética”.
O
Programa Brasileiro de Sistemas Células a Combustível (Procac)
foi oficialmente instituído em 2002 pelo MCT. Mas faz parte,
na verdade, da Política Brasileira de Hidrogênio, concebida
pelo Ministério de Minas e Energia.
A
busca de SC e do Brasil é por “novas tecnologias para a geração
de energia limpa que façam uso mais eficiente dos recursos
naturais e renováveis, evitando prejuízos ao meio ambiente”.
O
Programa, que exige conhecimentos, parcerias e grupos multidisciplinares
(física, engenharias, eletroquímica, combustível a hidrogênio,
sistemas de eletrólise etc), abarca uma variedade de recursos
fósseis, renováveis e também gerados a partir da eletricidade.
De
acordo com os seus idealizadores, o Programa Catarinense pode
ser uma solução para SC e uma alternativa para o País.
Contatos e entrevistas com:
Rogério
Portanova – (48) 215-1212 / 9962-2083; e
Antônio Rogério
Souza – (48) 9612-4680.
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| Política para manejo sustentável do pinheiro brasileiro
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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SC está debatendo a estruturação de uma política sustentável
de manejo dos remanescentes naturais da floresta com araucárias.
Para isso, é consensual a necessidade da continuidade das
atividades do Inventário Florístico Florestal, atualmente
gerenciado pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e
Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Para esta
finalidade, conforme adiantou o presidente da Fapesc, Rogério
Portanova, foram orçados R$ 2,2 milhões.
A
discussão mobilizou cerca de 50 pesquisadores do Estado, em
Lages, durante o Seminário de Manejo Sustentável da Araucária
e do Xaxim, organizado pela Assembléia Legislativa. A Fapesc
esteve representada pelas coordenadoras de Projetos, Adriana
Dias e Márcia Patrícia Hoeltgebaum, e pelo diretor de política
agropecuária, Zenório Piana. O evento contou também com representantes
da Fatma, Epagri, Udesc, Ministério Público Federal, além
de agricultores e lideranças da comunidade local.
De
acordo com Adriana Dias, a Fapesc vai responsabilizar-se pelos
resultados técnico-científicos que “sustentarão as políticas
de conservação e manejo das espécies ameaçadas ou não da mata
atlântica catarinense”.
Outras
informações com Zenório Piana, Adriana Dias e Márcia Patrícia
Hoeltgebaum, na Fapesc, pelos fones (48) 215-1212 e 215-1213.
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| Ciência acessível
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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A UFSC abriu dia 14 no Campus, em Florianópolis, a 5ª
Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex). São 120 estandes,
1870 painéis de pesquisas, 600 experiências de iniciação científica
e 5.300 vagas preenchidas nos cursos e oficinas.
O
reitor Lúcio Botelho destacou a contribuição da Secretaria
de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia e da Fundação
de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica (Fapesc).
Também
elogiou a integração da Secretaria de Educação de Florianópolis
e agradeceu ainda a compreensão do movimento grevista, representado
pelo Sintufsc, /Apufsc e DCE. “A Sepex é hoje um elo necessário
da universidade com a sociedade”, concluiu. |
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| Governador assinou convênio com o MCT para Tratamento de Dejetos
Suínos em SC
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Aprovados R$ 700.000,00 para controle ambiental
O
primeiro resultado da reunião do Fórum Catarinense Permanente
para o Controle da Poluição Ambiental por Dejetos Suínos,
realizada em Fraiburgo, o governador do Estado Luiz Henrique
da Silveira, assinou convênio com o Ministério da Ciência
e Tecnologia - MCT no valor de R$ 700 mil, para implantação
de um programa de validação de tecnologias para o manejo,
tratamento e valorização dos dejetos suínos em Santa, visando
o controle ambiental nas regiões afetadas.
Desse montante, R$ 450 mil serão repassados pelo MCT e R$
250 mil serão liberados pela Fundação de Apoio a Pesquisa
Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – FAPESC.
O projeto vai beneficiar pequenos e médios produtos suínos.
Dentre as instituições beneficiadas com os recursos estão
a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa
Catarina - EPAGRI, a Universidade Federal do Estado de Santa
Catarina - UFSC, a Universidade do Oeste do Estado de Santa
Catarina - UNOESC e a Empresa Brasileira Brasileira de Pesquisa
Agropecuária - EMBRAPA.
O presidente da FAPESC, Rogério Portanova, confirmou que o
projeto prevê a realização de estudos e pesquisas para validação
de tecnologias de manejo, tratamento, armazenamento e valorização
de dejetos suínos na recuperação do meio ambiente e na disseminação
da informação. “A poluição ambiental por dejetos suínos em
Santa Catarina é um dos maiores problemas do setor agropecuário
catarinense e faz-se necessário enfrentá-lo com ações concretas
de pesquisa e extensão rural”, frisou.
Na reunião do Fórum realizado em Fraiburgo, a EPAGRI sugeriu
quatro linhas de ação para resolver o problema: 1) tecnologias
adequadas; 2) definição de políticas e medidas legais; 3)
incentivos e instrumentos econômicos e; 4) educação para redução
da poluição por dejetos. Em relação a primeira ação, a FAPESC
tem muito a contribuir já que um de seus objetivos é conceder
recursos financeiros para projetos de ciência, tecnologia
e inovação, segundo o diretor de pesquisa agropecuária da
Fundação, Dr. Zenório Piana. Nos últimos anos a FAPESC também
vinha apoiando outro projeto (Arranjo Produtivo), com o mesmo
objetivo, envolvendo também a empresa Perdigão, UFSC, UNOESC,
EMBRAPA e EPAGRI/FUNDAGRO. beneficiando pequenos e medidos
produtores das regiões Oeste e Sul de Santa Catarina.
Contatos: Dr. Zenório Piana. Fones: (48) 215-1230 ou 9931-0777 |
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| Ciência e sociedade
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| A
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está dando um
exemplo concreto ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)
de como se pode difundir e popularizar a ciência, a tecnologia
e a inovação.
Novamente com efetivo auxílio da Fundação de Apoio à Pesquisa
Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc),
a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão está coordenando a organização
da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex), que, aliás,
já conquistou um lugar no calendário.
Mostrando num momento crucial, isto é, de greve das universidades
federais, a riqueza e a importância vital da sua produção
social, cultural, científica e tecnológica para a sociedade,
a Universidade catarinense coloca à disposição do público,
no período de 14 a 17 de setembro, no campus da Trindade,
em Florianópolis, cem estandes e 1.280 painéis sobre projetos
desenvolvidos pela comunidade universitária (docentes, servidores
e estudantes), além de 602 experiências de iniciação científica.
(Eis aqui uma excelente oportunidade para dizer ao povo a
que vem a universidade e justificar as razões do movimento
paredista).
Ainda
no campo da democratização e divulgação do conhecimento, a
Editora da UFSC (EdUFSC) inseriu no evento a segunda edição
da Feira do Livro Universitário, que já conta com a presença
de 11 editoras brasileiras. Enriquece também a Sepex a presença
dos 800 participantes do XXIII Seminário de Extensão da Região
Sul (Seurs), reunindo as universidades públicas de SC, RS
e PR.
Integrando as comemorações dos 45 anos da UFSC, a Sepex, que
espera a presença de 40 a 50 mil pessoas, é, também, um aquecimento
para a 58ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso
da Ciência (SBPC), que acontece em Florianópolis no período
de 16 a 21 de julho de 2006. Mais uma vez o público estimado
deve ultrapassar os 40 mil. (O presidente da SBPC, Ennio Candotti,
acaba de fazer uma visita de reconhecimento ao Campus).
Mas
a Sepex é, sobretudo, uma prévia para o Governo Federal que
programou para outubro ( 3 a 9) a Semana Nacional de Ciência
e Tecnologia ( http://semanact2005.mct.gov.br ), que deverá
“espalhar” CT&I em mil municípios brasileiros, mobilizando,
para tanto, universidades, museus, escolas, governos, entidades,
imprensa e, evidentemente, a população.
Sepex,
Seurs, Semana de Ciência e Tecnologia, Reunião Anual da SBPC,
enfim, pauta não faltará aos meios de comunicação social.
Popularizar a ciência não parece tão distante. A produção
científica existe em quantidade e qualidade no Brasil. E o
público gosta de ler, ver e ouvir sobre ciência!
Jornalismo científico? Como diria José Hamilton Ribeiro, ex-presidente
da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC),
achamos que jornalismo basta! |
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| Fatma concede Licença Ambiental ao Projeto Sapiens Parque
Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação |
|
O governador Luiz Henrique anuncia quarta-feira (14), às 10h,
a liberação da Licença Ambiental Prévia concedida pela Fatma
para o empreendimento Sapiens Parque, no Norte de Florianópolis.
A licença é a confirmação de viabilidade ambiental do Projeto
e, sua divulgação, marca o início do Sapiens Parque.
Está
previsto para os próximos 30 dias o início dos projetos executivos
de implantação do Parque, visando a obtenção da Licença Ambiental
de Instalação (LAI). A primeira obra confirmada será a reforma
do Casarão da antiga colônia penal, que servirá como sede
da Sapiens S.A. durante a primeira etapa, denominada Fase
Zero, de implantação do Parque.
O
Sapiens Parque tem o objetivo de fortalecer os setores econômicos
de Florianópolis como o turístico, de serviços e tecnologia,
dando prioridade às questões como o meio ambiente e o bem
estar da sociedade. Com isso, está planejada uma série de
empreendimentos públicos e privados, como arena multiuso,
parque natural, centro de serviços para comunidade, centro
de eventos e de convivência, hotéis, museus, centros gastronômicos
e de compras, centros de pesquisa e desenvolvimento científico
e tecnológico. Além de empresas e organizações não governamentais
que em conjunto irão atuar no desenvolvimento da região.
A
implantação total do Sapiens Parque prevê cinco fases que
serão realizadas ao longo dos próximos 15 anos. Os resultados
finais incluem a geração de 30 mil empregos diretos, dos quais
cerca de 18 mil são de nível superior, R$ 1,5 bilhão de investimentos
privados, R$ 1,3 bilhão de receitas anuais. O Projeto será
implantado em uma área de 4,5 milhões m² pertencente à CODESC
e ao Governo do Estado, localizada em Florianópolis, no norte
da ilha, a 25km de distância do centro da cidade. O Sapiens
Parque abrange os balneários de Canasvieiras, Cachoeira do
Bom Jesus e Vargem do Bom Jesus.
O
Projeto tem a parceria do Ministério da Ciência e Tecnologia,
Ministério do Esporte e Turismo, Prefeitura Municipal de Florianópolis,
Universidade Federal de Santa Catarina e Fundação de Apoio
à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina
(FAPESC). |
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| Sul quer investimentos em áreas estratégicas da CT&I
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| Esta
foi uma das propostas da Carta de Florianópolis, aprovada
no encerramento da Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia
& Inovação, O texto final do documento, que lista as propostas
que a Região Sul tem para o setor, será levado para discussão
na 3ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação,
que o MCT promove em Brasília, nos próximos dias 16, 17 e
18 de novembro.
Mais
de 220 pesquisadores, empresários e representantes de organizações
governamentais e não-governamentais reuniram-se durante a
terça-feira, dia 9, em 16 grupos de trabalho para discutir
como a C&T e a inovação podem ser usadas como estratégia
para o desenvolvimento do país.As especificidades regionais
e as propostas do Sul para o setor foram debatidas dentro
de quatro grandes temas: Geração de Riqueza, Inclusão Social,
Cooperação de Interesse Regional e Gestão e Regulamentação.
Entre
as propostas estão a criação de fundos de apoio à CT&I,
o desenvolvimento de um fundo setorial de CT&I para inclusão
social com recursos oriundos do sistema financeiro e o estímulo
a formação de ecoparques – grupos de empresas baseadas no
conceito de Ecologia Industrial.
A
Região Sul reivindicou ainda um maior espaço no cenário nacional,
priorizando investimentos nas suas áreas estratégicas, como
carvão, agricultura, suinocultura e madeira. Os participantes
querem também editais que valorizem as instâncias municipais
e regionais na avaliação das propostas, incluindo a chancela
das mesmas, representadas por um conselho de CTI local, a
exemplo do que ocorre através do sistema de Coredes (Conselhos
Regionais de Desenvolvimento) no RS e que a Reforma Universitária
leve em consideração as especificidades do desenvolvimento
local e regional.
Ainda
segundo a Carta, é necessário estabelecer mecanismos que valorizem
a produção de artigos, dissertações e teses voltados à solução
de problemas locais/regionais, com reflexos concretos nas
carreiras dos pesquisadores, e na avaliação das instituições
a que estão vinculados, criando incentivos à criação de Conselhos
Municipais de CTI e estabelecendo políticas que privilegiem
o apoio a Sistemas Setoriais de Inovação (SSI) voltados ao
agronegócio, sobretudo de cunho familiar.
O
documento tirado hoje quer ainda privilegiar políticas voltadas
ao desenvolvimento social de forma a garantir a qualidade
de vida local com sustentabilidade ambiental, e garantir que
as políticas em CTI que visem o estímulo ao desenvolvimento
local tenham a flexibilidade necessária para serem adaptadas
à diversidade de ambientes territoriais a que venham ser aplicadas.
Outra
reivindicação é a de que haja uma flexibilização dos aspectos
trabalhistas associados as atividades vinculadas a CTI, reforma
tributária com políticas de incentivos a novos empreendimentos
de base tecnológica e programas de incentivo progressivos
para empresas participantes de programas formais de CT&I.
É fundamental priorizar os impactos sociais e peculiaridades
regionais na avaliação de projetos de CTI.A Carta de Florianópolis
pede igualmente um programa de divulgação agressiva dos resultados
obtidos na participação das empresas em programas de CTI,
(modelos bem-sucedidos de casos empresariais e arranjos institucionais),
via feiras, anúncios, matérias, e apoio financeiro a programas
com atores, em projetos associativos envolvendo universidades,
empresas, ONGs e outros setores.
Pelo
documento é essencial divulgar e multiplicar ações bem sucedidas
de C&T e Inovação no âmbito da inclusão social, já realizadas
pelas IES; incentivar a manutenção e a implantação dos mais
diversos tipos de incubadoras, como política de apoio a empreendimentos,
pautada no planejamento estratégico, contextualizada nas demandas
locais e regionais; realizar um diagnóstico das potencialidades
existentes dos setores produtivos e elaborar um prognóstico
para médio (10 anos) e longo prazos (20 anos). |
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| SC busca em Brasília parcerias para educação e ciência
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| Diomário e Portanova pretendem ampliar espaço político e abrir
novos canais junto aos órgãos de fomento
O
secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Diomário
de Queiroz, e o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa
Científica e Tecnológica de SC (Fapesc), Rogério Portanova,
estão em Brasília para participar da assinatura de convênios
e integrar os trabalhos da reunião conjunta do Fórum Nacional
de Secretários para Assuntos de Ciência e Tecnologia e do
Fórum Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa. Diomário
entrega três projetos para o ministro da Educação, Fernando
Haddad, com vistas ao fortalecimento do ensino médio. Marca
presença também na assinatura de convênio do Programa de Desenvolvimento
do Ensino Médio (Promed), que prevê recursos da ordem R$ 6
milhões para SC.
Na
qualidade de Diretor Regional Sul do Conselho Nacional de
Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti),
o presidente da Fapesc relatará as preocupações e prioridades
da Região Sul. Rogério Portanova fará um relatório completo
da Conferência Regional Sul de CT&I, cujas 180 propostas
aprovadas já se encontram divulgadas no site da Fapesc ( www.fapesc.rct-sc.br/crcti
). Apresentará também material sobre a repercussão junto à
imprensa e à sociedade. As atividades do Fórum serão desenvolvidas
nos dias 1º e 2 de setembro no auditório do Carlton Hotel.
Ontem(31), Diomário e Portanova prestigiaram a inauguração
da sede do Consecti no edifício da Agência Espacial Brasileira.
O
atual presidente do Consecti é o secretário de Ciência e Tecnologia
da Bahia, professor Rafael Lucchesi. Já o Fórum das Fundações
de Amparo é coordenado pelo presidente da Fundação Araucária
do Paraná, Jorge Bounassar Filho.
A
Fapesc terá uma boa oportunidade para ampliar as suas parcerias
com o Governo Federal. A programação prevê, por exemplo, um
debate sobre “Parcerias com os estados em 2006” . Fará parte
da mesa de trabalhos o novo presidente da Financiadora de
Estudos e Projetos (Finep), Odilon Marcuzzo do Canto, um amigo
de SC e ex-colega do professor Diomário de Queiroz no tempo
em que integravam a direção da Associação Nacional dos Dirigentes
de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).
O
ministro do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que
não pôde comparecer à Conferência Regional organizada por
Rogério Portanova em Florianópolis, agora garantiu presença
nos Fóruns.
O
presidente do CNPq, Erney Camargo, antecipará uma panorâmica
sobre as parcerias com os estados. Será apresentada igualmente
uma “proposta de aliança em prol do empreendedor brasileiro”.
Com
mediação do presidente do Consecti, Rafael Lucchesi, será
debatido o tema “INPI e as Redes de Propriedade Intelectual”.
Estará na mesa o secretário de Tecnologia Industrial do Ministério
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Roberto
Jaguaribe.
Após
o relatório de atividades do Consecti, a Comissão Especial
de Assuntos Parlamentares, coordenada pela secretária de CT&I
de Goiás, Raquel Alessandri, apresentará plano de atuação
política junto às assembléias legislativas e ao Congresso
Nacional. E Aldair Rizzi, do Paraná, desenvolverá o Plano
de Trabalho da Comissão Especial para a Reforma Universitária.
Sob
a coordenação de Jorge Bounassar Filho, o Fórum das Fundações
fará uma avaliação das parcerias desenvolvidas com o Governo
Federal. A Embrapa terá, durante a reunião, a oportunidade
de divulgar os resultados do “Programa do Genoma da Banana”.
A
Rede Comunitária de Educação e Pesquisas será mostrada pelo
Consecti e pelo diretor geral da Rede Nacional de Pesquisa
(RNT), professor Nelson Simões.
Para
concluir os trabalhos, haverá uma avaliação das Conferências
Regionais pelo MCT. O presidente da Fapesc, Rogério Portanova,
fará o relato da Conferência Regional Sul, que ofereceu 180
sugestões para enriquecer a III Conferência Nacional, prevista
para novembro em Brasília. Pelo MCT participam da avaliação
o coordenador geral da III Conferência Nacional, Carlos Aragão;
o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, Evandro
Mirra; e o coordenador das Conferências Regionais, Gonzalo
Enriqez.
Outras
informações com Diomário de Queiroz (48) 9969-1045; e Rogério
Portanova (48) 9962-2083. |
 |
| Pesquisadora participa de livro lançado pelo Banco Mundial
Fonte: Randolfo Decker/Assessoria de Comunicação-
FAPESC |
| O
Banco Mundial acaba de publicar edição em inglês do livro
“Higher Education em Latin América: The International Diomension”.
Fruto
de um projeto de pesquisa financiado pelo referido banco,
para o qual foram convidados experts em internacionalização
de Educação Superior da América Latina e Europa, o livro,
com 387 páginas, tem a pesquisadora Sônia Pereira Laus, da
UDESC – Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa
Catarina, como autora do capítulo referente a Internacionalização
da Educação Superior no Brasil. A professora já tem oito artigos
sobre o tema em publicações internacionais.
Com
lançamento oficial das versões em inglês e espanhol prevista
para o mês de outubro, na Colômbia, e da versão em francês
pela OCDE, em 2006, a autora brasileira está em busca de uma
editora para lançar sua versão em português.
Contatos:
Randolfo (48) 215-1239
Sônia Pereira Laus. Fones (48) 231-1624/ 9983-4950
E-Mail: r4sl@udesc.br |
 |
| Fapesc incentiva pesquisa já a partir do ensino médio
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| Programa de Iniciação Científica atende 140 alunos e soma investimentos
de R$ 134 mil
A
Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado
de Santa Catarina (Fapesc) estimula o interesse pela pesquisa
já na juventude. Para isso, está desenvolvendo, em conjunto
com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Programa
de Iniciação Científica Júnior. O desenvolvimento das atividades
é acompanhado diretamente pela gerente de Ensino Médio da
Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Maike
Ricci.
Iniciado no segundo semestre de 2003, o programa está beneficiando
140 alunos do ensino médio da Rede Pública Estadual. Somando
recursos de R$ 134.400,00, oriundos de convênio com o CNPq,
a bolsa paga mensalmente R$ 80,00 por um período de um ano.
Segundo
a coordenadora de Projetos da Fapesc, Maria Zilene Cardoso,
responsável pelo edital, foram recebidos 172 solicitações
de bolsas. Desse total, 140 foram recomendadas “por atenderem
os critérios do edital e apresentarem mérito científico”,
conforme análise de comissão técnica. O programa conta com
o apoio da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia.
Foi, aliás, uma das “meninas dos olhos” do ex-secretário Jacó
Anderle, falecido recentemente.
O
presidente da Fapesc, professor Rogério Portanova, vê na iniciativa
a possibilidade de criar uma cultura científica nos vários
níveis de ensino. “Esse contato com o pesquisador e o trabalho
em laboratório preparam o aluno para a universidade, onde
a atividade científica é uma realidade”, salienta Portanova.
O
secretário Diomário de Queiroz, ex-presidente da Fapesc, defende
uma aproximação estreita da educação com a pesquisa. “A ciência,
a tecnologia e a inovação devem permear todos os campos da
educação”, afirma. Para Diomário, o estudante deve tomar gosto
pela ciência bem antes de chegar ao ensino superior. “Aqui
entra o papel fundamental do professor e da escola”, alerta.
Neste
ano os bolsistas receberão um reajuste de 25%, ou seja, o
valor das bolsas passará de R$ 80,00 para R$ 100,00 mensais.
Também existe a expectativa de ampliar o número de beneficiados.
O
MCT está anunciando novos investimentos no programa de Iniciação
Científica Júnior. Direcionado ao ensino médio, além de prever
reajustes, o número de beneficiados deve passar de três mil
para cinco mil alunos no País.
Segundo
o MCT, o objetivo é “sensibilizar os jovens, sobretudo carentes,
para a atividade científica”.
O
presidente do CNPq, Erney Camargo, sublinha que a iniciativa
“aproxima o jovem do processo de aquisição científica e ajuda
a desmistificar a cultura acadêmica”.
O
Ministério também prevê melhorias no Programa de Iniciação
Científica para graduação (Pibic), que hoje atende mais de
22 mil estudantes brasileiros e cujas bolsas somam R$ 56 milhões,
oriundos do CNPq, contemplando diretamente 172 instituições
de ensino superior.
Mais
informações:
Rogério
Portanova – (48) 9962-2083 e 215-1212;
Maria
Zilene Cardoso – (48) 215-1206;
Maike
Ricci – (48) 9969-3740 e 221-6161. |
 |
| Grande Florianópolis terá APL eletroeletrônico
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| Evento que começa hoje (23) discute a formação de um Arranjo
Produtivo Local para alavancar indústria de eletroeletrônica
da região.
A
Grande Florianópolis abriga um complexo com cerca de 600 empresas
relacionadas à área de eletroeletrônica que geram aproximadamente
6.000 empregos diretos. Somente as 42 empresas instaladas
na incubadora CELTA faturam R$ 40 milhões por ano. Existe
na região oferta de mão–de-obra qualificada para atender essa
indústria – são 30 instituições de ensino superior que oferecem
31 cursos das áreas técnicas relacionadas e outros 32 cursos
de nível técnico – e um laboratório modelo no desenvolvimento
de placas eletrônicas em pequenas séries, o LABelectron (Laboratório
de Desenvolvimento e Teste de Processos e Produtos Eletrônicos),
instalado e operado pela Fundação CERTI, com investimento
da empresa ALCATEL, através da Lei de Informática.
Estas
características fazem da Grande Florianópolis um dos principais
pólos de eletrônica do Brasil. O desenvolvimento do APL (Arranjo
Produtivo Local) Eletroeletrônico na região será um dos temas
do EVENTECH 2005, que começa hoje (23) na sede do LABelectron,
em Florianópolis. A proposta é criar as condições para o desenvolvimento
do pólo produtivo de empresas do setor de eletroeletrônica
que poderão gerar negócios na ordem de R$ 285 milhões dentro
de 10 anos, quando o cluster estiver em sua fase madura. A
formação do APL na região será tema a apresentação do Secretário
de Estado do Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis,
Walter José Gallina e do Superintendente de Negócios da Fundação
CERTI, José Eduardo Fiates, hoje(23) às 18h45.
O
presidente da CIANET Networking, Norberto Dias, empresa que
já foi incubada no CELTA e atua no segmento de eletroeletrônica,
avalia que o desenvolvimento do APL na região será muito positivo
para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Estado.
Além disso, a sinergia obtida entre as empresas que fazem
parte do arranjo deverá tornar os produtos catarinenses mais
competitivos no mercado mundial. “Nossas exportações podem
dar um salto com a ajuda do APL”, afirma.
Ampliação prevê R$ 20 milhões de investimento
Um
dos projetos relacionados à formação do APL será apresentado
durante o EVENTECH, o LABelectron Nucleador. Trata-se de um
projeto de ampliação da atual infra-estrutura, competência
técnica e prestação de serviços do LABelectron. O laboratório
é o único em Santa Catarina que envolve a prototipagem e montagem
de placas de circuitos eletrônicos no modelo de desenvolvimento
cooperativo. Hoje já são 35 empresas que utilizam a infra-estrutura
do LABelectron para alavancar sua produção. O Laboratório
atinge a marca de 25 milhões de componentes inseridos e a
produção de 600 mil placas produzidas em pequenas séries.
O
LABelectron Nucleador prevê investimentos na ordem de R$ 20
milhões nos próximos 2,5 anos. O projeto já têm assegurados
R$ 5 milhões de recursos vindos do Governo Federal, através
da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e do Governo
de Santa Catarina.
“O
projeto tem o objetivo de implementar na região Sul do Brasil
um empreendimento modelo para contribuir no desenvolvimento
da eletrônica e da microeletrônica brasileira, com potencial
para multiplicação do modelo em outras regiões do país”, afirma
o Diretor Executivo do Centro de Metrologia e Inovação em
Processos da Fundação CERTI, Günther Pfeiffer.
Evento discutirá novas tecnologias
O
EVENTECH, que começa hoje(23) e se estende até o dia 25, tem
como objetivo principal apresentar o estado da arte em eletrônica
e microeletrônica, caracterizar principais tecnologias em
Design e Manufatura de Placas Eletrônicas e apresentar tendências
tecnológicas na área. Na programação estão especialistas de
universidades e centros tecnológicos de referência nacional
e internacional, a exemplo do CENPRA - Centro de Pesquisas
Renato Archer do Ministério da Ciência e Tecnologia - Campinas,
do Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul - UFRGS, das Universidades Técnicas de Dresden
- inserida em um dos maiores centros de concentração em microeletrônica
da Europa, e da Universidade Técnica de Ilmenau, conhecida
pelo seu avanço tecnológico na área da Nanotecnologia, ambas
na Alemanha.
O
público alvo do EVENTECH são as empresas dos setores de eletroeletrônica,
tecnologia da informação, comunicação e informática, além
de gestores da área de P&D, especialistas da comunidade
acadêmica, representantes de entidades setoriais e gestores
de programas governamentais de incentivo e fomento à inovação.
O evento terá a participação de 16 entidades na programação,
incluindo institutos de pesquisa nacionais e internacionais.
Estão
programadas reuniões de trabalho, mesa redonda sobre meios
de alavancagem da cadeia eletroeletrônica, assinaturas de
convênios de cooperação técnico-científicas, II Seminário
Técnico LABelectron, Mostra Virtual de Produtos e Tecnologias,
Open House, visitas orientadas e a inauguração do LADEPE –
Laboratório de Desenvolvimento de Produtos, um laboratório
na área de desenvolvimento de placas eletrônicas dentro do
LABelectron. O evento acontece na sede do LABelectron, em
Florianópolis.
O
que é um APL: Segundo a Anprotec (Associação Nacional de Entidades
Promotoras de Empreendimentos Inovadores), Arranjos Produtivos
Locais são iniciativas organizadas envolvendo empresas de
um mesmo setor ou cadeia produtiva, localizadas numa determinada
localidade, que buscam se diferenciar do mercado por meio
de ações coletivas inovadoras. A formação de um APL prevê
algumas ações para buscar o desenvolvimento de forma sistematizada
das empresas envolvidas: Estruturação de agências de desenvolvimento
e fomento, projetos de infra-estrutura, como centros de manufatura
de uso compartilhado, laboratórios de teste e certificação
de produtos, escritórios de promoção e comercialização, núcleos
de capacitação e treinamento, mecanismos sistematizados de
importação e exportação.
Serviço:
EVENTECH 2005
Quando:
de 23 a 25 de agosto
Onde:
Sede do LABelectron. Rua José de Anchieta, s/n (atrás do (atrás
do Dimas Automóveis/Escola de Aprendizes da Marinha). Balneário
Estreito, Florianópolis.
Abertura: dia 23, às 14h.
Confira
a programação completa no site: http://www.lasarcerti.com.br/eventech/
|
 |
| UFSC implanta pólos de ensino a distância em seis cidades
do Estado
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| Medida beneficia principalmente professores da rede pública
Foram
assinados esta semana na UFSC os convênios e editais para
a implantação de seis pólos de ensino a distância nas cidades
de Araranguá, Criciúma, Lages, Laguna, Tubarão e Turvo e para
o processo seletivo aos cursos de Licenciatura em Matemática
e Física. Participaram da assinatura, além dos prefeitos envolvidos,
o reitor Lúcio Botelho, o vice Ariovaldo Bolzan, o secretário
municipal de Educação, Rodolfo Pinto da Luz, o deputado federal
Jorge Boeira, do PT, e o presidente da Fundação de Apoio à
Pesquisa Científica e Tecnológica de SC (Fapesc), Rogério
Portanova, que representou o governador Luiz Henrique da Silveira
e o secretário de Estado da Educação, Antônio Diomário de
Queiroz.
As
inscrições estão abertas até 29 de agosto e devem ser feitas
no site www.ead.ufsc.br . As provas (Português, Matemática,
Física e Redação) serão realizadas dia 18 de setembro, às
14 horas, nas cidades onde estão instalados os pólos. Em cada
um deles, serão instalados espaços administrativos, didáticos
e de infra-estrutura de apoio ao ensino. O início das aulas
está previsto para o dia 10 de outubro.
O candidato precisa especificar na inscrição o pólo no qual
deseja estar vinculado, onde deverá freqüentar os encontros
presenciais, receber o auxílio dos tutores e realizar as provas.
São 250 vagas, 80% das quais destinadas a professores da rede
pública e 20 por cento para a comunidade.
Para
o prefeito de Lages, Raimundo Colombo, esta é uma excelente
oportunidade para o Estado se desenvolver de forma mais uniforme.
“Nós apostamos muito nisso”, ratificou Colombo. Já o ex-reitor
da UFSC e atual secretário municipal de Educação, Rodolfo
Pinto da Luz, acha que a universidade federal encontrou uma
forma criativa de se expandir e ampliar o seu leque de atuação.
“Foi muito trabalho até chegar a esse ponto”, sintetizou o
vice-reitor da UFSC, Ariovaldo Bolzan.
“As pessoas não têm a noção exata da dimensão do ensino a
distância a partir da UFSC, considerada a ponta desse processo”,
salientou o presidente da Fapesc, Rogério Portanova. Segundo
ele, esse é um momento histórico, mas que não tira a importância
da luta de se trazer mais uma universidade federal para Santa
Catarina.
O deputado Jorge Boeira, do PT, autor da emenda reivindicando
os recursos para o projeto, lembrou que esse é um trabalho
coletivo e um processo irreversível. Com ele fez coro o reitor
Lúcio Botelho, para quem é necessário se pensar o País de
forma conjunta. “A educação é um legado de nossa geração”,
arrematou o reitor. “E não existe forma de se crescer sem
ciência e tecnologia”. |
 |
| Florianópolis sedia o Eventech 2005
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| A
Fundação CERTI, em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa
Científica e Tecnológica – Fapesc -, promove de 23 a 25 de
agosto o EVENTECH 2005, com o objetivo de disseminar tecnologia
referencial em design e montagem de Placas Eletrônicas e apresentar
tendências tecnológicas na área. O evento acontece na sede
do LABelectron, em Florianópolis. O laboratório é o único
em Santa Catarina no desenvolvimento cooperativo que envolve
a prototipagem e montagem de placas de circuitos eletrônicos.
O público alvo do EVENTECH são as empresas dos setores de
eletroeletrônica, tecnologia da informação, comunicação e
informática, além de gestores da área de P&D, especialistas
da comunidade acadêmica, representantes de entidades setoriais
e
gestores de programas governamentais de incentivo e fomento
à inovação. O evento terá a participação de 16 entidades na
programação, incluindo institutos de pesquisa nacionais e
internacionais, como o Institute of Circuit Technology and
Electronics da Universidade Técnica de Ilmenau e o Center
of Microtechnical Manufacturing da Universidade Técnica de
Dresden, ambos da Alemanha.
Estão programadas reuniões de trabalho, mesa redonda sobre
meios de alavancagem da cadeia eletroeletrônica, assinaturas
de convênios e projetos de investimentos, II Seminário Técnico
LABelectron, Mostra Virtual de Produtos e Tecnologias, Open
House, visitas orientadas e a inauguração do LADEPPE - Laboratório
de Desenvolvimento de Placas e Produtos Eletrônicos, um laboratório
na área de desenvolvimento de placas eletrônicas dentro do
LABelectron.
Confira a programação completa e faça sua inscrição no site
www.certi.org.br
Informações com Mariana Baima/Aline Cabral Vaz pelos fones
(48) 234.7453 / 9981.9828 / 9971.8446.
|
 |
| Sul quer investimentos em áreas estratégicas
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| Proposta está contida na Carta de Florianópolis, aprovada durante
a Conferência de Ciência,Tecnologia & Inovação.
A íntegra do documento pode ser acessada aqui: http://www.fapesc.rct-sc.br/crcti/resulta.html
Maior
espaço da Região Sul no cenário nacional, priorizando investimentos
nas áreas estratégicas, como carvão, agricultura, suinocultura
e madeira e políticas voltadas ao desenvolvimento social de
forma a garantir a qualidade de vida local com sustentabilidade
ambiental.
Essas
foram algumas das propostas da Carta de Florianópolis, aprovada
no final da Conferência Regional de Ciência, Tecnologia e
Inovação – Regional Sul, realizada nos dias 9 e 10 na Ilha
de Santa Catarina. O texto final será levado para discussão
na 3ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação,
que o Ministério da Ciência e Tecnologia promove em Brasília,
nos dias 16, 17 e 18 de novembro.
Mais
de 220 pesquisadores, empresários e representantes de organizações
governamentais e não-governamentais reuniram-se em grupos
de trabalho para discutir como a ciência, a tecnologia e a
inovação podem ser usadas como estratégia para o desenvolvimento
do país. As especificidades regionais e as propostas do Sul
para o setor foram debatidas dentro de quatro grandes temas:
Geração de Riqueza, Inclusão Social, Cooperação de Interesse
Regional e Gestão e Regulamentação. Entre as propostas estão
a criação de fundos de apoio à CT&I, o desenvolvimento
de um fundo setorial de CT&I para inclusão social com
recursos oriundos do sistema financeiro e o estímulo a formação
de ecoparques - grupos de empresas baseadas no conceito de
Ecologia Industrial.
Os
participantes querem também editais que valorizem as instâncias
municipais e regionais na avaliação das propostas, incluindo
a chancela das mesmas, representadas por um conselho de CTI
local, a exemplo do que ocorre através do sistema de Coredes
(Conselhos Regionais de Desenvolvimento) no RS e que a Reforma
Universitária leve em consideração as especificidades do desenvolvimento
local e regional.
Ainda
segundo a Carta, é necessário estabelecer mecanismos que valorizem
a produção de artigos, dissertações e teses voltados à solução
de problemas locais/regionais, com reflexos concretos nas
carreiras dos pesquisadores, e na avaliação das instituições
a que estão vinculados, criando incentivos à criação de Conselhos
Municipais de CTI e estabelecendo políticas que privilegiem
o apoio a Sistemas Setoriais de Inovação - SSI - voltados
ao agronegócio, sobretudo de cunho familiar.
Outra
reivindicação é a de que haja uma flexibilização dos aspectos
trabalhistas associados as atividades vinculadas a CTI, reforma
tributária com políticas de incentivos a novos empreendimentos
de base tecnológica e programas de incentivo progressivos
para empresas participantes de programas formais de CT&I.
É fundamental priorizar os impactos sociais e peculiaridades
regionais na avaliação de projetos de CTI.
A
Carta de Florianópolis pede igualmente um programa de divulgação
agressiva dos resultados obtidos na participação das empresas
em programas de CTI, (modelos bem-sucedidos de casos empresariais
e arranjos institucionais), via feiras, anúncios, matérias,
e apoio financeiro a programas com atores, em projetos associativos
envolvendo universidades, empresas, ONG's e outros setores.
Pelo
documento é essencial divulgar e multiplicar ações bem sucedidas
de Ciência, Tecnologia e Inovação no âmbito da inclusão social,
já realizadas pelas IES; incentivar a manutenção e a implantação
dos mais diversos tipos de incubadoras, como política de apoio
a empreendimentos, pautada no planejamento estratégico, contextualizada
nas demandas locais e regionais; realizar um diagnóstico das
potencialidades existentes dos setores produtivos e elaborar
um prognóstico para médio (10 anos) e longo prazos (20 anos).
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 |
| Conferência de CT&I mostra que recursos para o setor devem
ser descentralizados
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
| A
descentralização dos recursos de Ciência, Tecnologia e Inovação
e a criação de incentivos para o desenvolvimento de unidades
de Pesquisa & Desenvolvimento de empresas de médio e grande
porte em ambientes apropriados de inovação, como incubadoras
e parques tecnológicos, foram as principais propostas surgidas
no grupo que debateu “P&D nas Empresas do Sul e a Cultura
de Geração de Riqueza por meio de CT&I”, durante a Conferência
de Ciência, Tecnologia e Inovação – Regional Sul, em Florianópolis.
De
acordo com o coordenador do grupo, José Eduardo Fiates, do
CERTI/Amprotec, os participantes da mesa procuraram debater
as adaptações e melhorias possíveis nas grandes políticas
públicas do setor com o objetivo de preparar melhor o setor
de CT&I para interagir com a área empresarial e incentivar
a própria iniciativa privada a investir em P&D.
Para
Fiates, a descentralização dos recursos permitiria uma operação
mais ágil e a criação de unidades de P&D em incubadoras
e parques tecnológicos ajudaria a “inocular o vírus da CT&I
em empresas mais conservadoras, por exemplo”. Outro ponto
discutido foi a Lei de Inovação, que está em fase de regulamentação.
Segundo Fiates, é fundamental que, “quando forem definidos
os incentivos e subvenções para empresas, seja dada ênfase
ao aspecto de mercado para prospecção de oportunidades de
negócio de CI&I, e não somente às questões relativas à
P&D”. Além disso, de acordo com Fiates, é necessário,
por meio da Lei de Inovação, valorizar do ponto de vista profissional
o acadêmico que desenvolve atividades técnicas e de cooperação
com o setor privado, e não considerar apenas a produção de
papers.
A
Regional Sul é o terceiro dos cinco encontros preparatórios
para a 3ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação,
que será realizada nos próximos dias 16, 17 e 18 de novembro,
em Brasília. Neste ano, a Conferência discutirá como a ciência,
a tecnologia e a inovação tecnológica podem contribuir para
o desenvolvimento sustentado do país e terá a missão de convencer
a sociedade de que a CT&I deve ser adotada como estratégia
para o crescimento brasileiro.
Outras
informações(inscrições etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br
; fone (48) 223-5279.
|
 |
| Conferência de ciência e tecnologia apresenta Carta de Florianópolis
hoje
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
|
Documento
mostra resultados dos debates e as propostas de ações para
a Região
Acontece em Florianópolis, no Hotel Cambirela, a Conferência
Regional Sul de Ciência, Tecnologia e Inovação, que definirá
ações prioritárias para o desenvolvimento de C,T&I na
Região. A abertura contou com representantes dos três Estados
do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul –, que
atuam tanto nos setores produtivo e acadêmico, quanto nos
setores governamental e não-governamental.
O
secretário geral da Conferência Nacional, Carlos Alberto Aragão
também representou o ministro Sérgio Rezende no discurso de
abertura do evento. Aragão reafirmou, como tem feito nas outras
Conferências Regionais, que esses encontros ocorrem para convencer
a sociedade de que Ciência, Tecnologia e Inovação devem ser
adotadas como estratégia de desenvolvimento sustentável do
país. "Uma boa gestão e a busca da inovação tecnológica são
elementos necessários para a competitividade internacional
do Brasil", aponta Aragão, que assumiu a diretoria científica
da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos. Pensando na
aplicação de C,T&I como forma de progresso para o Rio
Grande do Sul, o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado,
Kalil Cehbe Neto, vem trabalhando fortemente para ter, em
breve, uma prospecção de C,T&I para os próximos dez anos.
"Só sobrevive hoje quem inova, acreditando no desenvolvimento
do país", afirma. Essa prospecção será fruto do Fórum de Ciência,
Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Sul, que
deverá ser lançado em outubro deste ano. Segundo Kalil, a
Secretaria de Ciência e Tecnologia tornou-se estratégica no
governo Germano Rigotto (PMDB-RS), pois adotou como linhas
de ação a inclusão social, o desenvolvimento econômico e tecnológico,
modernização e diminuição das desigualdades regionais.
A
sede da Conferência Sul, Florianópolis (SC), foi representada
pelo secretário de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa
Catarina, Diomário Queiroz, que substituiu o governador Luiz
Henrique da Silveira na abertura. "A Ciência é fundamental
para a formação dos futuros pesquisadores do país". Diomário
justificou sua afirmação reiterando a parceria entre C&T
e Educação, que define o perfil da secretaria da qual faz
parte. "Precisamos aprimorar essa conjuntura política favorável
– com o ministro Sérgio Rezende, no Ministério da Ciência
e Tecnologia, e com Odilon Marcuzzo do Canto, na presidência
da Finep – para traduzirmos nossas competências em programas
ousados de Ciência e Tecnologia", completa Diomário.
Os
16 grupos de discussão que compõem a Conferência finalizam
seus trabalhos hoje à tarde, quando devem apresentar a Carta
de Florianópolis. No documento, estarão os resultados dos
debates e as propostas de ações para a Região, que serão levados
para a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia, a ser
realizada em Brasília, de 16 a 18 de novembro. Também participaram
da abertura o representante da Finep de SC e do PR, Rodrigo
Coelho, o secretário executivo da ABIPTI, Lynaldo Cavalcanti,
o presidente da Fapesc, Rogério Portanova, o presidente da
Fundação Araucárias, Jorge Bounassar e o secretário executivo
da Conferência Regional Sul, Edgar Lanzer.
Outras
informações(inscrições etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br
; fone (48) 223-5279.
|
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| Começa amanhã a Conferência Regional Sul de Ciência,
Tecnologia & Inovação
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Evento reúne os Estados do Sul dias 9 e 10 em Florianópolis.
A
ciência, a tecnologia, a educação e a inovação são estratégicas
para o desenvolvimento social, econômico, político e cultural
do País. Isso será demonstrado nos debates pautados para a
Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia & Inovação,
confirmada para amanhã(09) e para o dia 10 no hotel Cambirela,
na Capital catarinense. O novo ministro da Ciência e Tecnologia,
Sérgio Rezende, que aposta nos investimentos no setor como
saída para a melhoria da qualidade de vida em todas as regiões
do Brasil, será representado por Odilon Marcuzzo Canto, novo
presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
A
Conferência Regional Sul é preparatória para a III Conferência
Nacional que acontecerá em Brasília nos dias 16, 17 e 18 de
novembro. Promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia
(MCT), a organização tem a parceria da Fundação de Apoio à
Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina
(Fapesc), da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa
Tecnológica (ABIPTI), além dos Fóruns dos Secretários Estaduais
de Ciência e Tecnologia e das Fundações de Amparo à Pesquisa.
Cinco conferências regionais antecedem a Conferência Nacional:
Manaus, Belo Horizonte, Florianópolis, Recife, Campo Grande.
Os debates englobam questões como inclusão social, geração
de riqueza, cooperação e interesse regional, e gestão e regulamentação
do conhecimento.
Ao
final dos debates temáticos e como resultado dos Grupos de
Trabalho, segundo informa o presidente da Fapesc e diretor
Regional Sul do Conselho Nacional de Secretários Estaduais
para Assuntos de CT&I (Concectc), Rogério Portanova, será
produzido a Carta de Florianópolis. Após a aprovação da Carta,
serão escolhidos os delegados da Região Sul para a Conferência
Nacional.
Fontes:
Fapesc
– (48) 215-1212;
Rogério Portanova (presidente da Fapesc: (48) 215-1213 e (48)
9962-2083
Edgar Augusto Lanzer (48) 215-1210
Márcia Patrícia Hoeltgebaum (48) 215-1221)
Antônio Diomário
de Queiroz (48) 9969-1045, e-mail: diomario@sed.sc.gov.br
Secretário Geral
da Conferência, Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, e-mail:
aragão@if.ufrj.br – MCT
Assessoria: Berta Marchiori, fones (61) 2107 – 9300 e (61)
2107-9337 e-mail: berta@informe.jor.br
Raquel Wandelli
– Assessora de Comunicação da Secretaria de Estado da Educação,
Ciência e Tecnologia – (48) 221-6161 e (48) 9989-6900.
Outras informações(inscrições
etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br
fone (48) 223-5279
|
 |
| SC desenvolve a maior rede de inclusão digital do País
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
|
Acesso à Internet se aproxima de 100% da população
O
Governo Luiz Henrique, através da Fundação de Apoio à Pesquisa
Científica e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc), ligada
à Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, coordena e
mantém o maior e mais eficiente programa de inclusão digital
do País. Implantado pioneiramente no início dos anos 90, beneficia
pela Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia (RCT) mais de
20% da população de 5,5 milhões de habitantes do Estado. Ou
seja, a RCT alcançou, em 2005, a meta de 1.110.000 usuários.
Como as famílias catarinenses possuem, em média, cinco membros,
uma pessoa de cada família tem acesso à Internet. Significa
que a RCT pode estar chegando a 100% da população.
Ao
anunciar os avanços da inclusão digital, o presidente da Fapesc,
professor Rogério Portanova, sublinhou a prioridade dada à
educação, à ciência, à tecnologia e à inovação. “Com a expansão
da RCT, cumprimos um dos objetivos básicos da filosofia do
governo de buscar, cada vez mais, a promoção da cidadania
por intermédio da inclusão digital e social”, assinalou. Além
de abarcar todo o ensino superior, permitindo o intercâmbio
dos pesquisadores, a RCT cobre hoje praticamente toda a Rede
Pública Estadual de Educação. De um universo de 1.331 escolas,
1.146 encontram-se com registro na RCT. Desse total, 989 escolas
já foram conectadas e 157 estão com processo de conexão em
andamento. Segundo Portanova , “só aí temos 900 mil pessoas
atendidas, contemplando estudantes, professores e funcionários”.
Os
coordenadores da RCT, professores Carlos Inácio Zanchin e
Julíbio Ardigo, ratificam a preocupação com a educação. Lembram,
por exemplo, que “2004 pode ser considerado o ano das escolas
públicas na RCT”. Foram 500 novas escolas, isto é, mais de
duas conexões por dia útil. O secretário de Estado da Educação,
Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, na época
dirigindo a Fapesc (antiga Funcitec), entende que a inclusão
digital permite, através da informação, proporcionar as condições
para a transformação social. “A inovação social e o acesso
às novas tecnologias precisam, necessariamente, criar impacto
social, mudando a vida das pessoas para melhor”, completou.
A RCT, na sua opinião, está atingindo o objetivo da sua criação:
“vem viabilizando a inclusão social, via inclusão digital,
do cidadão na sociedade da informação e do conhecimento”.
Como a Internet é hoje ferramenta fundamental para pesquisa
e troca de informações entre pesquisadores e instituições,
a RCT tornou-se indispensável para o trabalho da comunidade
científica do Estado. Diomário, reafirmando o papel científico
da RCT, lembra que o problema inclui mais de 140 mil universitários,
o que equivale a 90% do contingente.
A
RCT é conceitualmente uma atividade cidadã. Sua estratégia,
adotada desde a sua concepção, em 1998, compreende conexões
não comerciais à Internet. Inclui, prioritariamente, escolas,
universidades, laboratórios, centros e instituições de pesquisa,
incubadoras, unidades de educação e saúde, hospitais, bibliotecas,
museus e casas de cultura. “A condição é que todos possibilitem
o acesso público à Internet, ou seja, escancarem as portas
da informação para a população”, adverte o presidente da Fapesc,
Rogério Portanova. Há três meses à frente da Fundação, na
reunião de avaliação com a equipe e coordenadores de Projetos
criou a expectativa de incluir na rede as comunidades pesqueiras
do Estado, a exemplo do que já ocorre com os pequenos produtores
rurais. “A informação é essencial para o pescador, inclusive
para mantê-lo na atividade”.
Os
registros de conexão via RCT apontam um crescimento superior
a 2.200% desde a sua fundação. Só no ano passado o avanço
foi de 80%. Os coordenadores ressaltam que “esta evolução
se consolida não somente como um aumento do número de conexões
efetuadas, mas, principalmente, pela qualidade dos serviços
prestados que ocorreu em conseqüência da ampliação da banda
dos circuitos principais e com a modernização da rede”. Os
investimentos para o funcionamento da rede superam hoje R$
1 milhão por mês.
A
RCT tem corroborado, efetivamente, para o êxito da política
de descentralização e interiorização do Governo Luiz Henrique.
O secretário Diomário de Queiroz explica que a RCT “tem, ao
longo de sua existência, especialmente no atual governo, capitalizado
cada vez mais suas conexões de modo a chegar a todas as regiões
do Estado”. Hoje as 30 Secretarias de Desenvolvimento Regional
estão conectadas. As necessidades e novas demandas vêm sendo
atendidas com a ampliação da banda de conexão, informam os
técnicos da Fapesc.
A
RCT está presente hoje nos 278 municípios do Estado de SC.
O Ministério da Ciência e Tecnologia tem afirmado que a revitalização
da CT&I é o caminho possível para o desenvolvimento regional
e nacional. Coincide aí a política científica e tecnológica
colocada em prática pelo Governador Luiz Henrique com a proposta
do Governo Lula: priorizar a desconcentração científica e
promover a regionalização da CT&I como saída para um crescimento
mais justo e harmonioso.
Na
linha da descentralização, o presidente da Fapesc, Rogério
Portanova, respaldado pela filosofia da RCT, promete priorizar
e caminhar para a desconcentração científica: “Vamos acabar
com as panelinhas. Vamos abrir oportunidades para novos doutores.
Iremos ao interior”. A RCT, de acordo com o diretor de Administração
da Fapesc, Vlademir Piacentini, faz a ponte para a viabilização
da política de descentralização do governo do Estado.
No
ano passado, o hoje jornalista Felipe Bächtold resgatou, para
concluir o curso de Jornalismo na Universidade Federal de
Santa Catarina, a história da RCT. Na sua grande reportagem,
intitulada “O Sistema Público de Internet de SC: Pioneirismo
e Inclusão Digital”, confirma que a RCT é um “modelo de rede
acadêmica no País”. A reportagem, que se assemelha aos originais
de um livro, mostra o feito de um grupo de pesquisadores que
conseguiu “convencer” diversas instituições sobre a importância
da nova tecnologia. O atual coordenador da RCT, Carlos Zanchin,
ouvido na reportagem, realça o sentido cidadão da rede: “inclusão
digital é uma forma de inclusão social. Não basta levar água
e esgoto às pessoas mais pobres; é preciso também levar informação”.
Mais
informações:
- com os coordenadores
da RCT Carlos Inácio Zanchin: (48) 215-1223 e Julíbio David Arigo (48) 231-9301;
- com o presidente
da Fapesc, Rogério Portanova: (48) 215-1212 / 9962-2083;
- com o secretário
de Estado de Educação, Ciência e Tecnologia, Diomário de Queiroz:
(48) 221-6140 / 9969-1045;
- com o diretor
de Administração, Vladimir Piacentini: (48) 215-1202;
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| SC sedia Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia
& Inovação
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Evento reúne os Estados do Sul dias 9 e 10 em Florianópolis.
Ministro do MCT, Sérgio Rezende, mantém compromisso de Eduardo
Campos e agenda participação na Conferência.
A
ciência, a tecnologia, a educação e a inovação são estratégicas
para o desenvolvimento social, econômico, político e cultural
do País. Isso será demonstrado nos debates pautados para a
Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia & Inovação,
confirmada para os dias 9 e 10 de agosto no hotel Cambirela,
na Capital catarinense. O evento deverá contar com a participação
do novo ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende,
que aposta nos investimentos no setor como saída para a melhoria
da qualidade de vida em todas as regiões do Brasil.
A
Conferência Regional Sul é preparatória para a III Conferência
Nacional que acontecerá em Brasília, no período de 24 a 27
de outubro. Promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia
(MCT), a organização tem a parceria da Fundação de Apoio à
Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina
(Fapesc), da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa
Tecnológica (ABIPTI), além dos Fóruns dos Secretários Estaduais
de Ciência e Tecnologia e das Fundações de Amparo à Pesquisa.
Cinco conferências regionais preparam a conferência nacional:
Manaus (já realizada), Belo Horizonte (em andamento), Florianópolis,
Recife, Campo Grande. Os debates centrarão força em questões
como inclusão social, geração de riqueza, cooperação e interesse
regional, e gestão e regulamentação do conhecimento.
Ao
final dos debates temáticos e como resultado dos Grupos de
Trabalho, segundo informa o presidente da Fapesc e diretor
Regional Sul do Conselho Nacional de Secretários Estaduais
para Assuntos de CT&I (Concectc), Rogério Portanova, será
produzido um documento intitulado Carta de Florianópolis.
Após a aprovação da Carta, serão escolhidos os delegados da
Região Sul para a Conferência Nacional.
A
abertura da Conferência Regional está marcada para as 9 horas
do dia 9 de agosto, no Cambirela, em Florianópolis. Estão
confirmados o ministro Sérgio Rezende e os governadores e
secretários de CT&I do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande
do Sul. Na seqüência, serão iniciadas as atividades dos 16
grupos de trabalho. A Plenária final acontecerá no dia 10,
das 8h30min ao meio dia, e referendará os delegados a Brasília
e a Carta de Florianópolis.
Nomeado
pelo MCT, o secretário da III Conferência Nacional, o físico
Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, explica que o papel
estratégico da CT&I para o desenvolvimento será demonstrado,
em Florianópolis, através da análise de exemplos de sucesso,
de obstáculos e gargalos existentes na região; da definição
de prioridades, políticas públicas e novos investimentos para
a região e, sobretudo, pela formulação de propostas concretas
para disponibilizar conhecimento e resultados de pesquisa
para alavancar o crescimento regional.
Representando a Fapesc na organização da Conferência, o diretor
Científico e Tecnológico, Edgar Augusto Lanzer, chama a atenção
para o valor agregado aos produtos e serviços pelo conhecimento.
“Ciência, Tecnologia e Inovação, conforme provam os exemplos
de sucesso, são imprescindíveis e suficientes para o desenvolvimento
nacional”, frisou. Reportando-se aos objetivos da Conferência,
o secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia,
Diomário de Queiroz, defende o impacto social da inovação
tecnológica, considerando, neste sentido, fundamental a aproximação
e a parceria da universidade, do setor produtivo e do governo.
“Digo isso já pensando no espírito da nova Lei de Inovação
Tecnológica”, assinalou. A Conferência, ainda de acordo com
o programa, estimulará e divulgará “projetos regionais mobilizadores
que utilizem CT&I como ferramenta para o desenvolvimento
regional”.
Para
o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (Brasília),
Evandro Mirra, as conferências deixam explicitado tudo que
a ciência, a tecnologia e a inovação podem fazer pelo Brasil.
“As conferências regionais são parte essencial da estratégia
e da mobilização, de agregação de valor à Conferência Nacional,
mas já são em si um momento de uma extrema validade nesse
processo complexo”, disse. Em depoimento à Associação Brasileira
das Instituições de Pesquisa Tecnológica (ABIPTI), sustentou
que “as conferências regionais assumem um papel decisivo,
porque antecipam os debates, universalizando mais esses espaços”.
As conferências, pensa Mirra, ganham importância adicional
no contexto da nova Lei de Inovação Tecnológica e da nova
Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior.
O
ministro Sérgio Rezende, substituindo Eduardo Campos, que
voltou ao Congresso para reforçar a base de apoio do Governo
Lula, exerceu, à frente da Financiadora de Estudos e Projetos
(Finep) papel importante na valorização da atividade científica
nos Estados, aproximando a academia e as empresas no desafio
do desenvolvimento local. Rezende tem clareza da importância
política e estratégica das conferências, o que fica evidente
quando afirma que “as políticas nacionais de CT&I estão
no Plano Plurianual (PPA), que, mesmo sendo um dispositivo
legal do governo, foi construído com a participação de toda
a sociedade”. As Conferências têm, paralelamente, o desafio
de mudar a visão e o pouco compromisso do empresariado.
Por
exemplo, segundo Rezende, apenas 10% das indústrias brasileiras
investem em P&D. Em depoimento à ABIPTI, o ex-presidente
da Finep foi enfático: “O que a gente tem de fazer é criar
incentivos especiais para quem quer investir em P&D, mas
sem deixar morrer de fome quem está fazendo pesquisa de bom
nível”. Para os dirigentes da ABIPTI, Lynaldo Cavalcanti de
Albuquerque (secretário executivo) e Ivan Rocha Neto (adjunto),
“a interação entre entidades de P&D, universidades e setores
produtivos locais é indispensável ao desenvolvimento”. Para
eles, o desenvolvimento regional e social passa obrigatoriamente
pelas instituições de pesquisa e desenvolvimento tecnológico.
“Políticas de ciência, tecnologia e inovação não podem ser
pensadas distante do contexto social, afinal, elas terão impacto
para esta e para as futuras gerações”, avisam.
Em
entrevista na Unicamp (Inovação), o secretário da Conferência
Nacional nomeado pelo MCT, Carlos Alberto Aragão de Carvalho
Filho, garantiu que as conferências regionais vão ratificar
que a ciência, a tecnologia, a educação e a inovação são simplesmente
essenciais para o desenvolvimento sustentável do País. Os
temas escolhidos, realça, são próprios dos países desenvolvidos,
onde se gera e distribui riqueza via inclusão social. Sustenta
que deve-se pensar o futuro “cuidando-se de áreas estratégicas”.
Ou seja: “Um país desenvolvido tem esquema estável de regulamentação
e de gestão do conhecimento que produz. As invés de tolher
iniciativas em ciência, tecnologia e inovação, facilita o
processo. As conferências, em síntese, partem do pressuposto
de que vamos encontrar uma solução brasileira para permitir
que a educação, a ciência, a tecnologia e a inovação levem
o País ao desenvolvimento”. A Conferência, acrescenta, provará
que a CT&I fará a ponte para o desenvolvimento. Eis o
grande desafio. “O País ainda produz poucas patentes. Em contrapartida,
já é responsável por cerca de 1,5 % da produção acadêmica
internacional nas revistas especializadas”, informou. No depoimento
à Inovação (Unicamp), advertiu que é preciso agregar o conhecimento
científico e tecnológico: entrar com a inovação, isso será
o diferencial”. Aragão vislumbra por esse caminho renda e
emprego.
A
fundamentação teórica dos organizadores pretende buscar base
científica nos debates temáticos dos Grupos de Trabalho. No
tema “Geração de Riqueza”, serão debatidos, entre outros assuntos,
“modelos de inserção de CT&I no desenvolvimento municipal
e regional”; “P&D nas empresas do Sul e a cultura de geração
de riquezas por meio de CT&I”;” projetos mobilizadores
regionais e apoio a empresas de base tecnológica”. No que
tange à “inclusão social”, os debates abarcam “educação, emprego
e renda: o trabalhador e a inovação”, “cidadania”, “habitação
e segurança” e “saúde e meio ambiente”. No tema “Cooperação
e interesse regional”, os enfoques estão voltados para “recursos
naturais”, “energia”e “cooperação internacional, nacional
e regional”. A temática “Gestão e Regulamentação” abrange
os grupos de trabalho sobre “Marcos regulatórios”, “indicadores,
avaliação e instrumentos de gestão” e “financiamento à CT&I”.
Os
coordenadores dos Grupos de Trabalho já estão escolhidos (confira
nomes e programação na página www.fapesc.rct-sc.br/crcti/programa.html
). Estão confirmados, por exemplo, o professor Diomário de
Queiroz para coordenar o Grupo de Trabalho sobre “Educação”,
o professor Rogério Portanova no GT que debate “Recursos Naturais”,
o professor Luiz Otávio Pimentel (UFSC), “Marcos regulatórios”,
e José Eduardo Fiates abordando “P&D nas empresas do Sul
e a Cultura de Geração de Riqueza por meio de CT&I”).
Serviço
Fontes:
Fapesc
– (48) 215-1212; e-mail, www.fapesc.rct-sc.br/crcti/programa.html
Rogério Portanova
- presidente da Fapesc: (48) 215-1213 e (48) 9962-2083
Edgar Augusto
Lanzer (48) 215-1210
Márcia Patrícia
Hoeltgebaum (48) 215-1221
Antônio Diomário
de Queiroz (48) 9964-1045
Secretário da
Conferência, Carlo Alberto Aragão de Carvalho Filho, e-mail:
aragão@if.ufrj.br – MCT –
Assessoria: Berta Marchiori, fones (61) 2107 – 9300 e (61)
2107-9337, e-mail: berta.marchiori@gmail.com e berta@informe.jor.br
e larissa@informe.jor.br .
Raquel
Wandelli – Assessora de Comunicação da Secretaria de Estado
da Educação, Ciência e Tecnologia – (48) 221-6161 e (48) 9989-6900.
Outras
informações(inscrições etc): apoio@apoiocomunicacao.com.br
; fone (48) 223-5279
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| SC
realiza seminário pioneiro sobre Créditos de Carbono
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Iniciativa da Fapesc já é conseqüência do Protocolo de
Kyoto
A
Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Santa Catarina –
FAPESC, ligada à Secretaria de Estado da Educação, Ciência
e Tecnologia, promove no dia 26 de agosto, no Hotel Castelmar,
em Florianópolis, o 1º Seminário Catarinense de Mercado de
Créditos de Carbono. A programação prevê debates sobre o Protocolo
de Kyoto, aspectos legais e operacionais, mecanismo de desenvolvimento
limpo, fontes alternativas de energia e bolsa de mercado de
créditos de carbono, entre outros tópicos. O evento deve contar
com a participação de 400 pessoas. Os palestrantes são nomes
reconhecidos no País e no exterior.
O
diretor de Pesquisa Agropecuária da Fundação, engenheiro agrônomo
Zenório Piana, explica que Créditos de Carbono são certificados
que autorizam o direito de poluir. “O princípio é simples:
as agências de proteção ambiental reguladoras emitem certificados
autorizando emissões de toneladas de dióxido de enxofre, monóxido
de carbono e outros gases poluentes”.
As
empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades.
Cada bônus, cotado em US$, equivale a uma tonelada de poluentes.
Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecidas
por lei, é obrigado a comprar certificados das empresas mais
bem sucedidas. O sistema tem a vantagem de permitir que cada
empresa estabeleça seu próprio ritmo de adequação às leis
ambientais. Estes certificados podem ser comercializados através
das Bolsas de Valores e de Mercadorias.
“Os
Créditos de Carbono já estão sendo comercializados com antecedência
no mercado mesmo ainda não existindo uma regulamentação de
preços. Cada tonelada métrica de carbono vale de 3,00 a 5,00
dólares americanos”, informa Piana. Os investimentos estão
estimados em R$ 6,5 bilhões para os próximos dez anos, envolvendo,
desde já, empresas, bancos e governos da Europa, Japão e Canadá.
Segundo
Piana, Santa Catarina deverá estruturar atividades voltadas
ao estímulo de projetos ligados às mudanças climáticas, tendo
uma componente forte nos mercados de comercialização de créditos
de carbono. A iniciativa tem o objetivo de aproveitar as potencialidades
em matéria de projetos que tenham alto impacto sobre as componentes
do desenvolvimento humano sustentável e que reduzam e removam
gases de efeito estufa, ao mesmo tempo trazendo recursos e
implantando tecnologias limpas. Ele citou como alternativas
catarinenses o plantio de florestas e a questão do controle
de dejetos suínos no oeste e no sul do Estado.
A
iniciativa do presidente da Fapesc, Rogério Portanova, tem
vários parceiros: o CREA/SC, Epagri, UFSC/CCA, Secretaria
da Agricultura e Desenvolvimento Rural, através da Projeto
Microbacias2, AgCert, Fiesc, Ministério da Ciência e Tecnologia,
Contatos com Piana pelos fones 9931-0777 ou 215-1227. Mais
informações no site http://www.fapesc.rct-sc.br/semercar |
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| Mudanças ampliam responsabilidades da Fapesc
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Novos nomes compõem direção da Fundação
Com
a reforma administrativa, a fundação de Ciência e Tecnologia
(Funcitec) e o Fundo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária (Fepa)
viraram Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica
do Estado de SC (Fapesc). A mudança mexeu com a estrutura.
Integrada à Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia,
a Fapesc tem um presidente, três diretores e um procurador
jurídico.
A
Fapesc hoje é presidida pelo professor da UFSC Rogério Portanova,
doutor em Sociologia e Antropologia Política pela Universidade
de Paris VIII. O diretor de Pesquisa Agropecuária é o engenheiro
agrônomo Zenório Piana, doutor em Agronomia na área de Fitotecnia
pela USP.
Na
Procuradoria Jurídica tomou posse o advogado Mauro F. de Figueiredo.
Ele assumiu o lugar de Marco Antônio Azambuja, que optou integrar
o quadro do prefeito da Capital, Dário Berger.
Da
estrutura anterior, são remanescente os diretores de Administração
e de Pesquisa Científica e Tecnológica, respectivamente, os
professores Vladimir Álvaro Piacentini e Edgar Augusto Lanzer,
ambos ligados à comunidade científica do Estado.
Reestruturada internamente, a Fapesc está ultimando o texto
do seu novo Estatuto. A supervisão, contudo, permanece com
o secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia,
Antônio Diomário de Queiroz.
No
momento, quitando as dívidas com os editais de pesquisa, a
Fundação está se preparando para novos investimentos, priorizando
principalmente a descentralização e a desconcentração científica
e tecnológica do Estado.
Segundo
Portanova, que está no cargo há três meses, as responsabilidades
triplicaram com a reestruturação. “Precisamos utilizar ao
máximo as potencialidades de cada membro da equipe a favor
do coletivo, do conjunto da população”, sublinhou em reunião
da avaliação.
Fones
da Fapesc – 215-1212, e de Portanova: 9962-2083. |
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| Saída de ministro não altera conferência de CT&I
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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A saída do ministro Eduardo Campos do Ministério da Ciência
e Tecnologia não altera o roteiro já definido da Conferência
Regional Sul de Ciência e Tecnologia & Inovação, prevista
para os dias 9 e 10 de agosto no Hotel Cambirela, em Florianôpolis.
A informação ê do presidente da Fapesc – Fundação de Apoio
à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina -, Rogério
Portanova. A conferência tem como objetivo principal demonstrar
como a ciência, a tecnologia e a inovação podem ser usadas
como estratégia para promover o desenvolvimento político,
econômico e social.
Para Portanova, essa demonstração pressupõe uma análise de
exemplos de sucesso, de obstâculos e gargalos na região; definição
de prioridades, novas políticas públicas e novos instrumentos
regionais e uma formulação de propostas concretas para disponibilizar
conhecimento para o desenvolvimento regional. Sobre o novo
ministro, Sérgio Rezende, Portanova destaca que ele também
fala sobre a necessidade de investimento em pesquisa e desenvolvimento
e a importáncia de linhas de crédito para pequenas empresas.
Já o diretor da área científica e tecnológica da Fapesc, Edgar
Augusto Lanzer, enfatiza que um dos resultados aguardados
da conferência é aproximar os setores acadêmico, empresarial
e público (governamental e não governamental) da região Sul
e estimular projetos regionais mobilizadores.
Na opinião de Evandro Mirra, presidente do Centro de Gestão
e Estudos Estratégicos(CGEE), as conferências regionais assumem
um papel decisivo, porque não sô dão visibilidade a preocupações
difusas por toda a parte, como têm de antecipar os espaços
de debate, universalizando mais. “As conferências regionais
são parte essencial da estratégia de mobilização, de agregação
de valor à conferência nacional”.
Entre os principais temas previstos para a conferência, destaque
para os debates sobre emprego e renda, modelos de inserção,
habitação e segurança, saúde e meio ambiente, recursos naturais
e financiamento.
A
programação completa pode ser encontrada no site: www.fapesc.rct-sc.br/crcti |
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| Rede de Metrologia fortalece economia de SC
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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O Estado possui 125 laboratórios
Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado
de Santa Catarina – Fapesc, Certi, Sebrae e Senai são os sócio-fundadores
da nova Rede Catarinense de Metrologia, inaugurada em dezembro
do ano passado, formada por laboratórios credenciados pelo
Inmetro e outros órgãos oficiais, e vinculada à Sociedade
Brasileira de Metrologia.
Segundo
o diretor-executivo da Rede, José Ricardo de Menezes, a Rede
vai fortalecer os setores produtivos catarinenses, atuando,
entre outras coisas, em treinamento, capacitação e busca de
financiamentos. Santa Catarina possui 125 laboratórios, dos
quais 11 credenciados pelo Inmetro.
Inaugurada em 7 de dezembro de 2004, a Rede é bancada principalmente
com recursos do Governo do Estado, através da Fapesc. Possui
31 laboratórios afiliados com mais de 750 serviços metrológicos
reconhecidos. Menezes acrescenta ainda que com o intuito de
fortalecer o setor, a Rede, em parceria com o Sebrae, disponibiliza
às micro e pequenas empresas catarinenses o Bônus Metrologia,
programa de incentivo financeiro para o uso de serviços metrológicos,
que subsidia até 50 por cento dos custos dos serviços de calibração
de equipamentos e padrões, medição de peçcas, ensaios etc.
Contato
com Menezes pelos fones 233-0139 e 8414-2444. Informações
adicionais no site www.rmsc.org.br, e-mail: rmsc@rmsc.org.br
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| R$
1 milhão para o meio ambiente
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Fapesc destina recursos para pesquisas sobre Mata Atlântica
Continuam abertas na Fundação de Apoio à Pesquisa Científica
e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – Fapesc – as inscrições
para o edital que estabelece parcerias e estimula projetos
de pesquisa principalmente na área da Mata Atlântica. As propostas
aprovadas receberão investimentos da Fundação no valor global
de até R$1.000.000,00 (um milhão de reais). A novidade foi
anunciada pelo presidente da entidade, Rogério Portanova.
Os
recursos serão liberados a partir de 2006 em parcelas trimestrais
para as instituições que cumprirem os requisitos deste edital
e que tiverem seus projetos aprovados. Podem participar instituições
sem fins lucrativos, especialmente Organizações Não-Governamentais(ONGs)
de Santa Catarina com mais de um ano de registro legal e que
tenham claramente definido em seus estatutos atividades de
pesquisa em ciência e/ou tecnologia e atuação em meio ambiente
e desenvolvimento sustentável.
Os
interessados devem especificar nos seus projetos o valor da
contrapartida de que dispõem, explicitando suas fontes. O
valor da contrapartida deve ser de no mínimo 50% do valor
de contrapartida exigido na Chamada 1 - Projetos de Âmbito
Local e Regional do Subprograma Projetos Demonstrativos -
PDA/MMA - Mata Atlântica. Do valor financiado pela Fapesc,
até 60% (sessenta por cento) poderá ser destinado a bens de
capital (equipamentos, obras ou instalações, material permanente)
Projetos grandes e médios devem ser apresentados em um envelope
fechado, com três vias impressas e uma em CD-Rom até às 18
horas do próximo dia 20. Projetos pequenos podem ser apresentados
o dia 20 de julho. Os documentos devem ser entregues diretamente
na Fapesc ou enviado por sedex para Rodovia SC 401, KM 01
Parqtec ALFA, módulo 12A, 5º andar, Florianópolis - CEP 88.030-000,
sendo considerado válida a data da postagem. A Fapesc divulgará
os resultados das propostas aprovadas no site http://www.fapesc.rct-sc.br
às 18:00h dos dias 24 de junho de 2005 e 26 de julho de 2005
.
Esclarecimentos e informações adicionais podem ser obtidos
diretamente na FAPESC, pelo do telefone (0xx48) 215-1221 ou
na internet: http://www.fapesc.rct-sc.br e Endereço Eletrônico:
fapesc@fapesc.rct-sc.br
Mais
informações na Fapesc com Márcia e Joana, fones (48) 215-1212
e 215-1221, ou ainda com o professor Portanova (9962-2083).
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| Lei de Inovação é opção para reduzir exclusão social e distribuir
renda
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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O diretor geral da Secretaria de Estado da Educação, Ciência
e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, enfatizou que a
nova Lei de Inovação Tecnológica se configura hoje numa excelente
opção para o desenvolvimento econômico e social com distribuição
justa de renda e inclusão social.
A
afirmação foi feita em Florianópolis durante recente Almoço
com Empreendedores, promovido pela Sucesu de Santa Catarina
- Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações
-, e prestigiado pelo presidente da Fapesc – Fundação de Apoio
à Pesquisa Científica e Tecnológica de SC, Rogério Portanova.
Compareceram 50 empreendedores da área de Tecnologia da Comunicação,
“o que prova o dinamismo e a vitalidade das empresas de base
tecnológica na Grande Florianópolis”, observou Portanova.
Ao
falar sobre as Perspectivas para Empreendedores e Usuários
de Tecnologia da Informação e Comunicação, Diomário foi categórico.
“A inovação é o instrumento específico dos empreendedores,
o processo pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade
para um negócio diferente ou um serviço diferente”, ressaltou.
Para
o diretor geral da Secretaria da Educação, a inovação é a
convergência da história de diversas pessoas para encontrar
uma solução de futuro, mas faz uma ressalva: “Só as informações
contextualizadas pela realidade local geram conhecimento”.
O
ex-presidente da Fapesc destacou ainda a valorização das potencialidades
regionais pela pesquisa. “Lá fora, as empresas são concebidas
como núcleos de desenvolvimento. Aqui freqüentemente só se
atêm à função de fabricação, negligenciando-se a pesquisa
e a inovação. O grande problema da empresa brasileira é que
geralmente ela é simples reprodutora de conhecimento de alienígenas”.
Citando
o ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, Queiroz
argumenta que a Lei de Inovação passa a vigorar em um contexto
de desafios e esperanças. Com ela, avançam a ciência, a tecnologia
e a inovação brasileiras, na perspectiva das maiorias excluídas
e da construção de um desenvolvimento soberano, com justiça
social”, concluiu.
Fones
de contato com Diomário: 9969-1045, 221-6144 e 221-6228.
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| Suinocultura catarinense aposta em programas de adequação ambiental
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Fapesc inclui a questão do meio ambiente como critério
para financiamento de pesquisas
A
exemplo do que ocorreu em relação às fecularias no Sul, que
assumiram um projeto de saneamento ambiental para permanecer
na atividade, o setor de suinocultura da região da AMAUC –
Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense – também
está promovendo um programa de adequação ambiental. O trabalho
envolve produtores, empresas, Fatma, Epagri, UFSC, Cidasc,
Casan e prefeituras. Líder nacional no segmento, Santa Catarina
tem 54 mil estabelecimentos produtores que emitem, diariamente,
40 mil metros cúbicos de dejetos por dia e somente 10 por
cento são tratados.
O
Estado, através da Fapesc – Fundação de Apoio à Pesquisa Científica
e Tecnológica de SC -, já desenvolve há anos, em parceria,
o Arranjo Produtivo Local sobre Tratamento de Dejetos Suínos,
que vem beneficiando cerca de cinco mil micro e pequenos produtores
no Oeste e no Sul de Santa Catarina.
Os
critérios do Termo de Acordo de Ajustamento de Conduta firmado
entre o Ministério Público e os agentes envolvidos com a questão
da suinocultura, alerta Rogério Portanova, presidente da Fapesc,
podem servir de parâmetro para que a Fundação consiga definir,
juntamente com o setor e pesquisadores, as linhas prioritárias
de pesquisas a serem apoiadas.
Márcia
Patrícia Hoeltgebaum, coordenadora de Projetos da Fapesc,
esclarece que para o país exportar, a produção deve estar
dentro das normas européias de bem-estar animal. Algumas dessas
normas estão relacionadas ao controle de mão-de-obra, controle
de resíduos químicos (medicamentos), controle e qualidade
do meio ambiente e qualidade sanitária. Só a Sadia, por exemplo,
abate três mil suínos diariamente.
Segundo
informações da Fapesc, dos 3.821 pedidos de licenciamento
feitos por proprietários na região, 1276 já foram analisados
e 824 autorizados pela Fatma. “O combate à poluição por dejetos
de suínos é um tema que vem recebendo uma atenção muito especial
do governo do Estado”, reforça Rogério Portanova.
Despoluição e renda na suinocultura
O
Arranjo Produtivo Local sobre Tratamento de Dejetos Suínos,
apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica
- Fapesc, vem beneficiando cerca de cinco mil micro e pequenos
produtores no Oeste e no Sul de Santa Catarina.
O
Arranjo, que envolve a Epagri, a UFSC, a Unoesc, a Embrapa,
a Perdigão, entre outros parceiros, busca, além de resolver
a questão da poluição dos rios, desenvolver novas tecnologias
exigidas pelo mercado internacional.
De
acordo com a Fapesc, ao mesmo tempo em que propicia a redução
dos danos ambientais, a pesquisa permitirá a implantação da
sustentabilidade na cadeia produtiva de suinocultura. Entre
os reflexos econômicos, a direção da Fapesc destaca a diminuição
dos custos de produção, o aumento da produtividade e a elevação
da renda dos proprietários e agroindústrias. No que se refere
ao impacto social, o presidente da Fundação, Rogério Portanova,
lembra a melhoria das condições de qualidade de vida população
local, a diminuição do êxodo rural e da ampliação do nível
de emprego.
Mais
informações com Márcia Patrícia Hoeltgebaum, coordenadora
de Projetos da Fapesc, pelo fone 215-1221, e Rogério Portanova,
presidente da Fapesc, pelos fones 215-1213 ou 9962-2083.
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Santa Catarina lança edital para pesquisas sobre a
Mata Atlântica
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Programa integra a Semana Mundial do Meio Ambiente
Dentro
das comemorações da Semana Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente,
a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do
Estado de Santa Catarina – Fapesc, lançou hoje (06) um edital
para estabelecer parcerias e estimular projetos de pesquisa
principalmente na área da Mata Atlântica. Podem participar
instituições sem fins lucrativos, especialmente Organizações
Não-Governamentais(ONGs) de Santa Catarina com mais de um
ano de registro legal e que tenham claramente definido em
seus estatutos atividades de pesquisa em ciência e/ou tecnologia
e atuação em meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
Os projetos aprovados receberão investimentos da Fapesc, no
valor global de até R$1.000.000,00 (um milhão de reais). A
novidade foi anunciada pelo presidente da Fundação, professor
Rogério Portanova.
Os
recursos serão liberados a partir de 2006 em parcelas trimestrais
para as instituições que cumprirem os requisitos deste edital
e que tiverem seus projetos aprovados. No caso de insuficiência
de propostas que permitam atender às condições de distribuição,
os saldos dos recursos serão alocados em outros programas
da Fapesc, que faz parte da estrutura da Secretaria de Educação,
Ciência e Tecnologia.
Os
interessados devem especificar nos seus projetos o valor da
contrapartida de que dispõem, explicitando suas fontes. O
valor da contrapartida deve ser de no mínimo 50% do valor
de contrapartida exigido na Chamada 1 - Projetos de Âmbito
Local e Regional do Subprograma Projetos Demonstrativos -
PDA/MMA - Mata Atlântica. Do valor financiado pela Fapesc,
até 60% (sessenta por cento) poderá ser destinado a bens de
capital (equipamentos, obras ou instalações, material permanente)
Projetos grandes e médios devem ser apresentados em um envelope
fechado, com três vias impressas e uma em CD-Rom até às 18
horas do próximo dia 20. Projetos pequenos podem ser apresentados
o dia 20 de julho. Os documentos devem ser entregues diretamente
na Fapesc ou enviado por sedex para Rodovia SC 401, KM 01
Parqtec ALFA, módulo 12A, 5º andar, Florianópolis - CEP 88.030-000,
sendo considerado válida a data da postagem. A Fapesc divulgará
os resultados das propostas aprovadas no site http://www.fapesc.rct-sc.br
às 18:00h dos dias 24 de junho de 2005 e 26 de julho de 2005
.
Esclarecimentos e informações adicionais podem ser obtidos
diretamente na FAPESC, com Joana ou
Márcia: fone (48) 215-1221, ou ainda com o professor Portanova
(9962-2083). |
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Investimentos em C&T são retomados em Santa Catarina
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Durante assinatura de convênios que asseguraram recursos de
R$133,4 mil do Sebrae para a Acate, Fundação Certi e FEESC,
o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e
Tecnológica de SC, Rogério Portanova, acenou com a retomada
de investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Lembrou
que os passivos estão sendo quitados e que entre as prioridades
estão as incubadoras empresariais, os arranjos produtivos
locais e as pesquisas nas universidades e empresas. A idéia,
segundo ele, é criar renda e emprego com sustentabilidade.
Os convênios referem-se ao edital da Fapesc e do Sebrae e
são direcionados aos apoio e consolidação de incubadoras e
pré-incubadoras. No total, estão previstos R$ 686 mil, beneficiando
14 projetos.
As
incubadoras de empresas são mecanismos que estimulam a criação
e o desenvolvimento de micro e pequenas empresas (MPEs) industriais,
de prestação de serviços, de base tecnológica ou de manufaturas
leves, por meio da formação complementar do empreendedor em
seus aspectos técnicos e gerenciais, além de facilitarem o
processo de inovação tecnológica. “Elas propiciam condições
para uma maior e mais eficaz sobrevivência dos empreendimentos
no mercado”, acrescenta Portanova.
Segundo
ele, as incubadoras juntas geram mais de 1200 empregos diretos
e tem um faturamento anual de R$ 60 milhões. “O movimento
de incubadoras empresariais em Santa Catarina vem crescendo
de forma contínua e consistente nos últimos anos. Já são 16
em operação e mais seis serão implantadas ainda este ano”.
Contatos com Portanova pelos fones 215-1212 ou 9962-2083. |
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Recursos da Fapesc podem salvar fecularias
Fonte: Moacir Loth- Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Pesquisas financiadas pela Fapesc buscam preservar atividade
econômica no sul do Estado
No Sul de Santa Catarina existem cerca de 29 indústrias produtoras
de polvilho azedo que industrializam hoje cerca de nove mil
toneladas de raízes de mandioca, com produção de 6.380 toneladas/ano
de polvilho azedo. Estima-se que a atividade gere mais de
dois mil empregos diretamente nas unidades familiares de produção
e cerca de 130 empregos diretos nas unidades de industrialização
do polvilho azedo.
Diante das limitações do tratamento dos seus resíduos, principalmente
nas áreas de terrenos arenosos, parte desse parque industrial
corre risco de ser inviabilizado. Os resíduos dessas indústrias,
quando lançados diretamente nos recursos hídricos, são potencialmente
nocivos. A alta carga orgânica, somada à presença de elementos
ou compostos como cianetos, confere a estes efluentes, se
mal manejados, riscos ambientais consideráveis.
Para salvar o setor, a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica
e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc) está liberando recursos
da ordem de R$ 183 mil, através do projeto Avaliação de alternativas
para o tratamento dos efluentes da indústria do polvilho azedo,
que visa solucionar os problemas ambientais causados pela
atividade No todo, os investimentos vão atingir R$334.348,56,
dos quais R$ 318.427,20 provenientes da Fapesc.
O Programa coincide com uma das prioridades do presidente da
Fapesc. Rogério Portanova, que pretende, por exemplo, fazer
com que a CT&I produza desenvolvimento econômico sem comprometer
o meio ambiente e a qualidade de vida população.
Concentrado nos municípios de São João do Sul, Santa Rosa do
Sul, Araranguá, Sombrio, Morro da Fumaça, Treze de Maio e
Jaguaruna, o setor gera, por ano, renda no valor aproximado
de R$ 16milhões em produto industrializado (polvilho) e R$
2 milhões em impostos. Este volume de produção, se por um
lado gera emprego e renda no meio rural, por outro, acaba
também gerando em torno de 290 mil toneladas/ano de efluentes
que precisam receber tratamento adequado.
São basicamente três ações de pesquisa: avaliação de impactos
no solo e na água sub-superficial de diferentes doses de efluentes
da indústria do polvilho azedo aplicados por aspersão; tratamento
de efluentes da indústria de fecularias por meio de sistema
combinado de oxidação + flotação por ar dissolvido e lixiviação
de cianetos de manipueira em colunas: efeitos da mineralogia,
matéria orgânica e vegetação.
“As preocupações crescentes da sociedade com as questões ambientais
vêm impondo aos diferentes setores produtivos a necessidade
de adequações nos seus processos e posturas”, observa o presidente
da Fapesc, Rogério Portanova , reportando-se ao projeto. “A
indústria do polvilho azedo, produtora de efluentes potencialmente
poluidores do meio e situada num espaço geográfico muito susceptível
às contaminações já foi alvo de autuações pelos órgãos de
fiscalização e, assim, precisa e procura soluções que a tornem
compatível com as exigências do presente, acrescenta. Os pesquisadores
explicam que os solos arenosos, sobre o qual grande parte
das unidades de produção desenvolvem suas atividades, possuem
como agravantes principais, baixa capacidade de retenção de
elementos e compostos químicos, além de apresentarem o lençol
freático muito próximo da superfície.
Portanova adianta que as pesquisas a serem executadas não atenderão
somente ao segmento polvilho azedo. Segundo o censo agropecuário
de 1995/96, a mandioca ocupa o nono lugar quanto ao valor
bruto da produção, entre todos os demais produtos agropecuários
do Sul de Santa Catarina, envolvendo quase oito mil famílias
rurais somente nessa região. “Se considerarmos a produção
estimada para a safra 2005 em toda Santa Catarina , o valor
bruto da produção total do Estado correspondente a raiz “in
natura” deve chegar a cerca de R$ 97 milhões”, enfatizam os
coordenadores do projeto.
As pesquisas vão beneficiar nove unidades produtoras de fécula
e de mais de 350 engenhos de farinha. Assim, estima-se ainda
que as fecularias produzam, em 2005, entre 12 e 17 mil toneladas
de fécula, enquanto os engenhos de farinha algo próximo de
60 mil toneladas do produto. “A fécula está sendo comercializada
nos dias de hoje a um preço médio de R$ 900,00 a tonelada
e a farinha a R$ 500,00 por tonelada. Embora esses preços
sejam considerados baixos para o momento, eles demonstram
a força da cultura da mandioca e dos produtos polvilho, fécula
e farinha dela derivados”, sintetiza o documento.
Existem ainda possibilidades de utilizar estes efluentes resultantes
da indústria do polvilho azedo em outros usos benéficos na
forma concentrada ou natural. Um desses usos pode ser o da
fertirrigação, ainda mais se considerando a pobreza química
e biológica dos solos arenosos sobre o qual está instalada
praticamente toda a produção de mandioca destinada a esse
produto.
Até hoje no País a forma mais usada para o tratamento desses
resíduos é por intermédio de lagoas anaeróbicas/aeróbicas,
as quais encontram dificuldades de serem construídas no Sul
do Estado, seja pela natureza arenosa do solo ou pela proximidade
do lençol freático com a superfície desse. Diante da indisponibilidade
de uma alternativa segura para o tratamento desses efluentes,
contraposta às preocupações do Ministério Público Estadual
e das comunidades, foi criado um grupo de estudo para buscar
outras formas de uso e/ou de manejo, resultando daí o projeto
que é coordenado pela Epagri com participação da Escola Agrotécnica
Federal de Santa Rosa do Sul e da Unesc. O projeto ainda prevê
a assessoria da professora Marney Pascoli Cereda, especialista
no assunto, aposentada da UNESP-Botucatu mas atuando na Fundação
Raízes-SP e em universidades.
Contatos na Fapesc com Karla 221-1245 ou com o presidente da
Fapesc, Rogério Portanova, fone 215-1212. |
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Visão de futuro
Fonte: Diário Catarinense - 06/05/2005 |
| Por:
CARLOS LUIZ GANDIN/ Engenheiro agrônomo
Santa Catarina, com sua visão de futuro, novamente sai na
frente. É um dos poucos estados do país a dispor de uma Fundação
de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica, com status de
primeiro escalão em sua hierarquia administrativa.
Trata-se da Fapesc, criada a partir da lei complementar 284,
de 28 de fevereiro do corrente, com a fusão da antiga Funcitec
(Fundação de Ciência e Tecnologia) e do Fepa (Fundo Rotativo
de Estímulo à Pesquisa Agropecuária), incorporando, além da
ciência e tecnologia, também a inovação e a educação. Neste
contexto, o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado
de Santa Catarina vai ser intensificado, impulsionando o aumento
da eficiência econômica e da sustentabilidade. Para construir
o presente, de olho no futuro, os investimentos nestas áreas
(ciência, tecnologia, inovação e educação) ainda são os instrumentos
adequados para o desenvolvimento, com inclusão social. Afinal,
o modelo catarinense de desenvolvimento pode ser, perfeitamente,
construído na perspectiva de um futuro em que a sociedade,
com soberania, responsabilidade e consciência nas suas atividades
diárias, pode viver em harmonia e integrada ao meio ambiente,
exercendo a cidadania social e política, para um futuro melhor. |
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Seminário Ítalo-Brasileiro sobre Cooperação Científica
e Tecnológica
Fonte: Randolfo Decker - Jornalismo Científico/Assessoria
de Comunicação- FAPESC |
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Nestes dias 18, 19 e 20 de abril, acontece em Florianópolis,
o Seminário Ítalo-Brasileiro de Cooperação Científico e Tecnológico.
O objetivo do seminário, que acontecerá no centro de eventos
da UFSC, é de apresentar a situação atual, trocar experiências
e discutir programas que poderão ser desenvolvidos na área
de C&T entre os dois governos, mais especificamente entre
o Estado de Santa Catarina e instituições da Itália.
O
seminário é promovido pela Embaixada da Itália no Brasil,
com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), da
Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado
de Santa Catarina (FAPESC), da Universidade Federal de Santa
Catarina (UFSC), da Federação das Indústrias de Santa Catarina
(FIESC), do Instituto Italiano para o Comércio Exterior (ICE),
da Fundazione Itália.
Já
existe um acordo de cooperação científica e tecnológica em
vigor desde 1999, com mais de 130 acordos interinstitucionais
firmados entre universidades, instituições de pesquisa e empresas.
Entretanto, “este evento visa incrementar essas relações científicas
e tecnológicas, implementando novos programas, contribuindo
assim para o fortalecimento e o relacionamento cooperativo
entre os dois países”, assinalou o secretário executivo do
Fórum Ítalo Brasileiro, Mauro Beal.
Estarão
presentes no seminário o Embaixador da Itália no Brasil, Michele
Valensise, o Cônsul Geral Italiano no Brasil, Mário Trampetti,
os reitores da UFSC, Lúcio Botelho, e da Universidade de Parma,
Gino Ferretti, os secretários estaduais de Educação, Ciência
e Tecnologia de Santa Catarina, Jacó Anderle, e da Ciência
e Tecnologia de Minas Gerais, Olavo Bilac Pinto, o Presidente
da FAPESC, Rogério Portanova, presidentes e diretores da CAPES,
CNPq, do Consiglio Nazionale delle Ricerche – CNR, do Fórum
Permanente Ítalo-Brasileiro da Assembléia Legislativa de Santa
Catarina, entre outros.
Conferências e painel
Na
segunda-feira, dia 18, às 19 horas acontecerá a solenidade
de abertura do evento. Na terça-feira, 19, começa pela manhã
a programação sobre as Ações Governamentais no Processo Internacional
de Cooperação. Serão realizadas conferências enfocando os
temas:
1 – Diritrizes da Cooperação internacional em Ciência e Tecnologia
da República federativa do Brasil (Everton Frask Lucero –
Chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do MCT);
2 – Transferência de Know-how Tecnológico e Científico para
as Micro e Pequenas Empresas Brasileiras (prof. Roberto Massini,
do Departamento de Engenharia Industrial da Universidade de
Parma, Itália);
3 – O projeto de Recuperação da Baia de Guanabara (prof. Guido
Perin, da Universidade de Veneza, Itália).
Após
as conferências acontecerá um painel de discussão coordenado
pelo professor Nildo Lübke, Chefe de Gabinete dp Vice-Governador
do estado do Paraná, com participação de autoridades brasileiras
e italianas.
Às
14 horas, dentro da sessão sobre Interação entre Universidades,
Empresas e Centros de Pesquisa, serão realizadas apresentações
sobre:
1 – Os laboratórios conjuntos do ITESC - pelo Dr. Gian Nicola
Barbini, diretor do Instituto de Pesquisas Tecnológicas para
a Cerâmica do Conselho Nacional de Pesquisas – Itália e presidente
da Associação Européia de Cerâmica;
2 – A cooperação ítalo-brasileira na área de engenharia sanitária
– professor Giordano Urbini – Universidade da Insubria, presidente
da ANDIS;
3 – A cooperação ítalo-brasileira para o desenvolvimento dos
distritos industriais – Professor Giuliano Simonelli, Politénico
de Milão.
Inscrições e participação: Profissionais pagarão R$ 50,00 e
estudantes R$ 20,00 para participação no Seminário. Mais informações
pelo e-mail: italobrasileiro@ag3eventos.com.br ou fone/fax:
(48) 238-9646. Florianópolis –SC. Ou na FAPESC, pelo fone:
(48) 215-1230, com Randolfo. |
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Governo de SC aposta na Educação e cria parceria
com a ONU para a inclusão social
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC |
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O diretor geral da Secretaria de Estado da Educação, Ciência
e Tecnologia, Antônio Diomário de Queiroz, entregou à Agência
Brasileira de Cooperação, com sede em Brasília, proposta sobre
o Sistema Único Descentralizado de Educação Básica em Santa
Catarina – Consolidação da Política Regionalizada de Educação
de Santa Catarina com Foco na Inclusão Social. Embora pareça
um tanto sofisticado, o projeto nada mais é do que uma tentativa
de reduzir as desigualdades regionais e sociais de acesso
da população catarinense, sobretudo a de baixa renda, a serviços
educacionais de qualidade, adequando as ações do Plano Estadual
de Educação a uma parceria com o Programa das Nações Unidas
para o Desenvolvimento (PNUD). A estratégia preconiza também
o envolvimento da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica
e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc).
O
Plano, que define o ensino fundamental como responsabilidade
do poder público, ressalta como prioridades a ampliação da
jornada escolar para turno integral, a melhoria do acesso
e da qualidade do ensino aos jovens rurais e a garantia da
gestão participativa e democrática de todo o processo educacional.
“Por isso, os objetivos estabelecidos estão implementados
pela estrutura da Secretaria”, explica o secretário da Educação,
Jacó Anderle.
Na
lista de metas a serem atingidas, Anderle destaca a adequação
do ensino noturno às necessidades dos alunos, compatibilizando
os horários, as opções programáticas e metodológicas diferenciadas
das classes diurnas, distribuição harmônica do tempo, acesso
a todos os recursos pedagógicos da escola e currículo significativo
para os alunos.
A
parceria com a ONU prevê também formas mais flexíveis de organização
escolar para a zona rural, bem como a adequada formação dos
professores, considerando a especificidade dos alunos e as
exigências do meio, elaborando padrões mínimos de infra-estrutura
física para o funcionamento correto das instituições da rede
de ensino público e privado, respeitando as diversidades regionais
e assegurando o atendimento das necessidades educativas.
Jacó
Anderle lembra que o projeto, entre outras coisas, visa garantir
o acesso e permanência dos alunos na educação pública, a partir
de ações como merenda escolar de qualidade e com produtos
da região, material escolar, biblioteca informatizada com
acervo incluindo as diferentes etnias e raças, além da própria
história de Santa Catarina. O Programa busca ainda o cumprimento
da política de transporte escolar, cria mecanismos para informatizar
em 100% as escolas de ensino fundamental, amplia para nove
anos a duração do ensino fundamental obrigatório iniciando
aos seis anos de idade, e possibilita a inclusão de pessoas
com necessidades especiais nas escolas regulares e autonomia
das unidades escolares.
Para
a universidade pública, o projeto reserva o financiamento
do ensino, pesquisa e extensão, a expansão da rede pública
de educação superior presencial, descentralização do ensino
superior público e gratuito, atendendo, num prazo de dez anos,
no mínimo 40% da população na faixa etária de 18 a 24 anos,
e a execução de políticas e projetos de ciência e tecnologia
voltados à melhoria da qualidade vida da população.
“A
expansão da rede pública de educação superior para todas as
microrregiões do Estado e o estabelecimento de um sistema
interativo de educação a distância igualmente estão entre
as prioridades”, acrescenta o diretor geral da Secretaria,
Antônio Diomário de Queiroz. Para ele, as tecnologias educacionais
e a educação a distância são percebidas hoje pelo governador
como meios de universalização e democratização do ensino.
Queiroz
citou algumas ações já desenvolvidas com esse foco. Como exemplo,
destacou as 362 salas informatizadas implantadas em escolas
públicas (192 municipais e 170 estaduais. “Todas as escolas
da rede estadual possuem um kit tecnológico com TV, vídeo,
fitas VHS, antena parabólica e receptores para serem utilizados
com o Programa TV Escola.
Já
Danilo Cunha, que participou da elaboração do documento, acredita
que um Projeto Político Pedagógico só se viabiliza com a valorização
dos profissionais da educação, suas condições de trabalho,
uma jornada adequada à sua carga horária, concentração de
aulas em único estabelecimento, compatibilização com as possibilidades
do aluno e tempo para atividades complementares.
Informações com Jacó Anderle pelos fones 221-6140 e 221-6142;
com Antônio Diomário de Queiroz pelos fones 9969-1045, 221-6228,
221-6026 e 221-6222; e com Danilo Cunha pelos fones 9113-9260,
9961-9360, 221-3225 e 221-3216.
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FAPESC recebe projetos
para o Edital de Intercâmbio de Pesquisadores com a Alemanha
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FAPESC |
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A Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do
Estado de Santa Catarina (FAPESC) continua recebendo projetos
de pesquisadores catarinenses – doutorandos e doutores - interessados
em realizar pesquisas em instituições de ensino superior e
de pesquisas na Alemanha. No final do ano passado essa fundação,
juntamente com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD),
lançou o Edital de Intercâmbio de Pesquisadores entre o Estado
de Santa Catarina e Alemanha, o primeiro do gênero neste Estado,
prevendo a entrega de propostas e de seleção em regime de
“fluxo contínuo”.
O edital é fruto de um convênio de cooperação internacional
firmado entre FAPESC e o DAAD e tem como objetivo específico
o intercâmbio para pesquisas conjuntas, em nível de cooperação,
Brasil (Santa Catarina) e a Alemanha, quis sejam:
1) Programa de Intercâmbio Científico de Alto Nível - Destina-se
à doutores/professores de instituições universitárias de Santa
Catarina e da Alemanha;
2) Programa de Estadia de Curta Duração para Doutorandos -
Destinado para doutorandos catarinenses que pretendem realizar
pesquisas para suas teses de doutorado na Alemanha.
Poderão concorrer candidatos de IES pertencentes a Associação
Catarinense das Fundações Educacionais – ACAFE e da Universidade
Federal de Santa Catarina – UFSC). O Edital encontra-se na
página: (www.fapesc.rct-sc.br) , com roteiro de informações
e formulários.
Como participar
Os projetos devem ser encaminhados a FAPESC (brasileiros)e
ao DAAD (alemães) com conhecimento dos coordenadores/orientadores
do Brasil e da Alemanha, respectivamente. Tanto a FAPESC quanto
o DAAD analisarão os projetos quanto ao mérito (considerando
a qualificação e experiência do pesquisador). Caso aprovado
em ambas instituições, o projeto será implantado. Os requisitos
básicos são: o pesquisador seja doutor ou doutorando, conforme
o caso, com publicações em nível nacional e internacional,
tenha um convite do pesquisador anfitrião e apresente plano
de trabalho. Os pedidos devem ser encaminhados, protocolarmente,
com 90 dias de antecedência, no mínimo, da data de viagem
ao exterior.
Os itens financiáveis e prazos de duração são, respectivamente,
os seguintes:
Programa de intercâmbio científico de alto nível: Passagem
aérea e diárias por um período de 3 (três) semanas, no mínimo,
a 3 (três) meses, no máximo. A permanência do pesquisador
além do período contratado, deverá ser custeada pelo mesmo.
Programa de curta duração para doutorandos: Passagem aérea,
mensalidades, seguro-saúde, além da manutenção de Bolsas de
Doutoramento na instituição superior a qual o doutorando está
vinculado. O período de pesquisa é de 2 (dois) meses, no mínimo,
a 6 (seis) meses, no máximo.
Contatos
Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado
de Santa Catarina – FAPESC
Rodovia SC – 401, Km 01 – ParTec Alfa, 5º andar
Bairro João Paulo
88030-000 – Florianópolis – SC
Tel: 215-1230 (Randolfo)
Fax: (48) 331-8153
Escritório Regional do DAAD
Rua Pres. Carlos Campos, 417
22231-080 Rio de Janeiro RJ
Tel.(21) 255 33 296
Fax. (21) 255 39 261
h ttp://www.daad.de/rio
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Acate completa 19 anos a promovendo tecnologia catarinense
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
| A
Acate – Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia completa
hoje 19 anos de sua criação, em Florianópolis, no dia 1º de
abril de 1986. É uma associação civil privada de empresas
de base tecnológica que visa fomentar o desenvolvimento do
setor de tecnologia e ponta no Estado de Santa Catarina. Entidade
sem fins lucrativos, declarada de utilidade pública nos níveis
municipal e estadual, agrega hoje 122 associados, a maior
parte empreendimentos de micro, pequeno e médio porte. Inicialmente
denominada de Associação Catarinense de Telemática e Eletrônica,
foi fundada por um grupo de 10 empreendedores liderados por
José Fernando Xavier Faraco, que se tornou o primeiro presidente
da Associação.
“Em cerca de duas
décadas, o número de empresas tecnológicas associadas à Acate
cresceu 12 vezes, o que demonstra o talento, a competência
e o dinamismo dos empreendedores catarinenses”, afirma o presidente
da entidade, empresário Alexandre d´Avila da Cunha, diretor
da Cebra. As principais realizações da Acate, nos últimos
19 anos, foram a criação e manutenção do Condomínio Industrial
de Informática no bairro Trindade, em Florianópolis, que abriga
atualmente 42 empresas associadas; e a administração da incubadora
MIDI Tecnológico, mantida pelo SEBRAE/SC, e que inclui 12
empreendimentos incubados, além de 26 outras empresas que
já passaram pela incubadora e se “graduaram”.
As empresas associadas
da Acate são especializadas na produção de hardware, software
e serviços em áreas como automação comercial e industrial,
comunicação/telecomunicações, controle e instrumentação, eletrônica,
informática, Internet, mecânica fina, meio ambiente e saneamento,
metrologia. A atual diretoria é composta pelo presidente,
engenheiro de eletrônica Alexandre d´Avila da Cunha, da Cebra;
pelo vice-presidente, analista de sistemas Rui Luiz Gonçalves,
da AltoQi; e pelo diretor financeiro, também engenheiro de
eletrônica, Annibal Abreu, da Hacon.
Os presidentes das diretorias anteriores foram: de 1986 a
1990, José Fernando Xavier Faraco; de 1990 a 1992, Paulo César
Faraco Guimarães; de 1992 a 1994, Norton José da Costa; de
1994 a 1996 e de 1996 a 2000, Roberto Alexandre Carmes; e
de 2000 a 2004, Alexandre d´Avila da Cunha.
Faturamento consolidado das empresas cresceu 17,5%
em 2004/2003
Uma
amostra concluída hoje (31/03) entre 88 associadas da Acate
– equivalente a 72% do total de seu quadro associativo – revelou
um crescimento de 17,5% no faturamento consolidado das empresas,
em 2004, com relação ao total faturado em 2003, que evoluiu
de R$ 337,9 milhões para R$ 397,1 milhões. O nível de emprego
direto nas 88 empresas participantes da amostra cresceu 11,3%,
passando de 2.489 para 2.771. Nos empregos indiretos, o crescimento
foi um pouco maior, de 13%, crescendo de 11.022 para 12.463.
A
pesquisa identificou também que as 88 associadas da Acate
comercializam seus produtos para os seguintes destinos: dentro
de Santa Catarina (47,3%), outros Estados do país (46,7%)
e exterior (5,9%). Quanto ao nível de formação dos funcionários,
49,75% tem escolaridade superior, e 50,25% tem escolaridade
média.
Atividades de fomento inovam e consolidam o setor
Em
2004, a Acate foi uma das entidades que assinaram convênio
com a Finep para o desenvolvimento do Projeto Platic - Plataforma
de Tecnologia da Informação e Comunicação, juntamente com
a Funcitec, as incubadoras Blusoft (de Blumenau) e Softville
(de Joinville), as universidades Unisul, Univali e UFSC, e
com o IEL/Senai-SC. O Projeto reconheceu oficialmente o arranjo
produtivo local de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação
de Santa Catarina.
No
mesmo ano, a Acate realizou a primeira edição do Projeto Emprenet
(um processo de “pré-incubação” focado no desenvolvimento
da visão de negócios de empresas tecnológicas catarinenses),
em conjunto com a ENE - Escola de Novos Empreendedores da
UFSC, apoio do Sebrae/SC e CNPq e a parceria de instituições
de ensino da região. Foi a primeira iniciativa do gênero integrando
talentos e recursos da academia, da iniciativa privada e de
agentes de fomento.
Outra iniciativa da Associação para o fomento ao setor foi
sua atuação junto à Finep para a criação do Programa Juro
Zero, do qual participa, como um dos cinco parceiros estratégicos
selecionados por edital para executar o programa em diferentes
regiões do país. Os recursos serão destinados a empresas que
apresentem projetos estimulando sua capacidade inovadora nos
aspectos comerciais, de processo ou de produtos/serviços.
A Região de Florianópolis está se habilitando como uma das
regiões de parceria estratégica da Finep, num esforço integrado
da Funcitec, Acate, Celta, Assespro e Sucesu/SC.
O mais avançado laboratório no ambiente acadêmico brasileiro
Em 2003, a Acate participou da implantação, no Departamento
de Engenharia Elétrica da UFSC, das novas instalações do MagLab
- Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética,
o mais avançado laboratório do gênero no ambiente acadêmico
brasileiro. O MagLab resultou de uma ação integrada da Acate
e UFSC, com financiamento da Finep, dentro Projeto Cectel
- Compatibilidade Eletromagnética em Equipamentos de Telecomunicações/Adequação
à Resolução 237 da Anatel.
Ações comunitárias e culturais
A
ACATE também desenvolveu atividades comunitárias e cidadãs
como o Projeto Trindarte, para promover a arte e a cultura
como elo entre a comunidade e os empresários do bairro. Participou
ainda do Projeto Trindade Verde, visando o plantio de árvores
adotadas por empresas associadas. E executou iniciativas como
o Banco de Talentos, no qual um grupo de empresas apoiou a
Escola de Educação Básica Hilda Theodoro Vieira, fornecendo
bolsas de qualificação para alunos carentes.
Atuação institucional e de comunicação
No âmbito institucional, a ACATE mantém ativa participação
e interatividade nos níveis municipal, estadual e nacional,
integrando conselhos locais como os do ParqTec Alfa, do Celta,
das entidades Empresariais da Grande Florianópolis e do Banco
do Empreendedor, além de ter cooperado com o Programa Brasil
Empreendedor, em Brasília, na Coordenação do Grupo de Incubadoras
e Condomínios. Na área de comunicação, a ACATE estimula o
relacionamento com a Imprensa e o mercado promovendo a difusão
pública de notícias de interesse social e tecnológico, cooperando
com o trabalho de jornalistas e veículos do Estado e do País,
e mantendo o website [www.acate.com.br].
Publicação documenta os 20 anos do Pólo Tecnológico
de Florianópolis
A
Acate também está apoiando um projeto editorial iniciado em
outubro de 2004 com o objetivo de resgatar a trajetória de
criação e amadurecimento do Pólo Tecnológico de Florianópolis
nas últimas duas décadas, de 1985 a 2005, e com lançamento
previsto para o segundo semestre de 2005. Além de produzir
uma radiografia contemporânea do Pólo, o trabalho ajudará
a prospectar e apontar tendências e perspectivas para os anos
à frente. A iniciativa editorial é da Redactor Comunicação
e conta com o apoio oficial da Fapesc (ex-Funcitec) e da UFSC
(Universidade Federal de Santa Catarina).
Foi
entre 1984 e 1985 que a Capital do Estado articulou as ações
que viriam a dar nascimento de fato ao Pólo Tecnológico de
Florianópolis, destacando-se como marco formal a criação da
primeira Incubadora Empresarial Tecnológica (pela Fundação
Certi) e do primeiro Condomínio Industrial de Informática
(pela Acate), em 1986, ambos localizados, então, no bairro
universitário Trindade.
Para
o diretor da Cebra e presidente da Acate, empresário Alexandre
d´Avila da Cunha, “apesar do Pólo Tecnológico de Florianópolis
ser uma realidade hoje reconhecida no Brasil e em alguns segmentos
do exterior, faltava-nos um documento informativo que apresentasse
de forma abrangente e consolidada um retrato histórico e atualizado
desse universo do desenvolvimento local e regional, nos auxiliando
na promoção institucional e mercadológica das empresas de
base tecnológica aqui estabelecidas”.
O
projeto editorial sobre os 20 Anos do Pólo Tecnológico de
Florianópolis terá como produto final um CD-Rom interativo
e uma versão impressa que reunirão a Linha do Tempo do Pólo
associada a conteúdos de textos e iconografia já em pesquisa
e elaboração sob a coordenação da Redactor. O projeto deverá
ser lançado em agosto de 2005, num Seminário especialmente
concebido e planejado para debater e difundir o tema na comunidade
local e estadual, contando com autoridades e convidados catarinenses
e nacionais.
Assessoria de Imprensa da ACATE
Jornalista responsável: Mário Xavier (MTb/RS 4.954)
Fone: (48) 3025-2808
Celular: (48) 8413-3135
E-mail: imprensa@acate.com.br
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Florianópolis sedia conferência de tecnologia
dos Estados do Sul
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
| Por
sugestão do ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos,
Florianópolis será, de 10 a 12 de agosto, a sede da Conferência
Regional Sul de Ciência, Tecnologia e Inovação, preparatória
ao evento nacional da área que acontece de 24 a 27 de outubro
em Brasília. Num encontro com o diretor geral da Secretaria
de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, Antônio Diomário
de Queiroz, Campos confirmou que fará questão de prestigiar
pessoalmente o evento.
Entre
os temas que os representantes de Santa Catarina, Paraná e
Rio Grande do Sul vão abordar, destaque para discussões sobre
geração regional de riqueza, inclusão social, apresentação
e discussão dos relatórios dos grupos de trabalho, ciência,
tecnologia e inovação e o desenvolvimento da região sul, cooperação
e interesse regional, gestão, e regulamentação do setor. No
encerramento, os participantes vão elaborar a Carta de Florianópolis
e escolher os delegados que irão participar da Conferência
Nacional
Os
debates da conferência regional vão avaliar também os modelos
de inserção de CT&I no desenvolvimento regional, pesquisa
nas empresas do Sul, cultura de geração de riqueza por meio
de ciência e tecnologia, o papel dos institutos de pesquisa
nessa geração, projetos mobilizadores regionais, ambientes
de apoio a empresas de base tecnológica, educação, emprego
e renda, o trabalhador e a inovação, cidadania, habitação
e segurança, saúde e meio ambiente, cooperação internacional
e interesse regional, regulamentação e financiamento.
O
evento será organizado já sob a nova direção do professor
Rogério Portanova à frente da Fapesc, sucessor de Diomário
de Queiroz, que na direção da extinta Funcitec coordenou a
organização de duas conferências estaduais e dois seminários
de ciência e tecnologia, elogiados pelo ministro Eduardo Campos,
e que credenciaram Santa Catarina para realizar a conferência
regional.
Mais
informações pelos fones 215-1212 e 215-1313.
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Hora da FAPESC
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
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Ao acolher as valiosas sugestões da comunidade científica,
formuladas democraticamente em dois seminários e duas conferências
estaduais de ciência, tecnologia e inovação, a reforma administrativa
do Governo unificou e fortaleceu o Sistema de CT&I de
SC.
A
Fundação de Ciência e Tecnologia (Funcitec) e o Fundo Rotativo
de Estímulo à Pesquisa Agropecuária (Fepa) transformaram-se
na Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do
Estado de Santa Catarina (Fapesc). Comparada até mesmo à emblemática
Fapesp, é um avanço, pois além da ciência, prioriza também
a tecnologia, a inovação e a educação.
A
reforma cria também o Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia
e Inovação (Conciti). Presidido pelo governador, e concebido
nos moldes do Conselho Nacional, desempenhará o papel estratégico
de orientar e articular a política científica e tecnológica.
Como
prova da prioridade conferida ao setor, a ciência e a tecnologia
reconquistaram o status de primeiro escalão. A Secretaria
de Estado da Educação e Inovação passa agora a chamar-se Secretaria
de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia. SC foi pioneiro
em 75. Hoje, três décadas depois, era um dos quatro estados
sem uma secretaria para a área.
A
Fapesc faz justiça à biografia do ex-ministro de Ciência e
Tecnologia. Recupera, com outra roupagem e novos conceitos,
um projeto de lei que o então deputado Luiz Henrique apresentou,
em 1973, à Assembléia Legislativa.
Cabe,
por exemplo, à Fapesc investir os recursos destinados à pesquisa
científica e tecnológica nos termos do artigo 193 da Constituição
Estadual, que prevê a aplicação de 2% da arrecadação líquida
de impostos para o setor. Os investimentos devem ocorrer de
“forma regionalizada, desconcentrada e vocacionada”.
Integrada à estrutura da Secretaria de Estado da Educação,
Ciência e Tecnologia, e mantendo autonomia em relação ao Conciti,
a Fapesc terá papel decisivo na consolidação do sucesso da
política de descentralização. Adotará, por exemplo, a idéia
de CT&I como função de um processo de educação plena,
fazendo com que a cultura científica permeie todos os níveis
de ensino. Logo, avança na perspectiva de que ciência, tecnologia,
educação e inovação precisam, obrigatoriamente, causar impacto
social nas comunidades.
A
Fapesc soma-se ao esforço empreendido nos últimos dois anos
quando a Funcitec, apesar de todas as agruras, multiplicou,
em quantidade e qualidade, os investimentos e ações na área.
Em síntese, conseguiu, através de projetos, pesquisas, editais,
parcerias, convênios, incubadoras, arranjos produtivos locais,
parques tecnológicos, inclusão digital e cooperação, esparramar
ciência, tecnologia e inovação por toda a SC. Semeou, em outras
palavras, as ferramentas para o desenvolvimento sustentado,
buscando transformar CT&I em renda, emprego e cidadania.
A Funcitec irrigou todas regiões com os benefícios das pesquisas
realizadas nos vários campos do conhecimento.
O
ex-reitor da UFSC Antônio Diomário de Queiroz deixou a Fundação
para permanecer ao lado do secretário Jacó Anderle no cargo
de diretor geral de Educação, Ciência e Tecnologia. Assume
no seu lugar o professor da UFSC Rogério Portanova. Indicados
pelo governador, Jacó, Diomário e Portanova são a garantia
de que o processo em andamento de valorização CT&I não
sofrerá descontinuidade.
O
êxito da Funcitec só foi possível graças ao envolvimento das
universidades, do setor produtivo, dos governos, da comunidade
e deve-se, sobretudo, ao empenho da equipe e à representatividade
do seu Conselho Superior, que soube mostrar o caminho certo
para a CT&I em SC.
Chegou
a hora da Fapesc! |
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Grande reportagem
mostra que tecnologia digital em SC é inclusão social
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
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A Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia (RCT), uma espécie
de provedor da Internet financiado pelo governo estadual,
é considerada um modelo de rede acadêmica nacional e recentemente
foi tema de um trabalho de conclusão do curso de Jornalismo.
Nele, o aluno Felipe Bächtold desenvolveu um texto na categoria
Grande Reportagem intitulado O Sistema Público de Internet
de Santa Catarina: Pioneirismo e Inclusão Digital, no qual
resgata o trabalho do grupo de pesquisadores catarinenses
que, no início dos anos 90, conseguiu convencer diversas instituições
sobre a importância da nova tecnologia, hoje um modelo de
inclusão digital para outros Estados e que atinge quase 20
por cento da população catarinense.
Todos
os pesquisadores, escreve Felipe, eram guiados por uma vontade
comum. “Um grupo que se reuniu com uma necessidade a ser realizada”,
diz Julíbio Ardigo, que junto com Edison Melo, Elizabeth Specialsky,
Ana Helena Ribas, Marcílio Dias dos Santos, formou o grupo
de criação da RCT. Carlos Zanchin, da Funcitec – Fundação
de Ciência e Tecnologia, coordenador da rede, resume: “Inclusão
digital é uma forma de inclusão social. Não basta levar água
e esgoto às pessoas mais pobres; é preciso também levar informação”.
Contatos pelo fone 233-3221 |
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Ciência nas bancas
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
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Jornalismo Científico é área em expansão no Brasil e ninguém
mais duvida. É fácil comprovar essa informação, mesmo sem
a necessidade de qualquer método científico (se me perdoam
o trocadilho).
Revistas populares criticadas pelos mais ortodoxos, publicações
de renomadas instituições de pesquisa, edições especiais pra
comprar, ler e colecionar. Tem de tudo sobre Ciência ali na
banca da esquina. É só saber escolher.
Um
leitor ainda não iniciado, que pretende despertar um interesse
ainda adormecido sobre fatos científicos, pode começar com
a área mais popular das publicações científicas.
A
mais antiga e tradicional é a Superinteressante, da Editora
Abril. Com modificações substanciais nestes últimos anos,
a revista subdividiu-se em outras especializadas: Mundo Estranho,
para jovens; Revista das Religiões - o mundo da fé; e Aventuras
na História - para viajar no tempo. A Super também iniciou
a moda de diversificação dos seus produtos: agendas, DVDs,
CD-ROM, livros e edições especiais são ouro para os amantes
da ciência no seu sentido mais literal - amadores, não profissionais
da ciência em busca de divulgação científica.
Outras
editoras seguiram esse caminho e incrementaram suas publicações.
A antiga Globo Ciência, da Editora Globo, há alguns anos virou
Galileu, com direito a produtos associados. Não se pode esquecer,
também, da Globo Rural, uma das poucas revistas de sua área
com abrangência nacional.
Mas,
se você já não se satisfaz com a Ciência para iniciantes,
procure bem e vai encontrar a Scientific American Brasil,
edição brasileira da mais tradicional revista de divulgação
científica, como os próprios editores anunciam. Com textos
ainda bem jornalísticos, a publicação traz maior cuidado em
relação ao conteúdo científico. A revista tem uma versão eletrônica
também muito interessante, com lista de links de outras publicações
e sites científicos.
Para
ler e colecionar, a Duetto Editorial colocou nas bancas a
série Gênios da Ciência, cada número sobre um grande cientista
da história - já estão disponíveis DaVinci e Newton a R$ 11,90
cada.
Nesta
linha, chega às bancas a revista Pesquisa, da Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Fapesp. Astrofísica,
Biologia, Genocronologia, tem variedade científica para todos
nesta publicação, que antes só circulava no meio acadêmico.
Para
qualquer idade ou preferência, o jornalismo quer saciar aquela
curiosidade científica que nunca nos abandona. É só experimentar.
Fonte:
[www.cehcom.univali.br/monitordemidia/paginas/materias.php?id=254]
Autor: Laura Seligman. E-mail: seligman@univali.br |
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Funcitec estimula universidades particulares a fazer pesquisa
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
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As universidades filiadas à Associação de Mantenedoras Particulares
de Educação Superior de Santa Catarina (Ampesc), presidida
pelo professor Oswaldo Momm, estão sendo estimuladas a dedicar
maior atenção às atividades científicas e tecnológicas. Recado
neste sentido foi dado pelo diretor geral da Fundação de Ciência
e Tecnologia (Funcitec), Antônio Diomário de Queiroz.
Atualmente acumulando o cargo de secretário adjunto da Educação
e Inovação e empenhado no aperfeiçoamento do projeto da reforma
universitária do Governo Lula, Diomário apresentou às universidades
privadas o potencial do Estado em matéria de ciência, tecnologia
e inovação. Destacando as “possibilidades de cooperação”,
o diretor relatou aos dirigentes da Ampesc os principais trabalhos
e programas em andamento na Funcitec. Citou, entre outros,
os editais de pesquisa, os chamados Arranjos Produtivos Locais,
as incubadoras tecnológicas, os parques tecnológicos, a Rede
de Ciência e Tecnologia(RCT), a futura Rede Integrada de Tecnologia,
Informação e Comunicação de SC (Ritic), o Programa de SC Inovação,
o intercâmbio internacional, o Sapiens Parque e os programas
Juro Zero e de Desenvolvimento Regional.
Diomário também enfatizou o apoio dado pela Funcitec para a
realização de cursos, eventos e atividades de extensão. As
universidades particulares foram informadas ainda sobre as
mudanças estruturais do setor com a criação do Conselho Estadual
de Ciência, Tecnologia e Inovação, a transformação da Funcitec
e do Fepa (Fundo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária) em Fundação
de Amparo à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de
SC (Fapesc) e da mudança do nome da Secretaria de Estado da
Educação e Inovação para Secretaria de Estado da Educação,
Ciência e Tecnologia. |
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Funcitec se prepara para ser Fapesc
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
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Concluída a reforma administrativa do Governo do Estado, a
Fundação de Ciência e Tecnologia (Funcitec) está com a máquina
azeitada para assumir mais e novas funções com a criação da
Fundação de Amparo à Pesquisa Científica e Tecnológica do
Estado de Santa Catarina (Fapesc) que, além da própria Funcitec,
incorpora o Fundo Rotativo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária
(Fepa). A Funcitec, fazendo o dever de casa, está desenvolvendo
um programa de desenvolvimento organizacional. Estas reformas,
que vêm no bojo da reestruturação do Estado, prevêem ainda
a criação do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação
e a mudança do nome da Secretaria de Estado da Educação e
Inovação para Secretaria de Estado da Educação, Ciência e
Tecnologia.
O Programa de Desenvolvimento Organizacional da Funcitec tem
a coordenação geral de Renato Mello, doutor pela USP e primeiro
pós-doutor pela UFSC. “A Funcitec está, na verdade, se capacitando
e se preparando para dar conta das novas tarefas que surgem
com a reforma. Além de mais ágil e transparente, deve olhar
mais para a atividade-fim, ou seja, deixar de ser uma organização
burocrática, para ser, efetivamente, de apoio à pesquisa e
ao pesquisador”. De acordo com o diretor administrativo da
Funcitec, Vladimir Piacentini, que supervisiona o programa,
a modernização é necessária “na perspectiva de que o apoio
do governador ao setor será permanente e prioritário”. Luiz
Henrique tem de fato dado uma atenção especial à área, considerando-a
essencial para o desenvolvimento do Estado.
Renato Mello destaca como importante para profissionalização
e agilização do funcionamento da futura Fapesc a criação da
figura do gestor em Ciência e Tecnologia. “São executivos
do Estado, previstos na reforma do governo, e cujo ingresso
se dará por concurso público, isto é, farão parte do quadro
permanente”. Ele lembra que estes profissionais existem no
Governo Federal e também em alguns estados.
Agilização
O diretor técnico-científico da Funcitec, Edgar Augusto Lanzer,
ressaltou que o programa deverá avançar para a informatização
do recebimento dos projetos por ocasião, por exemplo, do lançamento
dos editais de pesquisa. Ou melhor, o novo sistema operacional
irá aperfeiçoar os fluxos de decisão e gestão interna da futura
Fapesc.
Além da direção geral do professor Antônio Diomário de Queiroz
e do coordenador geral, o Programa de Desenvolvimento Organizacional
conta com a consultoria dos professores Fernando F.de Aquino,
Jorge de O. Musse e Vladimir A. Piacentini. Aliás os três
estão desenvolvendo suas teses de doutorado a partir do trabalho
realizado pela Funcitec no atual governo. Também atuam no
programa cinco coordenadores de Projetos de Pesquisa da Fundação:
Adamô Dal Berto, Cláudia Heusi Silveira, Maria Cristina Hatz,
Régis Glonvezynski e Rosálvio Sartortt.
Diomário elogiou o desempenho e a dedicação da equipe, salientando
que a política científica vigente tem conquistado a legitimidade
da comunidade científica. Acrescentou que o próprio consenso
obtido durante a reforma administrativa é resultado do fato
de o setor ter ouvido os pesquisadores em dois seminários
e duas conferências estaduais. “A Fapesc é a conjugação dos
objetivos e propostas da sociedade em torno da ciência, tecnologia,
inovação e educação”, complementou.
Legitimidade
O novo modelo interno da Funcitec aponta para uma série de
vantagens. Renato Mello elenca pelo menos quatro relevantes:
“melhoria no atendimento às atividades-fim; disponibilidade
de mecanismos de controle externo; agilidade na operacionalização;
e acompanhamento e promoção de projetos e apoios com recursos”.
Prevendo a geração de políticas alternativas, o Programa estabelece
elaboração de mapas, possibilidades de cenário e simulações
de resultados.
O Programa de Desenvolvimento Organizacional da fundação busca,
em síntese, “imprimir maior agilidade e transparência no seu
funcionamento através da melhoria no atendimento às demandas
econômicas, sociais e das comunidades científica e tecnológica
distribuídas por todas as regiões do Estado”. Trata-se, então,
de um programa de desconcentração científica que atende à
política de regionalização do desenvolvimento”, esclarece
Diomário.
O diretor administrativo Vladimir Piacentini, reportando-se
ao estudo, realça entre os objetivos a concepção de um novo
modelo de gestão organizacional interno: a implementação de
um modelo inovador de gestão de gestão das relações com a
sociedade e com a comunidade científico-tecnológica; e a implantação
de uma nova estrutura de gestão da informação e de comunicação”.
O consultor Fernando de Aquino cita como objetivos específicos
a economia no uso dos recursos, agilidade e transparência
nas aplicações, controle dos projetos e da gestão dos resultados,
o que exige uma estrutura mais moderna e racionalizada”.
O coordenador geral conclui informando que dois projetos de
desenvolvimento do modelo de gestão organizacional são imprescindíveis.
O primeiro destina-se ao diagnóstico da estrutura organizacional.
E o segundo está voltado à geração de políticas alternativas
para uma nova estrutura.
Entrevistas com Renato de Mello pelos fones (48) 215-1229 e
9989-4225; com Vladimir Piacentini (48) 215-1212; Diomário
de Queiroz: 48 (9969-1045) e 221-6228.
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Alívio na universidade
Fonte: Moacir
Loth - Jornalismo Científico/Assessoria de Comunicação-
FUNCITEC |
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O ministro Tarso Genro, segundo informa o presidente da Funcitec,
Diomário de Queiroz, decidiu prorrogar para o dia 30 de março
o prazo para entrega de contribuições ao anteprojeto da Lei
da Educação Superior. Solicitação neste sentido foi feita
pelo Fórum Catarinense de Política de Educação Superior no
último dia 15 quando foi repassado ao MEC documento contendo
as sugestões das universidades públicas, privadas e comunitárias
do Estado. Santa Catarina foi um dos poucos estados a cumprir
o prazo que havia sido fixado pelo Governo Lula.
Presidido pelo secretário Jacó Anderle, o Fórum fez a defesa
do reconhecimento na reforma universitária do modelo Acafe,
considerado único no País e que, embora cobre mensalidades,
tem caráter público e oficial. O vice-presidente do Fórum,
Diomário de Queiroz, está estimulando as universidades a manter
a mobilização, visando aproveitar a nova data para enriquecer
o projeto governamental. Lembrou ainda que o ministro Tarso
Genro mostrou-se disposto a ouvir as propostas da sociedade,
o que muda a expectativa catarinense em relação ao texto que
seguirá ao Congresso em junho ou julho.
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SC
reivindica melhorias para qualificação do ensino superior
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
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Ao entregar em Brasília documento com contribuições de SC
para a reforma universitária, o secretário adjunto da Secretaria
de Estado da Educação e Inovação, Antônio Diomário de Queiroz,
apresentou ao ministro da Educação, Tarso Genro, três importantes
reivindicações para a melhoria da qualidade do ensino superior
do Estado. As propostas, na verdade, já tinham sido acordadas
anteriormente com o secretário de Educação Superior do MEC,
Nelson Maculan Filho, durante reunião em Florianópolis do
Fórum Catarinense de Política da Educação Superior, presidido
pelo secretário Jacó Anderle.
A primeira reivindicação é no sentido de que o Governo Federal
reative o programa de bolsas de pós-graduação dos professores
do Sistema Acafe (Associação Catarinense de Fundações Educacionais).
“As bolsas foram cortadas pela Capes/MEC em plena realização
dos cursos de pós-graduação”, lamenta o presidente da Funcitec,
Diomário de Queiroz.
Outra proposta catarinense visa possibilitar às universidades
da Acafe o acesso ao portal da Capes. O Fórum defende também
o acesso da Acafe ao financiamento público considerando o
fato de serem instituições públicas em sem fins lucrativos.
Segundo o documento encaminhado ao MEC sobre a reforma universitária,
“é preciso salvaguardar a caracterização jurídica destas instituições
no que tange ao seu caráter público e oficial, contemplado
na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)”.
O presidente da Funcitec solicitou ainda a retomada do Plano
Sul de Pós-Graduação, que reforça, em conjunto com a Capes
e o CNPq, a política de qualificação docente das universidades
catarinenses. O programa contará com contrapartida do Governo
do Estado, através da Funcitec.
Contato com Diomário pelo fone 9969-1045.
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Fórum catarinense entrega
sugestões para a reforma universitária de Lula
Fonte: Moacir Loth - Jornalismo
Científico/Assessoria de Comunicação- FUNCITEC |
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O diretor geral da Funcitec – Fundação de Ciência e Tecnologia
-, futura Fapesc, Antônio Diomário de Queiroz, cumprindo prazo
estipulado pelo Governo Federal, entregou ontem(15) ao ministro
em exercício do MEC, Fernando Hadad, documento elaborado pelo
Fórum Catarinense de Política da Educação Superior, presidido
pelo secretário de Estado da Educação, Jacó Anderle, contendo
sugestões para subsidiar a redação final do anteprojeto de
lei da Reforma Universitária. Hadad se mostrou receptivo e
prometeu incorporar as contribuições ao anteprojeto que irá
ao Congresso.
O
Fórum é composto por SED, Funcitec, UFSC, UDESC, AMPESC, Acafe,
UCE, Conselho Estadual de Educação, entre outros. Na avaliação
de seus membros, alguns pontos da reforma são positivos, sobretudo
naqueles dizem respeito ao fortalecimento das Instituições
Federais de Ensino Superior, e reitera a solicitação de prorrogação
de prazo para entrega de sugestões.
Sugerem, entre outras coisas, respeito e apoio à diversidade
do sistema, permitindo mais flexibilidade, que possibilite
maior proximidade e compromisso com as realidades e peculiaridades
locais, evitando a uniformização e um modelo único, por meio
da construção da unidade na diversidade. Pedem respeito às
especificidades do Sistema ACAFE de Santa Catarina, que não
foram consideradas na versão preliminar do anteprojeto.
O
Fórum reivindica ainda mais consideração das IESs públicas
estaduais e municipais no projeto e maior acesso a financiamentos,
especialmente para pesquisa e extensão. O documento entregue
ao MEC por Diomário especifica que é necessário evitar a interferência
no direito de livre iniciativa do setor privado, garantido
pela Constituição, substituindo a exigência de recredenciamento
das instituições de ensino privadas por um sistema de avaliação
efetivo.
Mas
o Fórum Catarinense também viu pontos positivos na proposta
do Governo Lula, entre eles o restabelecimento do papel do
Estado como mantenedor das Instituições Federais de Ensino
Superior e regulador do Sistema Federal de Educação Superior,
a definição das condições objetivas que permite o efetivo
exercício da autonomia, garantida no artigo 207 da Constituição
Federal, a participação externa nos Conselhos, garantindo
a função social, o PDI, com o respectivo projeto político-pedagógico,
a garantia do acesso e permanência nas instituições, assim
como ensino de qualidade e o comprometimento do Governo com
a qualificação e o fortalecimento da universidade pública.
Outras
informações com Diomário: 9969-1045 e 221-6228.

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